O Segredo dos Elfos

O Segredo dos Elfos Paula Pagliarini




Resenhas - O Segredo dos Elfos


22 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2


Vinicius.Correa 23/08/2015

Sem palavras!
Na rígida ditadura do reino de Alfhein a divisão da sociedade por raças era realizada através da cor dos olhos, de tal forma em que a cor dos olhos definiam o seu futuro, a sua função.

"As funções no reino eram distribuídas de acordo com a cor dos olhos. Os elfos de olhos acizentados eram da realeza, pois eram descendentes de lordes ou filhos do rei. Os lordes que auxiliavam no governo tinham lindos olhos violetas. Os elfos destinados a ter o poder do conhecimento e da cura tinham olhos azuis. Aqueles destinados a se tornar guerreiros tinham olhos verdes. Os olhos castanhos designavam os elfos artesãos, ao passo que os empregados do castelo tinham olhos cor de mel." - Página 11.

O rei Galizur ao receber sua filha no colo em seguida nota o tom verde em seus olhos. A ausência do tom cinza nos olhos do bebê em seu colo indica uma triste verdade: Ela não era sua filha. Sua esposa havia traído-o. O rei não iria aceitar tal humilhação, sendo assim, entregou a criança bastarda à um casal de guerreiros, e assim disse para a sua esposa que ela havia dado luz a um filho morto.

"O rei vestiu uma capa preta, que escondia seus longos cabelos brancos, e saiu carregando o bebê. A noite estava fria e escura enquanto ele caminhava pelas ruas do reino. O bebê em seus braços parecia saber que algo estava acontecendo, acordado com aqueles olhos verdes repletos de curiosidade. O rei esgueirou-se até o território onde moravam seus guerreiros e chegou a uma pequena cabana. As luzes estavam apagadas, indicando que os moradores já estavam dormindo. Ramiel e Theiliel ficariam felizes em acolher aquela criança, uma vez que eles não conseguiam ter mais filhos, pensou ele." - Página 10.

A criança bastarda, nos cuidados de Ramiel e Theiliel, passou a ser chamada de Anabel. Uma elfa com o cabelo loiro prateado e lindos olhos verdes acinzentados. Uma ótima guerreira, pois passou a sua infância toda treinando na esperança de chamar a atenção de seus pais biológicos, mas isso não aconteceu.

Ao completar 18 anos e atingir a idade adulta, todos os elfos que até então estavam em treinamento passam por uma prova para testar suas habilidades como guerreiros e assim ser enquadrado em das quatro tropas élficas do reino: A tropa a Águia, a tropa do Falção, do Gavião, e a grande tropa da Fênix, comandada pelo lendário elfo Nataniel.

Durante seu teste, Anabel acaba passando por um misterioso portal após derrotar um poderoso troll. Dentro desse portal Anabel descobre que foi escolhida para empunhar uma lendária espada, e uma antiga maldição acaba por ser revelada.

Muito ocorre após isso: Anabel vira um sucesso após ter derrotado os lideres dos Trolls em seu desafio e passa a fazer parte da tropa da Fênix. Entre uma vigilância e outra acaba tendo um breve relacionamento com o príncipe Bariel e conquista, com sucesso, a antipatia do rei.

" - Você é jovem Anabel. No entanto, sua reputação a precede, conhecemos o seu nome pelas suas habilidades." - Página 152

Como se ja não bastasse, uma guerra contra os trolls é travada. Grande parte dos guerreiros de Alfheim parte para o reino dos humanos, Quimera. Onde os reinos do Leste, do Norte e do Sul se juntam para a batalha.

" O céu desabou sua chuva impiedosamente, lavando o sangue de nossos corpos. Nunca havia visto um elfo morrer, e a tristeza tomou conta de mim. Se eu tivesse sido mais rápida, poderia salvá-la, mas não consegui. Nós não somos imortais, mas vivemos muito tempo, séculos e séculos de vida. Quando um elfo morrer, é sempre motivo de tristeza. Geralmente não morremos de causas naturais, mas em batalhas difíceis." - Página 94

No meio de tantos conflitos Anabel conhece um presunçoso elfo do sul, o tom de seus olhos era um azul muito escuro. E a partir dai Anabel passa a conhecer a liberdade dos elfos do sul, um lugar que não era dividido por raças, muito menos pela cor do olhos, lá eles são livres, e a liberdade lhe era tentadora.

" - Você nunca me pergunta nada? - Perguntei. ele sorriu presunçoso.
- Você diria que não? - Perguntou de volta, com aquele sorriso nos lábios.
- Não, mas...
- Isso define a questão! - Finalizou, sorrindo e com os olhos brilhando."

A guerra acaba, e tudo vai se encaixando no seu devido lugar... Certo? Errado! Quando parece que tudo está dando certo, algo inesperado acontece. A maldição anunciada logo no começo do livro entra em ação, resultando em um final épico.

Não preciso nem dizer se gostei, porque gostar não define. Trata-se mais de "Eu não acredito que já acabou!!" Uma leitura rápida, chamativa e épica. Não consegui parar de ler enquanto não terminasse, a história é muito envolvente, a escrita e o enredo são encantadores, só tenho a agradecer a autora por ter me dado a oportunidade de ler o livro.


site: http://decidindose.blogspot.com/
comentários(0)comente



Luciana 14/09/2015

Uma adorável surpresa!!!
Em o segredo dos elfos conhecemos a história de Anabel, uma elfo guerreira.
Anabel foi deixada na porta da casa dos seus pais adotivos ainda recém nascida. Sem saber o motivo pelo qual foi abandonada e na esperança de chamar a atenção dos pais biológicos ela treinou durante a vida inteira para se destacar entre os guerreiros do seu reino.

