A Pequena Vendedora de Fósforos

A Pequena Vendedora de Fósforos Hans Christian Andersen




Resenhas - A Pequena Vendedora de Fósforos


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Débora 07/06/2020

Crítica social em um conto infantil
Um conto infantil extremamente tocante e que deixa o leitor reflexivo sobre a desigualdade social. Apesar de ser antigo, traz uma reflexão ainda pertinente.

É uma história desoladora e impactante. Em minha leitura, sinestésica como sou, senti arrepios e profunda tristeza.

O cenário, ambientado em festas de fim de ano, deixa o conto ainda mais pesado.
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Samara 18/10/2018

Hans Christian Andersen, 1838
Ultimamente estou nostálgica, e os contos infantis, foram os escolhidos para relembrar minha infância e adolescência. Ao pesquisar, me deparo com esse triste conto de Hans Christian Andersen, eu ainda não o tinha lido, e fiquei emocionada e surpresa com a triste história da pequena vendedora de fósforos. O último dia do ano, e a garotinha trabalhando no frio cortante, observando as decorações de natal. Enquanto tentava se esquentar com um reles palito de fósforos. Ela era invisível na sociedade, e o seu sofrimento se estampava nos olhos. Nunca um conto, pareceu tão realista e igual aos nossos dias atuais. Hans Christian Andersen foi um exímio contador de histórias, quem não lembra da linda e triste história do patinho feio.
Silvio 18/10/2018minha estante
Esse conto é mesmo lindo! Você entendeu o que aconteceu com a menina no final, né?


Samara 18/10/2018minha estante
Sim, um triste e realista final




Ingrid.Oliveira 19/09/2018

Realista
Apesar de ser super curtinho, o conto tem uma força bem interessante. Dá para desenvolver uma história inteira depois de... sei lá, dez minutos de leitura. É realmente muito bom e me deu vontade de ler outras coisas do autor.
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Carol 30/08/2018

A Pequena Vendedora de Fósforos é um clássico conto de Hans Christian Andersen, um dos nomes mais importantes da literatura infanto-juvenil (basta lembrar da medalha que leva o seu nome e que é cedida anualmente pela International Board on Books for Young People). A história curta é habilidosa em mexe com a imaginação do leitor, mas mesmo que comece com “Era uma vez...” o seu final não é nada feliz.
O enredo se desenvolve a partir da véspera de Ano Novo, quando todos deveriam estar reunidos junto aos seus familiares, envoltos de uma farta mesa para celebrar o feriado. Está nevando, e uma pobre menina não conseguiu vender sequer um único fósforo e, por vergonha ou medo de seu pai, decide não voltar para casa, ficando exposta ao frio e à sua própria imaginação.
Neste conto se tornam evidentes a miséria humana e a exploração infantil. Embora escrito para crianças, suas implicações são profundas. Vale ressaltar que esta narrativa foi escrita pela primeira vez em 1838, e desde então esta mesma realidade se repete em nossa sociedade, que segue injusta e incapaz de proteger os mais indefesos.
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leila.goncalves 18/07/2018

Manifesto Contra A Desigualdade Sovial
De acordo com a acadêmica norte-americana, Maria Tatar, especialista em histórias infantis, poucas histórias para o público mirim celebram o sofrimento como o conto "A Pequena Vendedora de Fósforos".

Nele, não há príncipes ou princesas, fadas ou feiticeiros. Com traços realistas, muitas vezes criticados pelo excesso de sentimentalismo, a narrativa exibe com imagens vívidas a miséria humana e a exploração infantil. Sequer o triunfo da protagonista, um pré-requisito para o gênero, existe.

Aliás, esse fato propiciou inúmeras adaptações da obra ao longo dos anos, garantindo não só a salvação da pequena vendedora como uma vida confortável ao lado de uma nova família. Sem dúvida, Andersen ficaria desolado pela inflexão positiva dada a história, a medida que, vivendo num século de inquietação social e política, o que ele pretendeu foi exibir seu manifesto contra a desigualdade social.

"A Pequena Vendedora de Fósforos" é um de meus contos preferidos, só que cabe a cada pai ou responsável decidir o melhor momento para oferecê-lo ao pequeno leitor, assim como orientá-lo, pois em suas páginas, a tragédia surge assustadoramente real.

