O Hobbit

O Hobbit J. R. R. Tolkien




Resenhas - O Hobbit


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Karla 23/08/2017

Um mundo maravilhoso
Bom ler J. R. R. Tolkien primeiro requer um pouco do exercício de sua paciência, já que a descrição é o forte dele nato, mas com certeza esse exercício vale muito a pena. Se você procura o glamour do filme, sinto lhe informar, mas usaram de muita licença poética, muitas coisas não acontecem como no filme, alguns personagens se quer aparecem aqui, mas vale muito a pena ter esse livro como lido em sua estante é uma aventura bem diferente e gostosa de ler!
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Naina 17/08/2017

Se você julgou "O Hobbit" a partir dos filmes, sinto informar que cometeu um grave erro.
"O Hobbit" é, na opinião de uma jovem fanática por J. R. R. Tolkien, maravilhoso.
"O Hobbit" é uma história de cunho fantasioso, porém, sua natureza minuciosamente descritiva te faz contestar a realidade.
Bilbo era um jovem Hobbit muito respeitável, nunca se metera em aventuras, pois as considerava perigosas e desagradaveis. Até que um mago lhe aparece à porta. Logo depois uma horda de anões infesta sua toca e come toda sua comida, mas eles precisam mesmo é de um ladrão e Bilbo é convencido a explorar o mundo e talvez, com sorte, roubar o tesouro de um dragão.
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Cristiano.Santos 11/08/2017

Imaginação com sabedoria
Mesmo após assistir aos filmes, o livro foi para mim muito impressionante. Em muitos aspectos, mais impressionante que a adaptação para as telas de cinema.
Depende da preferência de cada um. Como na velha expressão latina: "de gustibus et coloribus non est disputandum" - gostos e cores não se discutem! Pois sei que há casos de pessoas que preferiram os filmes...
Como recomendava o professor Pierluigi Piazzi, o mais importante é adquirir o prazer de ler. O essencial é cada um de nós encontrar o seu livro, ou seja, o livro com o qual você se identifique, como se tivesse sido escrito para você. E o filho do professor, inclusive, descobriu o prazer de ler com esta obra de Tolkien.
A aventura de Bilbo Bolseiro é uma viagem num mundo imaginário e rico em sabedoria. O próprio Bilbo surpreendendo a si mesmo nos faz pensar o quanto de potencial guardamos em nós mesmos e desconhecemos. Por outro lado, o quanto de miséria vemos também, na figura do monstro Smaug. Um enorme dragão deitado sobre um tesouro do qual não tira nenhum proveito, tal qual somos quando dominados pela avareza.
A comparação com o filme é quase automática, porém são duas artes distintas. No cinema vemos sempre a adaptação de uma das artes mais antigas, a literatura, para uma arte muito jovem, a sétima arte.
EXPLOD 12/08/2017minha estante
Melhor título impossível! Tolkien realmente foi o rei do gênero fantasia e as referências e analogias que cada leitor pode pegar aqui ou ali são muito recompensadoras, tais como as citadas por você (potencial e avareza).
Eu gostei tanto da adaptação que sou suspeita pra falar!! =)


Cristiano.Santos 13/08/2017minha estante
Você vê que depois de ler, tive vontade de assistir aos filmes novamente.


Cristiano.Santos 13/08/2017minha estante
Obrigado pelo comentário!




Renata 27/07/2017

Um dos preferidos...
Depois de tanto ouvir falar nele, eu decidi lê – lo e desde o começo o livro chamou minha atenção pela criatividade do autor. O Hobbit é uma história surpreendente, com muitas fantasias que acabamos achando ser real, pela maneira como o autor descreve os fatos e nos envolve na história.
Bilbo Bolseiro vivia bem acomodado em sua luxuosa toca e levava uma vida bem sossegada, cozinhando, comendo e formando anéis de fumaça com seu cachimbo. E como todo hobbit, ficava longe de aventuras e perigos.

Em certa manhã, Bilbo recebe a visita do mago Gandalf, que lhe convida para participar de uma aventura, mais que depressa ele recusa, pensando que tinha se livrado do mago, mas na manhã seguinte viu que havia se engando, 13 anões unidos e o próprio Gandalf, chegaram aos poucos em sua casa e sem perceber ele já estava dentro da perigosa aventura.
...

site: http://lovelyplacee.blogspot.com.br/2014/01/o-hobbit-jrr-tolkien.html
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Lamboglia 25/07/2017

"A única má vontade que encontrar será a que trouxer com você".

