O Bobo da Rainha

O Bobo da Rainha Philippa Gregory




Resenhas - O Bobo da Rainha


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Vanessa 06/05/2021

O bobo da rainha
Philippa não decepciona em seus livros, mas essa, ficou um pouco aquém do que esperava. Talvez por ter vindo depois de outro (A irmã de Anna Bolena) tão bom, parece que esse tem um ritmo mais lento. De qualquer forma, super recomendável!
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Raquel 22/04/2021

Após o início da inquisição espanhola, Hannah Verde viu a mãe ser condenada a fogueira. Então, ela e o pai mudam-se para a Inglaterra protestante na esperança de recomeçar.
Ambos com novos sobrenomes, para esconder a verdadeira origem, estabelecem residência na nova pátria. Logo Hannah atrai a atenção de poderosos, graças a um dom de prever o futuro.
Pouco tempo depois, Hannah está servindo na corte como bobo Santo do rei. Porém, o rei com a saúde debilitada morre. Mary (filha de Catarina de Aragão) católica, assume o trono com o propósito de devolver a verdadeira religião à Inglaterra a qualquer custo.
Assim, Hannah está em perigo mais uma vez.

Esse foi o livro mais enfadonho que li da autora. Não gostei de Hannah e seu joguinho de espiã. Também, não achei justificável a separação dela, lá no final. Pra mim, não foi convincente.

Mas, no final de tudo, ela recobra a consciência e faz algo de bom.
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@uaitolendo 15/02/2021

Gente, voces sabem o quanto amo Philippa, mas esse livro foi o mais arrastado que ja li. Nao que o livro seja ruim, e so muita enchecao de linguica. Eu nem sei o que escrever aqui. Nao sei dizer se gostei ou nao gostei. Ta muito foda. Minha intensao era ler os 9 livros da serie Tudor ate o fim de 2020, mas vou interromper. Pararei no sexto, e ano que vem eu volto. Prefiro, por que nao quero tomar ranço da autora que amo. Philippa é foda. Uma historiadora fantastica. Nunca ninguem falara dos Tudor como ela, mas ela enche muita linguiça e eu sou dessa que gosto de objetividade. Gosto de livro que vao direto ao ponto. Tudors, ate 2021.😘
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Flávia HBS 11/10/2020

Bobo e vidente
Uma história interessantíssima sobre Maria I, a sanguinária, que teve um destino parecido ao da mãe, disputando trono e marido com Elizabeth filha de Ana Bolena. Um dos reinados mais violentos, a católica Mary foi uma grande infeliz em todos os sentidos. Grande livro.
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Domino 25/07/2020

Adorei a leitura foi u. Dos livros que maia mexeu comigo em termos de coracao
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Dani 16/01/2019

Terminei o livro querendo ler O Amante da Virgem com uma certa urgência. Sempre ouvi falar bem da Philippa Gregory, mas esse foi o primeiro livro que tive a oportunidade de ler graças a um clube de leitura que participo e sou muito grata às meninas pela indicação. O livro não me decepcionou nadinha. Uma trama envolvente e baseada em fatos históricos, com a qual a autora conseguiu misturar bem a ficção sem perder a sensação de veracidade. Para mim Hannah não passou de uma boba, no sentido mais literal da palavra, cuja lealdade verdadeira era consigo mesma. Foi interessante ler sobre as irmãs Tudor por uma perspectiva diferente e me deu um ânimo gigantesco não só em ler o livro sobre a Elizabeth, como os sobre as rainhas que as antecederam e o sobre da Mary Stuart.
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Isa Soares 11/12/2016

Finalmente consegui ler mais um livro da série sobre os Tudors escrita pela Philippa Gregory. Infelizmente essas belezinhas estão quase indisponíveis e encontrar um é uma grande felicidade.

Neste quarto volume, Philippa retrata a Inglaterra após a morte de Henrique XVIII. Mais uma vez temos duas irmãs sendo o grande centro da história, Mary e Elizabeth Tudor, porém que narra é Hannah, o bobo da rainha.
Essa gorata caiu quase sem querer na corte. Ela e seu pai são judeus e vieram para a Inglaterra fugindo da inquisição. Por conta de um poder extraordinário, ela acaba por ser grande serventia na corte. Ajudando tanto a rainha quanto aos seus opositores. E é essa posição dual e contráditoria que tanto me incomodou. Nós nunca sabiamos quais eram realmente os planos dela. A única vantagem de termos ela como protagonista é por que temos uma visão ampla dos acontecimentos.