No Reino de Alfheim, a cor dos olhos define quem você é, e suas habilidades, seu destino.
Os elfos de olhos acinzentados eram da realeza, pois eram descendentes de lordes e filhos do rei. Os lordes que auxiliavam no governo, olhos violetas. Os destinados a ter o poder do conhecimento e da cura tinham olhos azuis. Aqueles destinados a se tornar guerreiros olhos verdes. Os olhos castanhos designavam os elfos artesãos e os empregados do castelo olhos cor mel.
As habilidades eram testadas em uma prova final e seria decidido em qual tropa o elfo de olhos verdes seria integrado. Se não fosse bom o suficiente para se tornar guerreiro em uma das tropas, seria caçador ou fabricante de armas.
E foi no teste de Anabel em que ela foi escolhida para ser guardiã de uma espada lendária perdida a muitos anos. Anabel é aceita na melhor tropa do reino, a fênix, e existe ainda mais três tropas, da águia, falcão e gavião.

Em uma guerra contra os trolls, Anabel parte para o reino dos homens, Quimera, reino aliado de Alfheim. No caminho para Quimera Anabel quase perde a vida e é resgatada por um elfo de olhos azuis, do reino do Sul e inimigo declarado do reino de Anabel. A partir dai tudo muda, o que Anabel acreditava ser liberdade já não faz nenhum sentido para ela, uma maldição severa é revelada, a origem da espada e de Anabel é desvendada, um vilão improvável se revela mais maligno do que qualquer outro, tudo isso em meio a uma guerra massacrante, onde grandes perdas serão sofridas.

Em o segredo dos elfos a autora nos presenteia com uma história mágica, encantadora, cheia de descobertas e reviravoltas.
É totalmente viciante e empolgante.

P.S: Vi em Anabel uma protagonista como a muito não via em livros. É uma guerreira fantástica e sem mimimis rs.
comentários(0)comente



MariPotter 01/10/2021

O que rolou?
Olha, foi difícil ler, e eu sabia que ia ser.
Minha amiga mandou eu ler e me avisou que era ruim, e mesmo assim eu li.
O que salva é a história, mas de resto, tudo ruim
O enredo daria uma história bem legal, mas não foi o que aconteceu

Se vc quiser ler, leia, mas já está avisado de que é ruim
comentários(0)comente



KEL 23/01/2021

02 | O Segredo dos Elfos
Uau, que leitura! Ainda estou sem fôlego!

Admito que quando comecei, não estava muito animada, cheguei a pensar que seria uma leitura simples e fraca e que terminaria logo para começar outro livro, mas o que aconteceu foi o contrário. Eu me surpreendi de verdade com esse livro e com a sua qualidade. Houve momentos em que fiquei arrepiada, sem fôlego, apaixonada e sim, chorei horrores. Fazia muito tempo desde que deixei lágrimas caírem durante uma leitura. Tenho que agradecer a Paula, autora desse livro incrível. Ela me mostrou que tem muito na literatura brasileira para ser lida e explorada, muito além dos livros estrangeiros que costumamos ler e consumir. Tenho que deixar um aviso, se você for uma pessoa ansiosa irá sofrer com o final, assim como eu, mas irei me recuperar. Que plot twist (ultimos capítulos são de enlouquecer) Meu Deus!!! Recomendo que leiam, não irão se arrepender.

Att. Kel
comentários(0)comente



Natalia 03/08/2019

Tem potencial, mas....
Essa resenha não é apenas para você, caro leitor. Ela é principalmente para a autora deste livro.

Sabe aquele livro que é extremamente promissor, mas que por falta de experiência do autor ele peca em alguns momentos? Pois é... Esse livro é um exemplo disso.

Nele somos apresentados a Anabel, um jovem elfa que esta prestes a se tornar uma guerreira.
No reino em que ela vive, os elfos são divididos de acordo com a tonalidade dos olhos, ou seja, verde para os guerreiros; azul para os curandeiros; mel para os serviçais do castelo; cinza para os nobres; etc.

Para entrar para um dos clãs/exércitos do rei, ela precisa passar por um teste, e quando ela finaliza o teste, é presenteada com uma espada milenar que dá ao portador um enorme poder. Porém, em troca o guerreiro perde a vida, pois ela suga sua força.
Ela esconde esse fato de todos, mas a partir dai sabemos que o destino de Anabel é vital para o futuro da raça élfica e que existe uma outra pessoa com uma espada semelhante a dela por ai. E que juntos eles conduzirão os elfos a vitória contra os trolls.


Os trolls começam a se mobilizar e juntam um enorme exército que está indo em direção ao reino dos homens, e por isso, os clãs elficos do norte (onde vive Anabel), sul (que até então são inimigos do norte, mas fazem uma trégua apenas neste momento) e oeste partem para ajudar na batalha.
No meio do caminho ela encontra um grupo de trolls, e acaba sendo gravemente ferida, mas é salva por Gabriel, um elfo do sul e que possui uma espada exatamente igual a dela, porém, totalmente negra.
Fica claro que o destino deles esta entrelaçado, mas será que ela pode confiar nesse elfo, ainda mais sendo ele do clã rival ao dela?

O enredo é simples, mas funciona, pois vamos ter outros elementos inseridos, o que envolve o leitor do início do livro até o fim.
Mas, tem alguns problemas...

O primeiro é o texto.
Ele não tem fluídez. O que isso quer dizer? A impressão que dá é que ela escreveu como pensava na hora. Então, vem uma frase e ponto. Outra frase e ponto. Mais uma e ponto.
Os pontos, conforme apreendemos na alfabetização, são pausas maiores para respiração e para mudança de ideias.
Quando você vai ler, isso quebra totalmente o seu ritmo. Ela poderia ter escrito a mesma coisa, usando vírgulas...ponto e vírgula...ou conectivos.
Ou seja, faltou revisão no texto.
Contem quantos pontos finais vocês acham nesse único parágrafo. E leiam ele em voz alta.


