O Terceiro Testamento

O Terceiro Testamento Christopher Galt




Resenhas - O Terceiro Testamento


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Yasmin.Latchuc 12/04/2020

Final inesperado e surpreendente
Ao encontrar esse livro em um sebo não tinha a mínima ideia da história incrível que eu leria.
O livro começa como uma história comum, desenvolvimento dos personagens, criação de um contexto e de uma problemática, até aí ok.
De repente você se vê imerso em um mundo de ficção científica incrível, trata de assuntos super atuais, você acredita que tudo o que acontece no livro poderia muito bem acontecer em seu futuro próximo (muito próximo).
Mas o melhor ainda estaria por vir, o final, exatamente o final, o acontecimento da última página, que da um sentido totalmente diferente para a narrativa INTEIRA e te faz reviver todos os acontecimentos anteriores sob um olhar novo.
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Douglas 30/04/2017

Esse livro é tão Black Mirror.
Visões e surtos de suicídio começam a acontecer sem nenhuma explicação aparente, e a humanidade está aquietada em busca de uma resposta a estes fatos, cientistas buscam uma explicação racional incansavelmente.
A história vai se revelando de por diversas visões diferentes. Hora pelos personagens principais, hora pelas pessoas que tem as visões.
Algumas dessas levam o leitor a diversas passagens na história. Desde: ataques vikings, a uma investida de sobrevivência de um animal pré-histórico.

O livro ainda levanta questões delicadas, acerta da ciência x religião, e coloca o senso-crítico do leitor pra funcionar.

Um dos personagens principais é um psicanalista conhecido no ramo. Conforme vamos acompanhando este, várias patologias psicológicas vão sendo apresentadas, e todas são exemplificadas, ajudando a o leitor conhecer a definição de cada uma destas.

O livro é cheio de referências, principalmente à ficção científica, como Arthur C. Clark, Matrix entre outros.
Por ser visto por diversas visões o livro vai deixar o leitor tenso e atônico pelo final.

Será uma viagem, não somente no tempo, mas acerta da mente humana.
Ele nos levará a pensar em coisas como: até onde dependemos da tecnologia? Até que ponto a tecnologia trabalhará a nosso favor? Será essa a única e verdadeira realidade?

Crítico, sagaz e perspicaz a escrita de Chistopher Galt te prenderá até o final.



site: https://www.youtube.com/watch?v=0Ho4g78i9_4
Driih (@dinbookerland) 03/05/2017minha estante
Só seu comentário sobre Black Mirror já me fez querer ler!




Bruno 06/07/2017

Estamos nos tornando.
O Terceiro Testamento é um livro fascinante que testa sua capacidade de imaginação. Além de cada capítulo ser sobre um personagem, alguns de diferentes países, o autor conta a história de vida de cada um e mostra a ligação que há entre todos com o mistério que vem acontecendo. Tornando melhor a percepção do problema global e o impacto que há nas pessoas, apresentando questões religiosas e científicas.

A genialidade do autor torna a leitura mais difícil, o uso de termos científicos, a viagem temporal, diálogos de teorias científicas que requer uma concentração e provavelmente a releitura para tentar entender o que acontece. Imaginar algo além da realidade é um desafio para a mente. Em alguns pontos percebe-se a semelhança com a teoria da Matrix, desenvolvendo a história de maneira profunda que te faz questionar a realidade.

"Tudo aquilo em que possa pensar, tudo aquilo que possa se lembrar existe como um conjunto específico de neurônios em seu cérebro. Você se conecta com eles todos os dias e dá a isso o nome de memória. As desconexões ocasionais chamam-se esquecimento; a desconexão permanente é o jamais vu, quando tudo parece estar sendo visto pela primeira vez. Quando uma conexão falha e o leva a confundir o que vê com o que recorda, é o déjà-vu.