Mais uma vez, Philippa faz uma boa interpretação dos acontecimentos, exprimindo as intrigas, as dores, os anseios e as grandes mudanças sofridas na Inglaterra em meados de 1500 como se nos transportasse para lá.

Porém, além de ser um bom entreterimento não pode ser utilizado como fonte para estudo sobre o período.
Super recomendo para quem gosta de romance histórico, de histórias de reinado e é claro para quem é fã dos Tudors. Com certeza será um bom divertimento.
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Talita 01/04/2016

O bobo da rainha
Desde que eu vi A Outra, que conta a história real de duas irmãs, Maria e Ana Bolena (vividas por Scarlett Johansson e Natalie Portman), que se envolvem com o rei Henrique VIII, fiquei meio viciada em qualquer coisa que falasse dessa história de traição e morte em família. A Outra é baseado em um dos livros da série Tudor, de Philippa Gregory. Comecei a ver resenhas aqui e ali e notei que os livros eram bem conhecidos e adorados. Partindo daí, no meu vício, antes mesmo de ler um só livro e de conhecer a autora, resolvi comprar a série toda. Algo muuuuito sensato.

Só que eu cheguei meio tarde. Vários estavam esgotados nas livrarias ou custavam caríssimo, por isso tive que começar uma peregrinação aqui pelos sebos de Curitiba. Sempre que eu podia eu parava em algum sebo pelo centro da cidade e procurava por Philippa Gregory. Aos poucos eu consegui completar a série Tudor, e até acabei estendendo a maluquice para outros livros da autora.

Eu não sei se eram as capas e as edições lindas, ou algo na biografia da Philippa Gregory - afinal, ela é conhecida como a rainha da ficção histórica britânica, tem programa de rádio, televisão e é PhD em literatura do século XVIII - , mas eu tinha certeza de que iria adorar cada minuto das leituras. Para minha sorte, eu realmente saboreei cada segundo dedicado ao primeiro o livro que encarei: A Irmã de Ana Bolena. Foram 626 páginas lidas em uma semana, e teria sido muito mais rápido se eu não tivesse poupado o livro para saboreá-lo melhor.

Depois disso, resolvi ler a série na ordem em que os livros foram publicados originalmente, por isso escolhi este O Bobo da Rainha. Ele tinha muita responsabilidade, precisava ser tão bom quanto o primeiro. Talvez isso tenha atrapalhado, e O Bobo da Rainha não foi uma experiência tão marcante, mas ainda assim passou muito longe de ser ruim. O clima ainda é o mesmo de A Irmã de Ana Bolena, e com personagens que existiram de fato, mas não apareceu uma personagem tão memorável quanto a Ana Bolena do primeiro livro.

Em O Bobo da Rainha, a protagonista (fictícia) é Hannah, uma jovem judia que vive com o pai na Inglaterra do século XVI. Henrique VIII morreu há pouco tempo. O trono pertence a seu único filho homem, o rei Eduardo VI, que tem quinze anos e é bem adoentado. Hannah precisa esconder sua religião, e vive aterrorizada com a ideia de ser queimada viva, o que aconteceu com a mãe dela na Espanha e a fez fugir para a Inglaterra. Seu empenho em não ser percebida pelos outros é tão grande - principalmente por ela ter o dom da visão, algo que a permite prever certos acontecimentos - que ela faz questão de se vestir como um menino.

Por isso, quando ela é desmascarada por Robert Dudley, um membro importante da corte, ela é chantageada e segue as ordens dele para não chamar mais atenção. Sua missão é a seguinte: disfarçada de bobo do rei, mais tarde bobo da rainha, deve tornar-se uma espiã. Assim ela acaba envolvida em todas as intrigas de uma corte em que cada um tenta salvar a própria pele da melhor maneira possível. Hannah conviverá com personagens históricas como a rainha Mary e a princesa Elizabeth, as outras filhas do rei Henrique VIII, depois da morte do jovem e doente Eduardo VI. Contar mais do que isso é estragar a leitura de quem ainda não começou o livro. Mesmo que seja difícil soltar um spoiler de uma trama que está mais do que consolidada historicamente, o desfecho de Hannah ainda é um mistério interessante para qualquer um que saiba de cor a trajetória dos Tudor.