"Anabel crescia uma menina linda. Ela seria uma guerreira. Seus olhos verde-claros indicavam isso. Ramiel orgulhou-se da filha, que com o passar dos anos se tornou uma habilidosa guerreira. A menina treinava com espadas, arco e flecha, punhais, facas de caça, lanças e sabia lutar sem armas. Estava se tornando uma guerreira poderosa." - pág 13

Uma dica que dou a autora é: leia o seu texto em voz alta após terminar cada capítulo. Você vai perceber como é difícil manter o ritmo de leitura e vai melhorar consideravelmente o seu texto. Quando fazemos faculdade de jornalismo, nós aprendemos a fazer isso para pegar os erros no texto.
#ficaadica

O segundo problema que vi foram algumas falhas no desenvolvimento do enredo.
Na parte em que Anabel conhece Gabriel, ela esta sozinha lutando e Gabriel aparece para ajuda-la.
Até ai tudo bem. Ele diz a Anabel que: "Sou Gabriel, mandei meus homens na minha frente hoje quando senti o fedor dos trolls. Fiquei para destruí-los, então senti um cheiro de erva-doce com mel e encontrei você morrendo." - pág 105

Nós vamos descobrir mais pra frente que Gabriel faz parte da realeza do reino do sul. Então...desculpe autora, mas acho que temos um problema aqui. Nunca...em hipótese alguma, um exército que se encontra em viagem para uma guerra contra trolls, tendo um membro da realeza em sua companhia, deixaria esse membro para trás para lutar sozinho contra os trolls e continuaria a viagem.
#nãofazsentido

Outro erro quando eles se encontram, mas esse acho que é digitação mesmo...

"O elfo tinha uma armadura negra e capa da mesma cor. Gritou para mim que ele era um elfo do sul. Nossos amigos pensei. Ele deve ter pensado a mesma coisa naquele instante. Só me salvou porque achou que eu fosse alguém indefeso. Mas agora seus olhos estavam prontos para a batalha..." - pág 103

Como bem sabemos, eles são inimigos. E não amigos.

Outro ponto que quero ressaltar é a falta de experiência da autora. Isso não é problema, afinal, é a estreia dela. Ninguém nasce sabendo. Mas na minha opinião, faltou maturidade como escritora.
Calma...eu explico...

Exemplo: Um nobre é assassinado, e isso causa um reboliço na vida de Anabel. Mas a autora simplesmente diz que o nobre em questão foi assassinado e já parte para a aventura de Anabel rumo ao resgate dos injustiçados.
Cadê a comoção, ou reboliço no castelo ao saberem do assassinato? Não tem.

Dois personagens muito importantes morrem. E mais uma vez a informação é dada. Mas valia à pena um capítulo com a dramaticidade dessa hora.

A autora conseguiu criar um enredo muito bom, desenvolvendo bem a questão da mitologia que envolve os elfos e o mistério acerca o destino de Anabel, criou personagens cativantes, mas na hora de desenvolver o texto em si, faltou experiência para saber onde ela deveria focar mais e onde ela poderia deixar do jeito que estava.
Na minha opinião, faltou ela sentar com alguém, talvez um autor mais velho, um revisor, ou até mesmo ter um leitor Beta para mostrar o caminho para ela.

O mais difícil, ela conseguiu: criar uma história interessante. O texto, ela pode consertar em uma próxima edição ou na continuação (se é que tem continuação, pois no livro não consta nada de que seria uma série e procurando na internet não encontrei essa informação).

A leitura é super rápida, pois o livro é fino e como apontei anteriormente, a história te envolve. A diagramação do livro esta muito bem feita e além do erro que apresentei acima, não achei outros erros de português ou digitação.

Os erros que apontei não diminuem de forma alguma o trabalho dela. Ela é sim um talento da literatura e tem um futuro promissor na área. Eu adoraria ler a continuação desta história, pois tem margem para continuar e tenho certeza que com o tempo e a prática ela vai melhorar e muito a escrita.
Estou apontando os erros, justamente para que ela aprenda com eles e possa conserta-los. Minha intenção não é desanima-la ou denegri-la. Muito pelo contrário. Deixo aqui o meu apelo para a autora de que continue a história e lembre de mim quando for lançar o próximo livro, onde quero meu exemplar autografado, pois tenho certeza que ela será uma grande escritora!
=)


site: http://www.perdidanabiblioteca.com.br/2019/07/o-segredo-dos-elfos.html
comentários(0)comente



Jess 27/09/2015

Gostei bastante!
No reino de Alfheim, a rígida ditadura dividia a sociedade a partir da cor dos olhos e, nada nem ninguém poderia ir de contra o seu futuro, sua função e sua profissão - correspondente a cor de seus olhos. Cinzas: realeza; Violeta: auxiliares do governo; Azuis: curandeiros; Verdes: guerreiros; Castanhos: artesãos; Mel: empregados.

Quando o rei de Alfheim, Galizur, percebeu que sua filha - ainda bebê - não tinha os olhos cinzentos da família real - mas sim, verdes - descobriu que sua esposa o havia traído com um elfo guerreiro. Decidiu então, deixar a criança, no meio da noite, em frente a casa de um casal de elfos guerreiros que não tinham filhos. O casal acolheu a criança, uma linda elfo que foi chamada de Anabel.

Anabel cresceu recebendo muito amor de seus pais, embora soubesse que não eram os verdadeiros. Quando fez 18 anos, precisou passar por testes para provar sua habilidade como guerreira e mostrar que merecia um posto em uma das quatro tropas responsáveis pela segurança do reino, mantendo-o a salvo de todo e qualquer perigo, principalmente dos trolls fedidos com mais de dois metros de altura. As tropas protetoras são Tropa da Águia, Tropa do Falcão, Tropa do Gavião e Tropa da Fênix, a melhor de todas, liderava pelo elfo rígido e exemplar, Nataniel.