Autor: J.R.R Tolkien
Ano: 2012
Páginas: 304
Ed: Martins Fontes

Prelúdio de "O Senhor dos Anéis" e escrito para os seus filhos, Tolkien abre as portas da Terra-Média não apenas para eles, mas para cada geração que tem no peito o espírito da fantasia.
Bilbo Bolseiro é o pequeno hobbit que vive tranquilo em sua casinha até que o mago Gandalf aparece todo enigmático afim de o levar para uma pequena expedição junto com a companhia dos anões para resgatar o tesouro de sua família que está agora sobre a guarda do grande e perigoso Smaug, o dragão.

Um dos primeiros livros que li e que de cara fui fisgado pela grande criação de Tolkien. Um livro fácil de se ler, com um ritmo contagiante a cada surpresa e aventura que é encontrada pela frente e ilustrações para poder viajar na Terra-Média junto com os nossos heróis.
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Lili 15/07/2017

Tão demais!
O livro é tão gostoso de ler, que se pudesse dava mais estrelas por aqui.
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renatodossantos 08/07/2017

Numa toca no chão vivia um hobbit
Quando chega o momento de ler um livro cortejado há tempos, nada mais importa: casa, comida, roupa lavada. Nada. É preciso esquecer a televisão, a vida doméstica, as horas. Da estante de livros, meu Hobbit sempre me lançava um olhar de paciência ancestral, cada vez que passava diante dele, enquanto eu também não sabia disfarçar a ansiedade sorrateira. Mirando-me, a caixa de O senhor dos anéis sempre me sorriu e, por trás do sorriso, via uma oportunidade única de aventura: uma aventura repleta de magia em terras distantes, numa época longínqua, ancestral, inalcançada pela memória humana.
Embora no cinema O senhor dos anéis seja uma trilogia, em 2002, a Martins Fontes lançou uma luxuosa caixa com quatro volumes enfeixados ali; a ovelha desgarrada é O hobbit, um agregado importante à trilogia. Com esse livro nas mãos, nos transportamos para um mundo habitado por homens que se transformam em ursos, águias que falam e lobos que trazem o caos. Durante alguns anos, com essa caixa a empoeirar na estante, enquanto nas telas O senhor dos anéis rendia uma franquia valiosa, havia em minha cabeça uma regra particular: antes de ler os três romances que compõem O senhor dos anéis, eu deveria começar com O hobbit – e foi o que fiz.
Lá e de volta outra vez
Ler O hobbit é como deixar para trás o barulho da cidade e todos os afazeres que, num piscar de olhos, e sem nos dar nada em troca, levam nosso tempo embora. Por isso, é uma satisfação tremenda acompanhar as aventuras do hobbit Bilbo Bolseiro. Ainda mais pela forma como a história é contada, pois traz um narrador que é como aqueles contadores de história capazes de reunir uma porção de gente ao redor de uma fogueira, noite adentro, enquanto feitos heroicos são tecidos de geração a geração. Há mais, claro. Há Gandalf, o mago de barbas brancas até a cintura, responsável por tirar esse ilustre hobbit do sossego de sua toca, um arejado e aconchegante abrigo incrustado numa colina tão serena quanto os chás da tarde que Bilbo faz questão de preservar, dia após dia, com direito a biscoitinhos e horas preguiçosas fumando seu cachimbo.
A complicação começa quando Gandalf surge inesperadamente à porta de Bilbo, atrapalhando seus planos de agradável sossego. O hobbit não compreende bem o que está acontecendo, o que pouco importa: de uma forma ou de outra, ele será obrigado a iniciar uma jornada que transformará sua vida; uma travessia repleta de desafios que Bilbo terá de superar para alcançar sua condição de herói. Assim, no dia seguinte à visita do mago, por último, é o próprio Gandalf quem cruza novamente a soleira da porta do hobbit; por último, pois antes dele, exatamente, treze anões já estão levando Bilbo à loucura, transformando a placidez de sua rotina em um pesadelo: um pesadelo repleto de anões.