Hannah pode não ter existido na história da Inglaterra, mas Philippa Gregory conseguiu situar tão bem a personagem que a impressão de que eu vou encontrá-la nos livros de história é grande. Como adoro ficção histórica, compro totalmente essa ideia de ver personagens reais numa história romantizada. Depois que termino o livro ainda fico um bom tempo pensando em personagens, conjecturando sobre a vida que essas figuras levavam em épocas e lugares tão diferentes dos meus. Acho que não estou sozinha nisso. Sinto que esse deve ser um dos segredos do sucesso da Philippa Gregory. O Bobo da Rainha vale muito a pena, e não é obrigatória a leitura do primeiro livro para se aproveitar esse, mas se você ainda não conhece Gregory, a minha sugestão é começar do começo.

site: https://ninguemdeixababydelado.wordpress.com/2016/04/02/o-bobo-da-rainha/
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Léia Viana 14/08/2015

Uma rainha, uma princesa, um bobo santo e um lorde galã.
Três mulheres, um lorde metido a galão e a coroa da Inglaterra, em um cenário que cheirava a conspiração e traição, dão continuidade a era Tudor. Nesta obra, Philippa Gregory traz informações básicas, e de extrema importância, de três personagens históricos importantes da monarquia inglesa.

Maria Tudor, a rainha Mary I, era uma mulher muito religiosa, sua fé, a verdadeira fé como ela nomeava, era usada para perseguir hereges, queimando-os e torturando-os, por não compartilhar da sua mesma fé, fazendo de seu reinado uma era sangrenta, reinada por uma rainha que beirava a loucura. Tive muita pena do povo e de sua rainha. As rejeições, as traições e os golpes que sofreu durante sua vida, me entristeceram, mas não me impediram de sentir raiva por ter usado de forma equivocada a religião contra o povo.

A princesa Elizabeth também não me agradou, achei-a frívola, manipuladora, fria, fazia apenas o que tinha vontade, importando-se pouco com quem estava a sua volta, especialmente sua irmã. Doía-me ler o quão negligente a princesa Elizabeth era com sua irmã. O que apenas lhe importava era quando a coroa da Inglaterra enfim ficaria em sua cabeça, mesmo que para isso custasse à vida de sua irmã, a rainha Mary I.

Hannah é uma das personagens fictícias desta obra, veio para a Inglaterra fugindo da Inquisição depois que sua mãe foi queimada como uma herege na Espanha. Ela tinha tudo para se tornar a minha personagem favorita na história, especialmente por ser judia, tenho fascinação pela história do povo judeu, e como Philippa criou esse personagem para poder narrar o horror sofrido por esse povo, pelos hereges e o que foi a inquisição, achei que teria uma personagem forte e ética, entretanto, achei-a “duas caras”, uma “leve e trás”.

E temos um galã na corte dos Tudor: Robert Dudley, o lorde galã, fiel à princesa Elizabeth, era o típico homem que despertava o interesse de qualquer mulher, e que estava sempre pronto para conspirar em favor a princesa.

Sou fascinada pela narrativa de Philippa Gregory, pela construção, a partir de fatos históricos, em relatos ficcionais da era Tudor. É entretenimento, mas é entretenimento dos bons. Minha única ressalva foi que achei um tanto quanto clichê, a parte do romance de Hannah Green e Daniel Carpenter, não sou das leitoras que detestam clichês, muito pelo contrário, mesmo sabendo o que esta por vir, um clichê, dependendo da história é bem aceitável, mas em se tratando de Philippa e de sua narrativa espetacular, não me caiu bem, o que fez com que eu não curtisse tanto esse livro como curti os anteriores. Também não apreciei muito o fato de Hannah ter a Visão, ser o bobo santo da corte, achei isso um pouco forçado, para a época, no enredo da história. Fiquei confusa com isso, pois se a Inglaterra estava com uma rainha que pregava a fé na igreja católica, como poderia manter em sua corte alguém que tinha o dom de prever alguma coisa? Seria isso também uma heresia? Por que não? Enfim, essa parte da história também não me amimou muito. Fiquei confusa sem saber o que pensar a respeito.

Mesmo com essas ressalvas, adorei a leitura e tenho Philippa como uma das melhores escritoras que já li.