Lendo este livro, você pode ainda lembrar-se da última pessoa com quem falou, do último recinto em que esteve antes do espaço onde agora se encontra. Pessoas, ambientes, seu próprio corpo existem como grupos de neurônios em sua mente: como conceitos. Mas a pergunta que você deve fazer é: eles existem apenas em minha mente? Sou o único ocupante deste universo, e a função exclusiva do livro que agora leio consiste em lembrar-me desse fato?"

Particularmente, notei um pouco do estilo dos livros de Dan Brown, onde suas histórias também contém um amplo conhecimento de religião, ciência, história. É um livro que quem gosta de ficção científica combinado com um conhecimento enriquecedor, considerando descrições extensas e teorias científicas de bugar a mente, e que as vezes podem se tornar cansativa a leitura, é um livro com o qual não irá se decepcionar.
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Bruna 03/03/2020

Muito bom
Muito além da minha capacidade mental, é isso.
Eu não sei nem como descrever esse livro... As problemáticas que traz é simplesmente incrível. Religião vs Ciência é o foco principal e eu fiquei bem satisfeita em como foi retratado.
Os mistérios desse livro são tão complexos, tão bem feitos, tão reais e tão Black Mirror que acabou e eu estou aqui em choque.
O final traz uma outra problemática em relação a inteligência artificial que é de se parar e refletir.
Recomendo.
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Flávia 21/06/2020

Chocada
A temos não lia um livro tão bom. O terceiro testamento é um livro que todo amante de ficção científica deveria ler.
Super embasado em termos científicos e médicos sem perder a fluidez ou se tornam enfadonho. História simplesmente incrível com um desfecho surpreendente.
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Eremita suburbana 15/12/2018

Livro maravilhoso!
Ficção científica total do início ao fim, história que envolve e nos faz pensar no personagem pensar nas coisas que estão acontecendo
E o final, o que falar dele....
livro maravilhoso super recomendo
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Jeffa Koontz 25/03/2017

Saga Literária
Vejam minha resenha nesse link
http://www.sagaliteraria.com.br/2017/03/resenha-206-o-terceiro-testamento.html?m=1
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Caverna 25/04/2017

O Terceiro Testamento começa deixando o leitor tenso. Dividido em três partes, a primeira nos mostra um mundo assustador com pessoas tendo alucinações, suicidando-se e ocasionando acidades. Os relatos, antes discretos, foram ganhando proporções maiores quando não apenas uma pessoa, mas um grupo de em torno dezessete pessoas se jogaram de uma ponte famosa e movimentada no meio do dia. O policial, que sentiu algo estranho ao observar o grupo, chegou a se aproximar e questionar a líder do grupo, que não mostrara indício algum do que planejava fazer. Pelo contrário, ela estava em paz. Tudo o que disse, quando o policial tentou impedi-la, foi que estava tudo bem, pois eles estavam se tornando. Assim como todos os outros suicidas.

Estamos nos tornando

Se tornando? Mas no que? E por quê?

Essas questões inundam a mente dos psiquiatras e neurocientistas. Juntos, eles tentam encontrar uma resposta para a histeria. Uma epidemia, um vírus sendo disseminado, mas não havia um paciente zero. E tampouco havia sentido no fato de as pessoas pararem no meio da rua, parecendo hipnotizadas. Olhando para o além, como se não estivessem ali. Como se estivessem olhando para algo que não estava ali. Ou seriam eles que não estavam ali naquele momento? Será que eles existiam mesmo? Porque todas aquelas visões... Elas não pareciam alucinações. Elas pareciam extremamente palpáveis. Eram mais reais do que a própria vida que viviam.

No meio da onda de suicídios e acidentes causados por motoristas no meio de um deja vu ou pedestres distraídos pelo mesmo motivo, John Macbeth se esforça para encontrar a conexão entre a realidade e a ilusão, já que ele próprio tem sofrido dos mesmos sintomas, embora em frequência menor. É só quando ele presencia um suicida levando junto à morte um padre, é que John se dá conta da gravidade e seriedade do que está vivendo. O mundo está em crise. As alucinações são globais, e pioram a cada dia que passa. Eventos estranhos também deixam os cidadãos alertas. Um terremoto que causa diversas mortes, sem um único objeto quebrado. Sem nenhuma evidência de que de fato houvera um terremoto.