É a partir desse teste que a vida de Anabel começa a mudar por completo, e tudo que ela tinha como certezas, passa a escorrer pelos seus dedos quando ela vê - dia após dia - a responsabilidade e a dificuldade que é guardar tanto poder e conhecimento.

"Você é jovem, Anabel. No entanto, sua reputação a precede, conhecemos o seu nome pelas suas habilidades."

Em um mundo mágico de um reino só de elfos, aliança entre homens, guerras travadas entre trolls, maldições e espadas lendárias, a autora Paula Pagliarini me proporcionou encantadores momentos de leitura e fantasia. Amor, amizade, revolta e heroísmo foram sentimentos bastante fortes na história. Ah, e claro, não poderia faltar romance. Eu adoro casais (sou dessas que shippa muito) e sobre isso, só vou dizer que torci muito por um certo casal, não vou dizer qual, pra deixar vocês na curiosidade. Mas adianto dizendo que os dois juntos foi... LINDO! E o final do livro? As últimas páginas me deram um susto! Foi tenso e muito, muito bem escrito. Foi surpreendente! Tais fatos me deram a sensação de estar assistindo um lindo filme da Disney, daqueles que você chama os amigos e a família para assistir numa tarde de domingo em casa, ou num cinema. Anabel é o tipo de protagonista que cativa, e lembrou-me princesas como Mulan e Pocahontas, dessas que não têm mimimi e estão sempre dispostas a lutar pelo que lhe pertece e por todos que ama. A narrativa é leve, fácil de acompanhar e quando você percebe... acabou. Ficou um gostinho de quero mais.


site: www.arosadoprincipe.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Carolina DC 17/10/2015

O reino de Alfhein tem uma característica peculiar: a sociedade é dividida de acordo com a cor dos olhos de seus habitantes.

"As funções no reino eram distribuídas de acordo com a cor dos olhos. Os elfos de olhos acinzentados eram da realeza, pois eram descendentes de lordes ou filhos do rei. Os lordes que auxiliavam no governo tinham lindos olhos violetas. Os elfos destinados a ter o poder do conhecimento e da cura tinham olhos azuis. Aqueles destinados a se tornar guerreiros tinham olhos verdes. Os olhos castanhos designavam os elfos artesãos, ao passo que os empregados do castelo tinham olhos cor de mel." (p.11).

Acontece que o rei Galizur percebe que sua filha recém-nascida não tem os olhos cinza, como seria esperado da família real. Dessa forma, ele tem a prova da infidelidade da rainha. Decidido, uma noite ele deixa a bebê na residência de Ramiel e Theiliel, um casal guerreiro que não tem filhos.

Os dois chamam a criança encontrada de Anabel. Anabel é amada por seus pais adotivos e é uma guerreira nata. Vários anos se passam e ao completar 18 anos ela precisa realizar um grande teste, onde acaba se destacando e descobrindo que está envolvida em uma antiga maldição.

O livro conta os acontecimentos que se passam após esse grande teste e o leitor vai conhecendo esse magnífico mundo criado pela autora. Descobrimos que no sul, os elfos não vivem em uma sociedade de castas e que a cor dos olhos não é um parâmetro importante.

E é do sul que surge um elfo arrogante e ao mesmo tempo intrigante, capaz de mexer com Anabel. Como se isso não fosse suficiente, o próprio príncipe Bariel se envolve na trama e o passado da protagonista está mais perto do que ela imagina.

A trama foi muito bem construída e tem todos os elementos necessários para prender a atenção do leitor. Um grande segredo, uma protagonista forte e carismática, uma lenda e dois personagens completamente diferentes e ao mesmo tempo, atraentes.

Em relação à revisão, diagramação e layout foi realizado um bom trabalho. A capa combina com a trama, porém a coloração deixou-a um pouco apagada.
comentários(0)comente



Pri 10/07/2016

Qual é a cor dos seus olhos?
Estava animada para ler esse livro, já que adoro fantasia e nunca li nada apenas sobre elfos. Achei que a história fosse ser parecida com a série Fadas, mas não foi, o que é muito bom, por inovar. ^^

"— Como faz para ser tão corajosa, Anabel?
— Eu tenho medo como qualquer pessoa, o segredo é não deixar o medo controlar suas ações — respondi."

No reino onde Anabel vive, Alfheim, os elfos são separados por raças dependendo da cor dos seus olhos. Se são castanhos, tornam-se artesãos; os funcionários do palácio possuem olhos cor de mel; os curandeiros têm olhos azuis; nobres com olhos violeta; a família real possui os olhos acinzentados; e se os olhos são verdes, como os de Anabel, seu destino é ser guerreiro. Ana é a melhor guerreira da sua turma e sabe que jamais escolheria outro destino para si, mas sente que as regras do reino são rígidas demais e que alguns elfos não conseguem se enquadrar nessas divisões impostas pelo rei Galizur.

"Alguns dançavam, outros cantavam em coro com os instrumentos e as músicas antigas. O clima estava agradável. Sentada ao lado de Uriel, comecei a perceber as coisas de outra forma. Éramos tão oprimidos pelas leis do reino, e aquele era um momento raro de liberdade."

Ao completarem 18 anos, os elfos guerreiros precisam passar por um teste e, dependendo de como se saem nele, podem entrar para uma das quatro diferentes tropas do reino, ou então tornam-se caçadores ou fabricantes de armas. Ao final do teste, Ana enfrenta uma batalha inesperada e torna-se portadora de uma espada mágica, criada pelos elfos há séculos, na primeira guerra contra os trolls. Mas junto com a espada vêm muitos segredos e uma grande responsabilidade.