Bilbo Bolseiro & os 13 anões

Nenhum dos 13 anões do romance – Dori, Nori, Ori, Oin, Gloin, Fili, Kili, Bombur, Bifur, Bofur, Dwalin, Balin e Thorin Escudo de Carvalho – lembra o querido anão do filme O agente da estação, que ganha como herança uma casa caindo aos pedaços a poucos passos dos trilhos do trem e, lá, vê sua vida transformar-se. Não. Os anões de O hobbit parecem-se mais com os anões de Branca de Neve e os sete anões, pois cada um deles preserva – além da barba homérica – suas habilidades de mineradores e, por isso, sabem como poucos manejar ferramentas ou sobreviver em cavernas; por outro lado, são sovinas, muito sovinas, e o tesouro das minas – ouro e outros metais preciosos – faz muito bem a eles. Pensando bem, os 13 anões lembram os anões de jardim nos quais tanto vemos graça. Trata-se de uma história em que um hobbit irá ajudar anões a atravessar uma terra inóspita, em busca do tesouro deles, há muito furtado por um dragão chamado Smaug. Para envolver os leitores, a aventura traz todos os perigos que uma imaginação prodigiosa como a de Tolkien consegue criar: a Floresta das Trevas com aranhas gigantes, elfos, orcs, wargs (lobos) selvagens, o Gollum sibilante e sequioso de seu “preciossssso” e, por último, dentro da montanha, esse dragão colossal que repousa suas asinhas cascudas sobre o ouro dos anões.

Se no início Bilbo despreza o sentido de uma grande aventura, optando por sua bengala e não por uma espada, não poderia existir herói mais adequado a esta história cheia de privações e escoriações — além de gordurinhas localizadas que, a cada página virada, vão desaparecendo, uma vez que eles vão passar muita fome. Muita mesmo. Muita. A travessia da Floresta das Trevas não é o clímax do enredo, mas a operação de salvamento dos anões, empreendida por Bilbo, que, invisível, os salva de aranhas gigantescas, do tamanho de velocípedes, é inesquecível. Já passamos da metade do romance:
“As coisas pareciam estar indo muito mal de novo, quando, de repente, Bilbo reapareceu e inesperadamente atacou pelo flanco as aranhas atônitas.
— Em frente! Em frente! — gritou ele. — Eu cuido das ferroadas!
E assim fez. Voava para trás e para a frente, golpeando os fios das aranhas, cortando suas pernas e apunhalando seus corpos gordos quando chegavam perto demais. As aranhas inchavam de raiva, esbravejavam e espumavam, chiando maldições horríveis; (...) por mais que praguejassem, suas presas se distanciavam, lentamente, mas sem parar. Era uma situação das mais terríveis, e pareceu levar horas. Mas, finalmente, no momento exato em que Bilbo sentiu que não conseguiria levantar a mão para nem mais um golpe sequer, as aranhas de súbito desistiram, não os seguiram mais, e voltaram desapontadas para a sua colônia escura.”

Ritual de passagem

Como toda história que envolve feitos heroicos admiráveis, Bilbo enfrenta a estrada e dela sai outro hobbit, bem diferente do que era. Acompanhamos a transformação de um personagem que inicia sua aventura como alguém que não acredita muito em si mesmo, mas conta com o que tem de melhor: bondade, coragem, caráter que, após se revelarem, iluminam sua travessia. O leitor, nesses momentos, precisa dar toda atenção que essa evolução merece. Trata-se de um ritual de passagem, ou de muitos desses rituais, algo avassalador na vida daquele que, supostamente, deveria ser o primeiro leitor de O hobbit, isto é, o adolescente. Tal transformação pode ser percebida em passagens como a quem vem a seguir. Após Bilbo matar a primeira de muitas aranhas, o narrador comenta:
“Quando voltou a si, viu ao seu redor a costumeira luz cinzenta e fraca da floresta. A aranha jazia morta ao seu lado, e a lâmina da espada estava manchada de negro. De alguma forma, ter matado a aranha gigante, sozinho na escuridão, sem a ajuda do mago ou dos anões ou de qualquer outra pessoa, fez uma grande diferença para o Sr. Bolseiro. Sentiu-se uma nova pessoa, muito mais feroz e corajosa, a despeito do estômago vazio, enquanto limpava a espada na grama e a colocava de volta na bainha.”
Nem todos os adolescentes leram esse romance, mas alguns tiveram a oportunidade de lê-lo. Para quem leu O hobbit, a recompensa fica estampada no sorriso de girassol que se abre no rosto de cada um. Ao final, difícil não lamentar o fato de que, realmente, hobbits não existem. Uma pena. Deveriam existir. E existem. Nas páginas de Tolkien vivem. É para lá que você deveria ir.