Para quem se interessar, sugiro outra leitura: "Negrinha" de Monteiro Lobato. Destinado ao público adulto, além de guardar semelhanças com o tema, é apresentado mediante um olhar bem brasileiro.
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Clarissa (@proximaprimavera) 03/06/2017

Fogo + neve
A Pequena Vendedora de Fósforos é realmente um conto de fadas, mas não tem princesas, príncipes em seus cavalos, rainhas más, pássaros assobiando ou porcos que falam. É uma simples estória de uma menininha pobre e sem-teto que não tinha para onde ir na noite de Ano Novo e tem a companhia apenas de caixas de fósforo.
Inicialmente fiquei achando que a internet estava errada quando dizia que o livro tem apenas OITO páginas, mas era realmente isso. Um conto pequenino infantil que minha mãe deveria ter conhecimento da existência dele quando eu era criança. Eu gostaria de ter ouvido essa história e desde cedo ter pensado sobre o assunto retratado no conto. A leitura é mágica e ao mesmo tempo triste. Eu consegui perfeitamente imaginar o cenário do livro e queria mergulhar nas páginas e salvar a menininha sem nome. Ela perambulava pelas ruas vendo a felicidade das pessoas por um novo ano chegar, mas ela estava com frio e com fome. É quando ela começa a acender fósforos para se esquentar e algumas mágicas acontecem.

LEIA TODA A RESENHA NO BLOG PROXIMA PRIMAVERA!

site: http://www.proximaprimavera.com/2017/06/resenha-pequena-vendedora-de-fosforos.html
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ZDAloy 22/05/2017

É um conto minúsculo de 8 páginas que, apesar de parecer pouca coisa, é na verdade uma gracinha. É triste também, te deixa com o coração apertado. Eu acho interessante perceber que uma coisa bem feita pode te marcar e te fazer lembrar dela mesmo quando é tão pequenina e singela.
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Keylla 31/10/2016

Recordo de ler esse conto quando eu tinha por volta de 6 ou 7 anos. Acredito que tenha sido um dos primeiros livros que li na vida, e por isso me marcou tanto. Li numa edição linda da editora Record de 1972, toda colorida que me instigava a entrar na história.
Trata-se de um conto clássico para crianças, e acontece na época do Natal. Essa data nos remete aos melhores sentimentos humanos: alegria, bondade coletiva, gentileza e caridade. Infelizmente, tais sentimentos são apenas uma máscara daquilo que a maioria de nós colocamos num curto período de tempo.
O conto narra a tentativa de uma criança, em pleno inverno europeu, que sai pelas ruas na noite de Natal para vender fósforos. Passando fome e frio nas ruas, ela não retorna para casa, pois já que não vendeu nenhum fósforo ela teme as surras do pai. A pequena resolve acender seus fósforos para tentar se aquecer. Então, uma luz de esperança surge para ela.
Incrível como um conto pequeno me fez, tão pequena em idade, despertar sentimentos tão nobres como a compaixão e respeito pelos que têm menos sorte que a gente. O livro tem uma crítica social pesada. Embora num final triste, vejo que como uma forma de alívio o fim da personagem. Também ao acender os fósforos a menina nos mostra o poder da imaginação, que apesar de todas as mazelas, teve um pequeno momento de prazer.
Li esse conto muitas vezes quando crianças. Muitas! E cada vez minha empatia e compaixão pela vendedora de fósforos aumentava. Queria ajudá-la de alguma forma. Na primeira vez que li acreditava que algo mágico aconteceria, um "milagre de natal", que ajudaria a pequena vendedora de fósforos. Contudo, aconteceu que percebi uma quebra de paradigmas de uma sociedade que exclui as minorias, não se importando muitas vezes com os outros, que não tem compaixão, uma sociedade cruel, que não dá espaço para sonhos de uma menininha tola que sai em plena noite de Natal para vender fósforos e acredita que poderá ser feliz um dia.
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Ueslei 07/09/2016

Independente da idade
Livro muito bom. É destinado ao público infantil, mas todos deveriam ler esse livrinho.... Retrata as festas natalinas visto por uma criança pobre que enfrenta o frio e o padrasto (não me lembro bem, faz tempo que li).
A autora consegue trazer à tona de forma clara e interessante a reflexão de como gestos simples podem fazer toda a diferença na vida de alguém.
Ueslei 07/09/2016minha estante
Perdoem o agafe rsrsr é autor, não autora rsrsr




Blog MDL 07/02/2016

Na noite da véspera do Ano-Novo, durante o rígido inverno europeu, uma pequena menina passa pelas ruas, descalça e sem nada que possa cobrir-lhe a cabeça, numa tentativa de vender suas caixinhas de fósforo. Tal tentativa mostra-se infrutífera, pois durante o dia não conseguiu vender sequer uma caixinha, ou mesmo arranjar uma moeda. Ela teme regressar para casa, pois seu pai lhe bateria por seu fracasso e, de acordo com o narrador, não teria tanta diferença de temperatura em casa ou nas ruas. Numa tentativa de abrigar-se, ela entra no espaço entre duas casas, enquanto observa as famílias e seus lares decorados ainda de Natal, crianças com seus presentes e mesas fartas para a ceia. A menina então resolve acender seus fósforos para tentar aquecer-se. Eis então que, magicamente, as pequenas luzes de esperança manifestam-se de forma única e extraordinária para a jovem.

Não vou tentar vender uma imagem de pessoa forte para vocês (até porque, quem acompanha minhas resenhas aqui no blog, sabe que não sou), eu tive que jogar uma água no rosto após reler esse conto para resenhar. A história é extremamente triste, beirando o trauma!