"Delicadamente, ela abriu a tampa e tirou dali a espada mais linda em que já pus meus olhos. Era branca e brilhante, com o punho feito de pequenos diamantes. Era longa demais para mim. No entanto, quando Galadriel a entregou a mim e a toquei com hesitação, ela diminuiu de tamanho e se ajustou perfeitamente. Meu coração bateu com força, e senti que a espada retribuiu essa batida. Éramos uma só naquele momento, senti a ligação forte e inquebrável com aquela bela espada, senti a força que emanava dela e fitei Galadriel, confusa."

Ao começar a trabalhar, Anabel desperta o interesse do príncipe Bariel, por ser muito bonita e habilidosa. Mas essa paixão é proibida, já que elfos de raças diferentes não podem ter relacionamentos, e Ana faz o possível para se afastar de Bariel, apesar da insistência dele. Com a aproximação do príncipe, Ana também provoca o ódio do rei, que quer impedir esse romance a qualquer custo. Mas talvez esse não seja o único motivo que alimenta tanto rancor.

"— Uma vez eu lhe disse que você enfeitiçava todos os homens. A grande verdade é que você me enfeitiça, Anabel. Eu sempre consigo o que eu quero e no momento, minha linda guerreira, eu quero você. Mas não se preocupe, não vou obrigá-la a nada; vou beijá-la porque você vai pedir — ali estava o sorriso presunçoso."

Quando os trolls ameaçam atacar o reino de humanos aliados, Anabel parte em uma perigosa missão. Assim, conhece Gabriel, um lindo elfo do Sul, com cabelos curtos e olhos azuis, convencido e mandão, mas que a conquista desde o primeiro encontro. Ela sabe que não pode fugir do seu destino, que é se casar com seu melhor amigo Uriel e defender o reino, mas não consegue parar de pensar no quanto os elfos seriam mais felizes se tivessem mais liberdade. Em meio a lutas e amores, segredos são revelados e Anabel precisa decidir qual é a escolha certa a ser feita, de modo a não magoar quem ama e não colocar vidas em risco.

"— Deve se sentir honrada, Anabel. Ser a escolhida pode ser difícil e por vezes um fardo, mas sempre é uma honra. — disse ele misteriosamente, e havia sabedoria em seu olhar."

Apesar de jovem, Anabel é forte e decidida. É feliz com sua vida, mas ainda tem curiosidade de saber quem são seus verdeiros pais. Ela foi abandonada na porta de um casal de elfos quando nasceu e foi adotada por eles. Sempre foi muito amada, mas durante a infância algumas crianças a insultavam por isso. Ela é uma garota meiga, esperta e, às vezes, ingênua e distraída. Com tantas qualidades e habilidades, atrai a atenção de elfos e homens, nem sempre positivamente. Gabriel é um elfo atraente, experiente e poderoso, que vem de um reino com muito mais liberdade do que o reino de Anabel. A ligação entre eles é instantânea e intensa. Anabel se vê dividida entre a paixão por Gabriel, o romance com o príncipe Bariel e o futuro que deveria ter com Uriel, seu melhor amigo de infância, com quem acredita que deva se casar. Em meio a tantas confusões, conta com o apoio de Debiel, sua melhor amiga, e Juliel, sua curandeira e confidente. Os personagens são carismáticos e rapidamente nos sentimos próximos da protagonista, desejando que tudo dê certo para ela.

"Os amigos são aqueles lindos seres que escolhemos para ficar ao nosso lado e compartilhar nossas vidas."

A história se desenrola em um ritmo acelerado. É surpreendente a quantidade de acontecimentos em tão poucas páginas. O livro tem bastante ação, várias batalhas, mas o ponto alto é o romance. Gostei de como as coisas acontecem com Ana e Gabriel, mas prefiro quando o foco do livro de fantasia não é o relacionamento amoroso dos personagens. A autora soube muito bem encaixar ação, aventura, mistério, drama, mas tudo era sempre secundário ao amor. Não que tenha sido ruim, mas gostaria de um foco maior nas estratégias, lutas e costumes dos elfos. Acho que algumas partes poderiam ser descritas mais lentamente também, o que daria maior destaque para certos acontecimentos.
A escrita da Paula é bem fluida, o que contribui para uma leitura muito rápida, e o enredo é agradável de ler. O final surpreende e a cada segredo revelado percebemos como a história foi bem montada.
A narrativa é em primeira pessoa, sempre pelo ponto de vista de Anabel. A capa é muito bonita e tem tudo a ver com o conteúdo. A diagramação é bem feita, só achei que as margens poderiam ser um pouco maiores, tinha a sensação de que as páginas estavam muito cheias enquanto lia.
Gostei bastante da leitura e do desfecho. Recomendo para quem se identifica com livros de fantasia leves, mas que não possuem obrigatoriamente apenas acontecimentos felizes. Aguardo a sequência da história agora, para descobrir mais sobre esses segredos dos elfos! 😃

site: http://www.sigolendo.com.br/2016/07/cheiro-de-livro-novo-o-segredo-dos-elfos.html
comentários(0)comente



Bela 31/01/2017

O Segredo dos Elfos. Autora: Paula Pagliarini. Páginas: 264. Editora: Novo Século. Eu estava curiosa para conferir a história, pois já li muitos livros com elfos, mas não me lembro de ter lido um onde eles são os protagonistas e gostei muito do que encontrei em O Segredo dos Elfos.

Anabel é um elfo guerreiro. Em Alfheim, as funções de cada elfo são definidas pelas cores de seus olhos. Os elfos de olhos acinzentados são da realeza, pois são descendentes de lordes ou filhos do rei. Os lordes tem olhos violetas; os dos curandeiros são azuis; dos artesãos, castanhos; os dos empregados do castelo são cor de mel; e os guerreiros tem olhos verdes. Os olhos de Anabel deveriam ser acinzentados, mas são verdes. O rei não podia mudar as cores que via, isso significava que sua esposa o havia traído com um guerreiro e, por sorte dele, o rei ainda não havia descoberto a sua identidade.