John Macbeth é psiquiatra e neurocientista, portanto ele e seus colegas debatem bastante o lado científico da história. Eles sempre tem um diagnóstico de prontidão a ser dado, mas lá no fundo, sabem que a alucinação em massa não provém das determinadas doenças. Outros, já se voltam para a religião, à procura de uma luz.

Seguindo pistas atrás de respostas, John vai se ver no meio de uma rede complexa envolvendo o FBI, seu projeto para criar uma inteligência artificial autônoma, e muito mistério.

É difícil falar sobre O Terceiro Testamento sem soltar spoilers. A história é inteligente e mantêm as teorias em aberto o tempo todo. Apesar de abusar um pouco nos termos científicos, todos são muito bem explicados, de forma a abranger todos os públicos. A única ressalva que tenho é a quantidade de páginas. Essa não é uma história onde a leitura flui com facilidade devido à sua complexidade, portanto a extensão da mesma me incomodou bastante. De início, me senti presa e curiosa, mas em certa parte, honestamente, eu queria que resolvessem logo o mistério de uma vez por todas. Por conta disso, a leitura se tornou cansativa, e imagino que eu não tenha aproveitado 100% da história. A edição da nossa parceira Jangada está sensacional, mas o tamanho pequeno da letra também cansou um pouquinho. Mas o livro já tem 400 páginas, então entendo que não havia muito o que fazer nesse quesito.

Um ponto positivo é que os capítulos são curtos e intercalados entre os personagens. O nosso personagem principal é o John, mas contamos também com outros importantes, que fazem parte da trajetória de John, e também com alguns secundários que relatam suas experiências, seus deja vus, o que foi bem interessante para compreender melhor o que eles enxergavam e sentiam naquelas horas entorpecedoras.

Eu sou mais ligada em obras juvenis e leves, mas para todos que gostam de quebrar a cabeça lendo e tentando chegar à uma conclusão para todo o suspense contido nas páginas, super indico O Terceiro Testamento. Vou usar o último parágrafo da sinopse para fechar a resenha, porque ela é perfeita para descrever o livro: Uma história eletrizante que o fará questionar a sua perspectiva da realidade. E até mesmo a sua sanidade...

site: http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2017/04/o-terceiro-testamento.html
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Jansen 23/10/2017

Livro estranho. Difícil, pois trata de assuntos ligados à física moderna e à construção de cérebros eletrônicos com capacidade de processamento iguais aos naturais mas com maior capacidade de armazenamento, visto que basta acrescentar hardwares compatíveis e ir ampliando indefinidamente a capacidade de armazenamento. Mas não é só isto. Os personagens estão sempre com a sensação de "de já vu" mas se sentem mergulhados em lugares como por exemplo na formação da terra, onde o oxigênio era escasso. Há um conceito de Singularidade, um misto de religião com ciência.
Observam que as pessoas têm uma "tendência humana a crer em alguma coisa, pouco importando que seja falsa. Assim, fizeram da ciência a religião deles. Acham que Deus ainda não existe, mas vai existir. Porque vamos criá-lo. A ciência nos tornará Deus."
“Toda tecnologia suficientemente avançada não se distinguirá da magia”, é outro conceito que permeia o livro.
Existem os Simulistas para quem toda forma de inteligência suficientemente avançada não se distinguirá de Deus. "Acreditam que seja nosso destino emergir da futura Singularidade como pós-humanos, depois super-humanos, em seguida semidivinos".
Tive que consultar o dicionário várias vezes pois há termos de física quântica e outras, que desconheço. Diria que é assombroso mas não um bom divertimento. Cansa.
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Jago 29/08/2017

Final surpreendente
Ficção bem elaborada com final surpreendente. Vale a pena!
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Antonio Cesar 27/08/2019

Haja imaginação.
Muito bom.
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Fer Kaczynski 19/05/2017

Não sou muito de ler sobre ficção científica mas resolvi me aventurar, afinal, é muito fácil e confortável lermos somente o que gostamos mais, não é mesmo?