Leitura recomendada!
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Dani 07/07/2015

Que show de narrativa!
Um belo romance histórico sobre a Rainha Mary, filha de Henrique VIII, sua ascensão ao trono e todo o período que nele permaneceu, com direito a informações a respeito da inquisição, e das intrigas e conspirações para tirá-la do poder... Tudo isso narrado no ponto de vista de uma menina judia. Livro muitíssimo bem escrito e cativante!
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Ida 01/05/2015

O bobo da Rainha
Este foi mais um grande livro da Philippa Gregory sobre a Dinastia Tudor, no início achei um pouco entediante e fiquei pensando quando iria começar a melhorar um pouco, mais daí a leitura fluiu e o seu desenrolar até o final foi bem interessante.

A dinastia Tudor por si só já é muito instigante, seus acontecimentos permeiam nossos pensamentos até hoje, com certeza foi uma corte que marcou história em todos os sentidos, e é uma das mais lembradas, fato este que podemos constatar pelos diversos livros, séries televisivas e filmes que são lançados até os dias de hoje.

Philippa Gregory neste livro, trás grandes reviravoltas na corte da Rainha Mary, uma corte recheada de tramas, paixões, conspirações, perseguições, ela narra com muita propriedade detalhes característicos de uma corte hostil que era a corte da Dinastia Tudor.

Uma narrativa que vale a pena ser lida, neste livro ainda, podemos acompanhar as descrições do período em que a inquisição perseguia os “hereges”, foi para mim também uma aula de história..rs! Livro muito interessante e recomendado!
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Ed 12/03/2015

O bobo da rainha
No século XVI Hannah uma jovem q tem 014 anos, é judia e juntamente com seu pai para se refugiar da inquisição espanhola, foge para Londres, e abrem uma livraria, onde conhece o influente Lord Robert Dudley - ele percebe q ela é vidente( tem o dom de prevê o futuro), e a leva p a corte do rei Edwardo para ser seu bobo santo. Mas embora contratada pelo rei, a seu serviço, manda - a como espiã da
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Pri 25/01/2015

Genial
A autora consegue criar um pano de fundo perfeito pra época sombria da Inglaterra dentro da história de Hanna green.
Hanna é judia e sua mãe foi queimada pela inquisição. Vive fugindo com seu pai e a família de seu noivo prometido, Daniel.
Para ficar em proteção , Hanna sem veste como um menino e acaba sendo "contratada" para ser o bo
Pri 26/01/2015minha estante
* se veste como menino e acaba se tornando o bobo da rainha por possuir o dom da vidência.
Como sempre, não me surpreende que Phillippa gregory nos prenda na leitura com personagens cativantes e uma narração fictícia emocionante dentro do cenário da Inglaterra caótica com conflitos religiosos e , uma outra leitora observou bem que na história, conseguimos nos "simpatizar" com uma rainha Mary sofrida e humanizada.. É incrível




Janaína 19/07/2014

O Bobo da Rainha

Ao longo da história, Mary Tudor, filha de Henrique VIII e sua primeira esposa Catarina de Aragão, ficou conhecida por muitos como "Maria, a rainha sanguinária", em razão da perseguição e execução de muitos protestantes. Sou fascinada pela história da rainha Catarina e fiquei extremamente curiosa para saber como Philippa iria retratar a história de sua filha e confesso que este livro conseguiu me surpreender de uma maneira bela e positiva.

A autora foge do senso comum e humaniza a rainha Mary. Com o casamento do pai com Ana Bolena, ela foi considerada filha ilegítima e afastada da mãe na infância, o que a traumatizou profundamente. Sem nunca abdicar da sua fé católica, quando se tornou rainha da Inglaterra, precisou enfrentar inúmeras conspirações que tentaram retirar sua coroa, muitas delas feitas pela própria irmã Elizabeth. Mary ainda precisou lidar com a dor de não conseguir gerar um herdeiro ao trono e o abandono do próprio marido.

Para narrar essa história envolvente, Philippa criou um personagem fictício, Hannah Green, uma garota judia, que fugiu com seu pai da inquisição espanhola após sua mãe ser queimada como herege. Com o dom da visão e dona de uma personalidade forte, Hannah será o bobo da rainha, se envolvendo nas histórias de intriga, paixão, amor e traição na corte dos Tudor.

O Bobo da Rainha pode não ser um dos melhores livros da série, mas é mais uma excelente obra desta autora espetacular, que cria com maestria seus personagens e nos proporciona uma leitura agradável do início ao fim.

Super recomendado!!
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