Hans Christian Andersen é bem conhecido entre aqueles que apreciam contos de fada, como o autor carrasco. Vocês puderam ter uma prova disso com a resenha d’A Pequena Sereia. Nesse conto, Andersen usa de uma data geralmente festiva, onde os sentimentos de bondade afloram até mesmo nos corações mais duros e gelados (Abraços, Scrooge), para fazer uma crítica social.

Mas Marcel, o conto mal tem três folhas! Onde você está vendo crítica social ali?

Vamos lá, caros amigos: Uma pobre moça, que, em poucas linhas do texto, pudemos notar que tem uma família disfuncional e que tenta a todo custo ganhar míseras moedas para sobreviver vendendo um item extremamente banal e acaba por ser vítima de sua situação... É tão raro assim encontrarmos alguém nessa situação, mesmo em nosso país?

Ao ler esse conto, após a dor emocional gigante que ele me traz, a primeira coisa a me atingir é uma sensação de vergonha. Quantas “Pequenas Vendedoras de Fósforos” já não encontrei em minha vida e acabei por ignorar, considerando-as como parte da paisagem? Imagino esse ter sido o objetivo do autor com o texto. A crítica se encontra em nós, que nos tornamos tão “virtuosos” durante a eufórica onda natalina, tão bem disseminada por Charles Dickens, mas que na verdade tanta generosidade encontra-se muito mais vinculada a sentimentos egoístas que a uma genuína bondade.

Fora essa crítica, Andersen nos mostra que ainda podemos considerar a história um conto de fadas quando vemos o fantástico acontecer. A ideia da transformação das pequenas chamas, que meche com os diversos sentidos da menina, gera uma dúvida em nossas mentes se aquilo de fato está acontecendo ou se não passa de um devaneio de alguém que teve tão poucas alegrias na vida. Ele nos mostra que a imaginação pode sim ser uma poderosa arma contra as mazelas da vida, por mais duras e irreversíveis que possam ser.

Com um final de partir o coração, ao mesmo tempo em que a menina finalmente encontra seu alívio, esse conto mexe com nossos sentidos. Com sua escrita incrível é possível sentirmos frio com a garota, ou mesmo ter as mesmas sensações que ela, ao riscar aqueles fósforos.

Nossa, Marcel! Que mensagem mais triste! É Natal!

Meu objetivo, ao resenhar esse pequeno conto, não é estragar as comemorações de ninguém. É claro que não temos como socorrer a todos que estão ao nosso redor. Mas fica aqui meu apelo: Não se deixe levar por uma onda de alegria. Que você, que está lendo essas poucas palavras, possa manter essa aura da generosidade e bondade não durante um mês, mas durante toda a vida. E que sempre que você puder, estenda a sua mão para aquela pequena jovem entra casas, que luta com todas as forças por algo que é um direito de todos: viver.

Por isso, desejo a todos um Feliz Natal, e que possamos ser gratos pelos pequenos milagres que temos em nossas vidas.

site: http://www.mundodoslivros.com/2015/12/resenha-especial-pequena-vendedora-de.html
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Rê Lamounier 16/11/2015

A história de Ano Novo mais triste do mundo
Conto lindo e profundo, trata com singeleza sofrimento e a desigualdade social. É um daqueles contos de fadas universais, sendo carregado de significação tanto para crianças (permitindo iniciar com elas uma reflexão sobre caridade, amor e desigualdade) e para adultos.
É a história de ano novo mais triste do mundo e o meu conto de fadas preferido.
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Sheila Lima 10/06/2015

Um conto perturbador e emocionante!
Um clássico destruidor de corações. Escolhi lê-lo pois é um conto fantástico que ainda não conhecia, só tinha me deparado seu título quando o baixei na Amazon. Ele traz uma crítica aberta à exploração do trabalho infantil e diferenças econômicas, sem contar de um apelo emocional que chega a chocar os leitores na sua conclusão.
Até agora não tenho muita certeza se gostei ou não desta trama. Apesar de ter uma mensagem importante, não conseguiu fisgar minha atenção. Sabe, para entrar nos meus favoritos uma história precisa ter um diferencial que me surpreenda. Porém, não posso negar que foi bom experimentar uma leitura que nos faz refletir, que não serve apenas para pura diversão.

Para conhecer mais contos, acesse:

site: http://www.docesonhoalado.com/2015/06/contos-que-li-no-kindle-junho-de-2015.html
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@bagagem.literaria 08/07/2014

Sonhos
Esse foi meu primeiro livro virtual e fui agraciada com uma linda lição onde a pequena vendedora nos ensina que sonhar pode levá-lo à concretização dos mesmos dependendo da intensidade dos nossos desejos e ir além da realidade.
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Cris 13/06/2014

Muito bom
É um conto muito emocionante, adorei.
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