Nesta história futurística, existe um projeto intitulado Projeto de Mapeamento Cognitivo de Copenhagen, onde um neurocientista John Macbeth acredita que quando uma pessoa não se identifica com o mundo em que vive, ele é capaz de criar um próprio.

site: http://dailyofbooks.blogspot.com.br/2017/05/resenha-o-terceiro-testamento.html
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Alex Nascimentto 29/06/2017

Muito louco!!
O livro não é uma leitura simples, foi a minha leitura mais demorada do mês, tem muitos narradores envolvidos, diversos cenários, mas que acredito ser um ponto positivo na obra, já que a história acorrenta o leitor, deixando que a gente se surpreenda a cada cena. Muito, muito, muito, muito bom!! No início do livro, temos uma mulher que vai explicar sobre um projeto que vai causar uma reviravolta no mundo: o PROJETO UM, que tem como objetivo principal criar uma inteligência autônoma entre a humildade e o universo. Nisso, pessoas de todo o mundo estão morrendo e tendo tremendas alucinações, com que faz o psiquiatria e neurocientista John Macbeth desembarcar em Boston para ajudar nesse projeto.
Chegando em Boston, ele se encontra com um amigo de longa data, o Peter Corbin, que relata para que visões estão acontecendo ao redor do mundo, e que essas visões são, na verdade, lembranças do passado histórico, causando até morte. Extremistas religiosos acreditam que é o fim do mundo se aproximando e causado todo esse revés no mundo.
Temos em O Terceiro Testamento a presença da Ciência e Religião. Vale muito a pena, é uma leitura bastante agradável, o autor consegue nessa obra trazer a ficção, suspende e o fim do mundo. Agora tem que ler com muita dedicação, para que nada passe em branco!
Leiam!
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Julia G 07/07/2017

O Terceiro Testamento
Imaginar um thriller apocalíptico que envolve uma série de suicídios em massa, alucinações, pessoas que presenciam fatos históricos acontecidos há centenas ou milhares de anos e um quê de matrix é um pouco difícil, mas essa é a base de O terceiro testamento, de Christopher Galt. Meio louco, eu concordo, e por isso comecei a leitura sem saber o que esperar dessa mistura, mas não é que deu certo?

O livro, de capítulos curtos narrados sempre em terceira pessoa, intercala a visão do psiquiatra John Macbeth, que tenta avaliar com olhos profissionais as alucinações que estão se espalhando por todo o mundo, e outros personagens, espalhados por todos os cantos do planeta, que presenciam alguma experiência causada por esse fenômeno alucinatório e que passam a ver o mundo a partir de outra perspectiva.

"- Não sei não, John, mas algo de muito esquisito está acontecendo por aí. Uma peste ou coisa assim. Uma peste da mente. - Casey fez uma careta e enquadrou a frase em aspas simuladas com os dedos no ar. - As pessoas andam apavoradas. Eu ando apavorado com tudo isso. Hoje mesmo tive de pular de volta para a calçada porque não vi um carro que se aproximava. Se o motorista não tivesse buzinado, eu teria sido atingido. Mas, depois que o carro se foi, fiquei me perguntando se ele tinha estado mesmo ali. As pessoas parecem confusas, sem saber em que acreditar. Descobrir a causa do problema é, a meu ver, o grande desafio psiquiátrico do século."

Essa construção, que altera o ponto de vista com o passar dos capítulos, dá dinamicidade ao texto, já que não se prende exclusivamente ao núcleo central da história. Por outro lado, essas passagens se tornam bastante cansativas em alguns momentos, visto que, depois de acompanhar as visões de dois ou três desses personagens aleatórios e entender como ocorria essa anomalia, eu estava mais interessada em me centrar no cerne da trama e entender o que estava causando tudo aquilo de uma vez.