"Sempre me perguntei como os seres se tornavam traidores, se era por desejo de poder, vingança, ódio, honra, ou rancor, ou se simplesmente eles se cansavam de obedecer ordens e seguiam o próprio caminho. Naquele momento, entendi que era um pouco de cada, variava de traidor para traidor. No meu caso, era vingança, era cansaço, era revolta."

Mas, ninguém mais saberia dessa traição. Após dizer que a criança havia morrido, o rei Galizur deixa Anabel na porta de um casal de guerreiros elfos. Anabel nunca teve problemas com seus pais adotivos ou com a cor de seus olhos, ela havia nascido para ser uma guerreira e amava aquele casal que a havia criado como uma filha de sangue. Apesar de, ocasionalmente, se perguntar sobre quem seriam seus pais biológicos. Mas, nem todos tinham a mesma sorte, alguns não conseguiam se encaixar nas funções que deveria exercer.

"Aprendi a usar o arco e as flechas naquele dia, mas aprendi a ouvir o meu coração, entrar em comunhão com a colina e entender que a arma que eu tinha na mão era destrutiva, mas que sempre existe aquilo que você precisa destruir e que todo tipo de arma precisa ser manipulado com cuidado para não ferir as lindas criaturas inocentes."

Ao completar 18 anos, Anabel é submetida a um teste que irá determinar qual será a tropa em que ela irá servir, ou se ela se tornará uma caçadora ou uma fabricante de armas (caso não passe no teste). Mas, a menina se sai surpreendentemente bem, pois vence uma batalha com um troll poderoso e ainda recebe uma espada mágica capaz de muitos feitos. Entretanto, ciente do rastro de destruição que a espada leva consigo, ela se mantém quieta e guarda a existência da mesma em segredo conforme a recomendação de Galadriel, a criatura élfica que lhe deu a espada. Ela fica sabendo ainda que a espada tem um par e fica ainda mais poderosa quando usada ao lado do portador de seu par. Mas, ela utiliza a energia de seu portador e deve ser usada com cuidado, ou poderá acabar com a vida daquele que a empunha.

Ela é então designada para a tropa da Fênix e recebe como uma de suas funções a tarefa de vigiar a realeza. Em um desses serviços, descobre que o príncipe Bariel há muito nutre sentimentos platônicos por ela, e, de fato, existe uma atração entre os dois. Mas Anabel não se ilude, ela sabe que não é possível existir um relacionamento de verdade entre eles, elfos com cores de olhos diferentes, e não está disposta a lutar por isso. O rei também não fica nada contente com esse história e direciona toda a sua fúria à Anabel.

'-Achei apenas engraçado a expressão que você utilizou, "não quero ser apenas a rainha." Nunca pediria a você que deixasse de ser quem é, minha bela e teimosa guerreira[...]'

É quando uma ameaça leva a tropa do Fênix até o Reino de Quimera, o reinos dos homens, antigos aliados de Alfheim. No caminho Anabel se separa de seus homens e acaba encontrando um elfo inimigo, Gabriel, um elfo do Sul. Mas, as circunstâncias aproximam os dois e uma trégua inesperada é os firmada através desses dois personagens. Entretanto, conviver com os elfos do Sul, apenas revela o quão presa Anabel se sente em Alfheim. Gabriel mexe com seus sentimentos e lhe deixa em dúvida a respeito do seu futuro certo ao lado de seu melhor amigo, Uriel, e seu lugar na Tropa da Fênix.

Anabel é forte, muito bonita e habilidosa, ela cresceu e passou a chamar atenção de todos a sua volta. E, pensar que quando pequena era alvo de zoações dos colegas por ter sido abandonada por seus pais biológicos. Ela definitivamente não está acostumada com toda essa competição e se sente confusa e dividida. Confesso que no início fiquei um pouco irritada com todos esses romances, mas felizmente Anabel não é aquele tipo de personagem indecisa que fica três livros para decidir com quem irá ficar. Tudo bem que alguns acontecimentos lhe deram um empurrãozinho.... Gabriel é um elfo um pouco convencido, muito bonito, charmoso e bem mais experiente. O reino dos Sul tem costumes muito diferentes de Alfheim, começando por não ter toda essa coisa com a cor dos olhos. Ele viveu um grande amor e se pergunta se terá a sorte de viver isso novamente. Já Uriel é fofo e leal, faz tempo que se apaixonou por Ana e espera que um dia o mesmo aconteça com ela. Ele, Anabel e Debiel são amigos desde pequenos.

Curti muito a leitura, estava precisando de algo mais leve depois de um período bem puxado na faculdade. Muita coisa acontece e não pude deixar de me surpreender com isso, por que o livro não possui tantas páginas assim. Mas até que não achei que a autora tenha corrido com a história. O final foi muito fofo e me deixou bastante satisfeita, mas acho que se fosse a autora teria terminado o livro um pouco antes para deixar os leitores mais ansiosos com a sequência Muahahahah. Não que eu não esteja ansiosa. Quero muito saber o que mais Paula tem planejado para Bariel, Gabriel e Anabel.

"-Você nasceu para ser o que quiser ser."

site: sigolendo.com.br
Gedi 07/03/2017minha estante
quero ler parece muito interessante !!!


Maristela 11/08/2017minha estante
Li esse livro ano passado e gostei muito. Amo leituras de fantasia, principalmente tendo elfos no meio. Achei sua resenha muito boa. Parabéns.




Juliana 02/12/2016

Resenha - blog Nossa Estante Nacional: O Segredo dos Elfos
Olá, pessoal, tudo bem com vocês?
Mais uma leitura nacional concluída e com gostinho de quero mais, ou, por favor, escreva uma continuação.

