Polícia

Polícia Jo Nesbø




Resenhas - Polícia


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Cabrardo 13/08/2017

Suspeito pra falar
Não é segredo que eu amo Nesbo desde o primeiro livro dele que eu tive em mãos. E Polícia me surpreendeu muito, o que eu amo em um livro de assassinato. Não tenho muito oque dizer, só que todas as criticas negativas que eu li a respeito caíram por terra (na minha humilde opinião) e Nesbo mais uma vez entregou um thriller de qualidade.
Daniela.Schnath 14/08/2017minha estante
Também gostei muito desse livro, de todos que li do Jo Nesbo até agora, este foi o melhor. Mas achei que ficaram algumas pontas soltas, como por exemplo a personagem Silje que perseguiu o Harry o livro inteiro, e foi revelado que era irmã de um esquizofrênico, mas não entendi qual foi a relevância disso na trama? Outro ponto foi a total mudança de foco no assassino, esqueceram do tal do Valentim, que permaneceu solto e na última página da a entender que mataria Aurora, o que leva o leitor a pensar em uma continuação do livro. Resumindo, adorei, mas achei sem nexo algumas partes.


andreapa 25/08/2017minha estante
Oi, concordo em relação a Silje, aonde ela foi parar?? Mas apesar dessas pontas soltas adorei o livro, fiquei feliz pelo Harry, não aguentava mais vê-lo sofrer tanto, leste O Fantasma? Alias desde Boneco de Neve que o autor estava massacrando o detetive. E a Beate? Não precisava ser ela ne? Muito suspense e surpresas, as vezes tinha que reler pra acreditar. Indico!!!




Aione 04/09/2017

Depois do angustiante final de O Fantasma, Polícia, décimo livro da série policial de Jo Nesbo protagonizada por Harry Hole, chega com o mesmo clima da finalização de seu antecessor e se faz uma leitura eletrizante do início ao fim.

Policiais começam a ser mortos em cenas de crimes não solucionados e em situações semelhantes aos casos anteriores, de maneira que o grupo de policiais amigos de Harry Hole precisa se reunir para investigar e deter o assassino.

Assim como nos demais livros da série, a narrativa se dá em terceira pessoa, intercalando a perspectiva das mais diversas personagens. Assim, o leitor tem um panorama complexo sobre os acontecimentos, importante para formar toda a teia de pistas na qual cada caso se desenvolve.

Não sei se por estar motivada pelo nono volume, lido recentemente, ou pelo próprio enredo do décimo em si; o que sei é que Polícia foi, dentre os demais, de longe o que mais me prendeu durante a leitura. A narrativa é completamente viciante, ao passo que o caso fisga o leitor desde o início. Foram diversos os acontecimentos e reviravoltas, e me senti virando as páginas enfurecidamente, devorando a leitura e finalizando a história com os ombros doloridos, de tanta tensão e adrenalina acumuladas.

É verdade que alguns dos truques estilísticos de Jo Nesbo ficam evidentes, ainda mais após já ter lido vários de seus livros, de maneira que algumas de suas “pegadinhas” puderam ser percebidas e não causaram, talvez, a surpresa desejada; contudo, o panorama geral dos crimes foi bem sucedidamente mantido em segredo, e não fui capaz de descobrir quem os cometia ou o motivo preciso para cometê-los – apenas supus uma ideia geral e superficial – de modo que segui até o fim angustiada pela resolução e temerosa pelos possíveis acontecimentos. E Jo Nesbo não decepcionou em nada; pelo contrário, entregou um livro com uma trama extremamente bem estruturada, como de praxe, com personagens, no geral, complexas e bem trabalhadas, além das mais diversas sensações transbordando das páginas: senti medo, asco, apreensão, tristeza, alegria, emoção. De fato, talvez seja a habilidade de Jo Nesbo em dar vida às personagens que faz com que seus livros sejam igualmente vívidos.

No resumo, Polícia se tornou meu livro favorito da série até então, roubando rapidamente o posto que seu antecessor tão brevemente assumiu, por ter sido capaz de me fazer imergir por completo na leitura e ter despertado em mim, no decorrer das páginas, tantas sensações. Jo Nesbo habilmente deixou alguns ganchos para o próximo livro, Thirst, publicado este ano (e ainda sem lançamento no Brasil anunciado pela Record), mas conseguindo fechar a história trabalhada nele. E é claro que já não vejo a hora de embarcar em mais essa próxima leitura!

site: http://minhavidaliteraria.com.br/2017/09/01/resenha-policia-harry-hole-10-jo-nesbo/
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Luiza 19/09/2017

Polícia
A leitura de O Morcego no ano passado não foi uma experiencia que eu possa chamar de agradável. Não que a narrativa de Nesbo não seja boa (longe disso), mas me deixou com os nervos a flor da pele em vários momentos.

E mesmo sabendo que Jo Nesbo é sinônimo de adrenalina e tensão, não apenas solicitei Polícia (um dos lançamentos de Julho da Record) como depois comprei mais dois livro dessa criatura que estavam em promoção na Amazon (incluindo Boneco de Neve, que foi adaptado para os cinemas). Sabem aquela leitora que gosta de se borrar de medo? Então, acho que eu sou um bom caso desse tipo. hahaha

Durante muitos anos, o inspetor de policia Harry Hole usou seus insights brilhantes e sua dedicação nos principais casos de assassinato em Oslo. Mas não mais. Os anos na policia custaram muito a Harry.

Nem quando uma série de assassinatos brutais ocorrem contra a força policial de Oslo. Policiais que, mesmo com todos os seus esforços, não conseguiram solucionar, cruelmente assassinados nos locais em que os crimes foram cometidos. E esses crimes são só o início da conversa.

Há momentos na vida em que fugir se torna tão doloroso quanto ficar. Ficar e encarar o abismo que está olhando de volta para você. Aquele abismo em que Harry sempre se joga ao entrar em uma investigação.

Em um frenesi de quatro dias entre ler desesperadamente e fechar o livro por não aguentar o estresse da caçada ao assassino de policiais e de tudo mais que cercava a trama, Jo Nesbo, mais uma vez, trouxe uma narrativa eletrizante que só o afirmou como excelente contador de histórias.

site: http://www.oslivrosdebela.com/2017/09/policia-jo-nesbo.html
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