No entanto, esses saltos de perspectiva se estenderam até o fim do livro e toda vez que aparecia um novo personagem, batia um desânimo de começar o novo capítulo desse até então desconhecido. E o pior de tudo foi perceber, ao final do livro, que eles não são mesmo tão importantes e não fariam muita falta se não estivessem presentes. Devo destacar que esse foi um problema que se apresentou para a minha leitura, e foi mais motivacional do que do texto em si, porque assim que começava a ler, eu mergulhava inteiramente na nova trama e esquecia minha birra, inclusive com vontade de ler um pouco mais sobre cada uma delas. Outro leitor poderia achar essas passagens mais interessantes que todo o resto, aliás.

Fora esse problema, a leitura de O terceiro testamento foi bastante interessante. Mesmo com capítulos curtos e uma escrita ágil, o livro tem um enredo denso, por vários motivos. Primeiro porque envolve aspectos psicológicos intensos, afinal Macbeth é psiquiatra e, além de se autoavaliar constantemente, ele discorre minucias sobre doenças mentais, os eventos alucinatórios e as possíveis causas originadas da mente.

"- Recordo-me de estar aqui há quinze minutos. Recordo-me de estar aqui antes de você me olhar. Mas recordo-me disso agora. Essa recordação de existência foi gerada nesse momento. Talvez a memória presente seja real, não a existência passada. O fato de eu me lembrar de estar aqui há quinze minutos não significa que estivesse mesmo."

Além disso, há frequentes referências a conceitos abstratos da física, da tecnologia como um todo e mesmo da filosofia, o que insere uma grandes reflexões a cada diálogo. Particularmente, isso foi o que mais me interessou no livro, mesmo porque a linguagem utilizada para explicar esses conceitos eram simplificadas e claras, mesmo para os iniciantes dessas áreas. Nesse aspecto, a trama me lembrou um pouco de Matéria Escura, uma das melhores leituras que fiz em 2017, e utiliza até as mesmas referências, como a experiência do Gato de Schrödinger.

O livro consegue ainda trazer uma construção psicológica complexa de todos os personagens - que são muitos -, o que enriquece a trama e permite um vínculo entre o leitor e a história. É interessante ver que todos eles são consistentes e ricos, pois mesmo em poucas páginas o autor conseguiu dar forma às suas características mais imateriais. Fica claro o conhecimento de Galt nas mais diversas áreas, já que não seria possível construir uma trama tão complexa se não tivesse instrução nas matérias discutidas na obra.

"'Talvez eu devesse me tornar um escritor', pensou. Macbeth, o psiquiatra, sabia que as narrativas de ficção e os distúrbios mentais brotavam da mesma semente: escritores eram, em grande medida, tipos esquizofrênicos não patológicos. Quanto maior seu grau de esquizofrenia não patológica, mais apresentavam tendência ao pensamento mágico e mais criativas eram suas obras."

Quase ao fim da leitura, descobri que Christopher Galt é, na verdade, um pseudônimo do autor Craig Russel. Só vim a conhecer essa informação quando Craig Russel curtiu e retweetou meu tweet sobre o livro, e eu fui pesquisar quem seria ele. O autor, que escreve romances policiais, parece ter criado o pseudônimo para assinar as tramas que fogem a esse gênero, embora O terceiro testamento seja a única até o momento. Preciso confessar que me senti importante, rsrs.

O fechamento do livro é surpreendente, irônico e sugestivo, e nos faz questionar até que ponto o que vemos é ou não real - mesmo as coisas mais simples do dia a dia. Talvez não seja uma leitura para todos, pois exige raciocínio constante para acompanhar a história. Para quem quer uma leitura mais aprofundada, tenho certeza de que será uma ótima opção.

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2017/06/o-terceiro-testamento-christopher-galt.html
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