Hoje, conversaremos sobre o livro, O segredo dos Elfos, da autora Paula Pagliarini. Uma aventura envolvente e poderosa. E, quando digo poderosa, falo de todos os sentidos, o poder da autora para criar um mundo mágico e personagens cativantes, o poder de fazer o leitor "lutar" a cada página e tornar-se um elfo guerreiro, o poder de criar uma protagonista que nos faça ter orgulho de ser mulher... o poder da escrita!

A obra de Pagliarini nos leva ao um reino élfico envolto na tirania de um rei, Galizier, que criou leis e aprisionou a todos com uma separação por "castas" determinando o destino de todos através da cor de seus olhos.

E com o orgulho ferido, após constatar uma traição, torna tudo ainda mais frio e severo. Entre essas separações no reino, nosso foco são os guerreiros, elfos que nascem com olhos na cor verde e, como uma jovem guerreira de um passado tão intenso e ao mesmo tempo esquecido, torna-se uma lenda viva.

Um enredo com muita aventura, amizade, guerra, segredos e amor, faz com que o leitor deseje um mundo como aquele. Personagens cativantes e completam todo o enredo, e me fez torcer por cada um.

Anabel, nossa guerreira, Ana. Totalmente destemida, a brava jovem elfa percebe que sua vida mudou quando concluiu um importante teste e algumas revelações forçaram a verdade vir a tona. Munida de um grande segredo, Anabel encontra o amor em meio a guerra. Porém, esse sentimento não é apenas o que ela sente, mas também o que ela pode causar quando não é recíproco.Nossa guerreira aprende com cada uma de suas atitudes, ação e reação, e luta por sua felicidade até o final.

Gabriel, o " estranho guerreiro do sul" que salvara e conquistou sua amada. Ele é presunçoso, porém, completamente divertido e acessível aos seus súditos. Isso mesmo, Gabriel é o rei dos elfos do sul, e toda sua forma de governar, apresentar a liberdade, conquistou Anabel e seus amigos.
Esse rei tem uma profunda história e que, até então, pensava já ter vivido um amor que lhe foi arrancado. Mas, ao se deparar com a elfa dos olhos verdes e cabelos platinados, fica totalmente entregue ao sentimento.

Bariel, o príncipe primogênito de Galizier, de um elfo encantador, torna-se um monstro terrível e cruel. porém, o motivo de tamanha mudança acaba te conquistando, pois sabemos a verdade. Ele encontra o destino obscuro e um desfecho bem merecido, de acordo com seus atos.

Pessoal, vale lembra que, esses são os personagens que mais se destacaram aos meus olhos, portanto, deixo aqui a indicação de leitura.

Espaçamento e fonte são bem adequados, logo, não existe aquele cansaço após algum tempo de leitura. Diagramação muito simples - quase nada. Vocabulário de fácil compreensão e não há uso de expressões e gírias. Revisão positiva, apesar de ter encontrado pequenos e poucos erros na grafia/gramática. Entretanto, não afetou o entendimento da história. Todos os capítulos iniciam-se nas páginas ímpares, apenas com numeração e sem título. Esses não são extensos, totalizando trinta capítulos. Capa na cor verde com elementos que retratam muito tem a trama, utilizando a cor branca para o texto.

site: http://nossaestantenacional.blogspot.com.br/2016/12/resenha-o-segredo-dos-elfos-autora.html
comentários(0)comente



Barão 17/11/2015

Mais uma resenha de parceria!

Tenho que falar a vocês que o meu interesse por esse livro veio desde a primeira vez que o vi no site da editora. Após entrar em contato com a nossa querida parceira Paula Pagliarini e ser tratado com um imenso carinho, só posso afirmar que eu amei essa parceria, mas, o que eu mais amei foi comprovar o quanto esse livro é MARAVILHOSO. Vamos lá a um breve resumo desse livro!

O Livro começa com o nascimento de um bebê elfo de olhos verdes no palácio do reino de Alfheim. Misteriosamente ele é abandonado na porta de uma família de lordes desse reino, muito tempo se passa e esse bebê, chamado de Anabel, cresce forte, belo e muito inteligente, se tornando assim um prodígio desde sua infância.

No reino de Alfheim, as classes sociais são divididas pela cor dos seus olhos: verdes para os guerreiros; azuis para os curandeiros; violeta para os lordes; mel para os empregados do palácio; castanhos para os artesãos; e cinzentos para a realeza. Nossa personagem principal, como possui olhos verdes, é designada a ser uma guerreira, e aos seus dezoito anos precisa passar por um teste, para ser incorporada em uma das quatro frotas do reino: a Tropa da Águia, a Tropa do Falcão, a Tropa do Gavião ou a Tropa da Fênix. O pai adotivo de Anabel comanda a Tropa da Águia, da qual sua mãe também faz parte, ela não poderia fazer parte dessa tropa, pois seria considerada uma fraqueza do comandante. Então, Anabel tem ambição de entrar para a Tropa de Fênix, considerada a mais habilidosa das quatro.

Toda a ação do livro começa com o teste em que nossa brava personagem tem que entrar no covil do inimigo (os Trolls) e trazer algo para usar como prova de que esteve lá. Linda e poderosa, a jovem guerreira Anabel consegue completar seu desafio numa batalha e acaba abrindo um portal onde são reveladas uma elfo e uma espada. Mas, pergunto a vocês, quem será essa elfo e de onde veio essa espada?

E como todo e bom livro temos aqui aquele velho e bom romance, só que não aquele clichê triângulo amoroso, não, aqui a Paula nos jogou em um “quadrado” amoroso (sim, três personagens apaixonados pela nossa querida Anabel) coisa que eu não irei me aprofundar para deixar vocês com gostinho de quero mais!