Referência Bibliográfica

TOLKIEN, J. R. R. O hobbit. Tradução de Lenita Maria Rímoli Esteves et al. São Paulo: Martins Fontes, 2002.


site: http://tertuliaonline.com.br/postagem/ver/164
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Aline Cavalcante 21/06/2017

O Hobbit
Uma livro maravilhoso! A cada página me dava mais vontade de ler e tristeza por saber que já iria acabar rs
Uma leitura leve e fascinante, super recomendo! Um dos meus favoritos!
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isa.dantas 17/06/2017

Uma aventura simplesmente deliciosa!
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João Felipe 12/06/2017

Primeira Visita
Em minha primeira experiência lendo "Tolkien", me senti em outro mundo, mesmo tento familiaridade com o gênero literatura fantástica,"O Hobbit" se tornou um dos meus livros preferidos do gênero. A escrita é encantadora e os personagens marcantes, contendo a maioria personalidades memoráveis.
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Mari 07/06/2017

O Hobbit
A leitura desse livro me transportou pra minha infância, onde a imaginação não tem limites e o mundo pode ser palco de seres fantásticos e encantadores. Descobri que Tolkien é isso tudo mesmo que falam e que para me referir à ele posso retirar alguns adjetivos de seu próprio livro, tais como O Magnífico e O Tremendo, pois suas palavras abalaram as minhas estruturas literárias que agora se enriquecem com as aventuras e desventuras do querido Senhor Bilbo Bolseiro, de Bolsão, Sob a Colina, Vila dos Hobbits.

"Numa toca no chão vivia um Hobbit" E foi assim que tudo começou...
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thais.moore 05/06/2017

Fantasia bem escrita, e só.
Um livro que eu acho que deveria ser lido por todos antes de iniciarem O Senhor dos anéis.

A história começa com Bilbo Bolseiro vivendo pacatamente em sua toca, quando chega o mago Gandolf e o convida para uma aventura . Mesmo Bilbo negando, Gandalf leva 13 anões até a toca de Bilbo e ele acaba aceitando e partindo em uma aventura atrás do tesouro dos anões que está sendo guardado por um grande dragao ( Smaug). A partir daí eles passam por muitas coisas e muitas situações perigosas envolvendo elfos, orcs, trolls, homens que viram ursos, homens comuns entre outros seres, fazendo lá amigos e inimigos.

Achei a história interessante e bem escrita, Tolkien consegue construir um belo cenário de fantasia .

A leitura não me deixou aquela sensação de que é sensacional , mas recomendo pra que gosta de fantasia e que quer ler o Senhor dos anéis.
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Mrs Luna 03/06/2017

Amável *-*
O Hobbit é uma aventura épica que antecede as aventuras vividas por Frodo e Sam em O Senhor dos Anéis. Nele conta a história de Bilbo Bolseiro, onde após uma visita do mago Gandalf, o cinzento tem sua vida completamente mudada ao aceitar ir para uma aventura com os anões, já que Hobbits como ele não saem por ai se aventurando.
É uma história maravilhosa e cheia de detalhes maravilhosos, com a escrita e o mundo maravilhoso criado por Tolkien.
A citação desse livro que mais gosto é a seguinte:
“Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado” – Gandalf, o Cinzento
A edição está muito linda com algumas ilustrações lindas e um mapa da Terra Média, parabéns WMF Martins Fontes a edição está maravilhosa.

site: https://sunofposeidon.wordpress.com/2017/05/30/o-hobbit-j-r-r-tolkien/
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Lucas Furlan - Valeu, Gutenberg! 31/05/2017

O começo de tudo
"O hobbit" é o livro que eu mais li na vida. É impossível não admirar as aventuras de Bilbo Bolseiro (ao lado de Gandalf e da comitiva de anões liderada por Thorin Escudo de Carvalho) para recuperar os tesouros roubados pelo dragão Smaug.

"O hobbit" foi publicado antes de "O senhor dos anéis" e tem um tom bem mais infantil do que a obra mais famosa de Tolkien, mas isso não impede que adultos se divirtam com o livro. Aliás, se alguém não sabe, é nele que é narrado como Bilbo encontra o "Um anel".

J. R. R. Tolkien era um grande contador de histórias e, na minha humilde opinião, pecou em apenas dois pontos: a quantidade exagerada de anões (são treze) e a participação de Bilbo na "Batalha dos cinco exércitos". Mas isso não é motivo para não ler "O hobbit". Ele é um clássico fundamental da literatura de fantasia.

(resenha completa no blog)

site: www.valeugutenberg.wordpress.com
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