E o que falar sobre a reta final desse livro? Nossa! Foi uma reviravolta muito louca, coisa de fazer você parar e falar: UAAAU, Paula você arrasou! Falando um pouco sobre a escrita da autora, só tenho uma coisinha a falar, eu senti falta da história sobre a vida dos demais personagens que rodeiam a Anabel, porém, isso não atrapalha em nenhum momento a leitura do livro. A Paula possui uma escrita muito fluída, coisa que torna a leitura de O Segredo dos Elfos muito rápida, ela não fica naquela descrição de tudo, que deixaria cansativa a leitura. Aqui é muito tudo direto ao ponto (coisa que eu amei!). Ela também tem a preocupação de amarrar todas as pontas que deixa soltas no decorrer da história, e com muita originalidade!

Bom galerinha é isso, acho que se eu me aprofundar mais na resenha, irei entrar em possíveis spoilers, e tenho a fé de que vocês irão procurar ler esse livro, porque para quem gosta de Elfos, ação e muito romance, vai ter um prato cheio. Leiam, vale muito a pena! Muito obrigado pelo voto de confiança Paula Pagliarini e, por favor, trate de terminar a continuação logo!

site: meninoliterario40.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Fábbio - @omeninoquele 22/06/2017

Amei demais!
"Eu achava que conhecia todos os caminhos do meu destino até você aparecer e mudar tudo."

Na rígida ditadura do rei Galizur do reino dos elfos de Alfheim, onde a sociedade é dividida de acordo com a cor dos olhos, nasce uma elfa, chamada Anabel, fruto de um amor proibido, que será o estopim de uma revolução, pois ela perceberá que aquela forma de organização é injusta, e que uma característica física não pode definir quem se é.

Anabel possui os olhos verdes e de acordo com a forma de organização ela pertencerá aos guerreios e pra isso, quando ela chegar a idade adulta passará por uma prova que a guiará para uma das tropas de defesa do reino, que vive sob constantes ataques dos trolls, inimigos naturais dos elfos. Anabel em sua prova é revelada à uma maldição sobre uma espada antiga, que por algum motivo a havia lhe escolhido.

A guerreira passará por muitos desafios e logo de cara atraí os olhares de ódio do rei, ao mesmo tempo em que o príncipe se apaixona perdidamente por ela. É um amor impossível por causa da forma de organização da sociedade de Alfheim.

Prevendo isso, o rei manda guerreiros outros guerreiros para buscar a princesa de Quimera que era prometida do principe seu filho, e no caminho ela conheceria um elfo dos olhos azuis que mudaria totalmente sua vida.

A vida de Anabel muda completamente e segredos da sua origem, a guerra que bate a porta dos reinos, com a ameaça dos trolls e um novo inimigo que surge vão ser os pontos fortes do livro.

Vale a pena ressaltar que Anabel é uma personagem feminina de muita personalidade, uma vez que ela é uma guerreira, e difere justamente por isso. Então o empoderamento feminino se faz presente em toda a obra.

Uma história carregada de aventuras, mistério, romance e muitas reviravoltas. Uma fantasia que te prende à cada capítulo, com uma narrativa bem estruturada e com a linguagem de fácil acesso, O segredo dos elfos tem tudo pra te conquistar assim como me conquistou.

site: https://www.instagram.com/p/BVnlPVZBKyU/?taken-by=omeninoquele
comentários(0)comente



Isabela | @readingwithbells 28/05/2017

Anabel é uma guerreira do reino Alfheim. Ela treinou sua vida toda para ter aprovação de seus pais.
Nesse reino, a cor de seus olhos define o que você vai ser. Se os olhos fossem verdes, o destino seria se tornar um guerreiro. Existiam quatro tropas, sendo a mais forte a Fênix, na qual Anabel faz parte.
Uma de suas primeiras ordens é fazer a guarda da família real. Ela é pega de surpresa ao ver o príncipe Bariel se declarando para ela, mesmo sabendo que o amor deles não pode se concretizar, devido a diferença na cor de seus olhos. (Os elfos da realeza possuem olhos acizentados).
Na ameaça de trolls entrarem no reino dos homens, Anabel, seu melhor amigo Uriel e seu comandante Nataniel vão lutar contra eles.
No entanto, Anabel quase morre nas mãos de um troll e é salva pelo rei Gabriel, do sul e inimigo de Alfheim.
E assim começa a sua aventura. Ela se vê dividida entre a certeza de que vai se casar com seu melhor amigo, Uriel, a obsessão do príncipe Bariel e o ego enorme de Gabriel.
-
A autora criou um mundo e personagens incríveis, com muita ação e aventura na medida certa. Na trama toda ficamos curisos de como a revelação virá a tona, e o que acontece em seguida. Escrever sobre elfos é um trabalho delicado, e Paula o fez bem.
comentários(0)comente



Garotinha ruiva 15/05/2017

Maravilhoso
"A cor de seus olhos defini quem você é, suas habilidades, seu destino."
???????
O livro é uma fantasia cheio de mistérios é segredos, e sim um romance élfico ?
Ana eu era uma elfa guerreira que aprendeu a lutar desde muito pequena. Seu destino foi entregue aos elfos guerreiros quando ainda era uma bebê, logo após o rei, Galizar de Alfheim descobrir que ela era fruto de um relacionamento proibido, em que sua mulher Lailah, o traíra com um elfo guerreiro.
???????
Então Anabeu nasceu pra ser uma guerreira por conta dos seus olhos verdes. Os que nasceram para essa função quando completar 18 anos, fazem um teste para saber se estão pronto para tal. É foi neste teste que Ana descobriu a existência de uma espada lendária. Por trás dessa espada tem toda uma história ?...
???????
Continuando... Em meio a viagem para tratar de guerra contra Trolls, surge um elfo do Sul de olhos azuis - marinhos que também acaba roubando o coração dela. nisso tudo guerra contra os Trolls, vamos, nos deparar com muito amor, sedução, intrigas segredos, mortes. Aonde essa incrível história vai dar só lendo esse livro maravilhoso pra saber. ?
comentários(0)comente



22 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR