A Rainha Margot

A Rainha Margot Alexandre Dumas




Resenhas - A Rainha Margot


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@dropsdeleitura 01/08/2019

Uma visão romanceada dos eventos que levariam a morte do rei Carlos IX e o rei Henrique de Navarra ao trono da França, contrariando a vontade de ferro da temida Catarina de Médici. A história é centrada numa personagem que ocupou um papel importante pra tudo isso: a bela Rainha Margarida, uma mulher ambiciosa e de muitas paixões.

Traições, emboscadas, amores impossíveis, venenos e espadas.. Tudo que se pode esperar de um romance histórico ?dumesco?. .

Embora Margarida seja a peça que reúne os personagens e as engrenagens necessárias para a história, meu coração ficou com a dupla de amigos improváveis La Mole e Cocunás. Foram eles os responsáveis pelas emoções mais bonitas durante a minha leitura.. Me fizeram rir e chorar e torcer por seus destinos, mesmo já conhecendo o final da história.

Eu não costumo fazer nenhum tipo de crítica negativa. Porém, dessa vez, preciso comentar.. Até porque esse é um livro caro e acho que vale bater o pé no chão: muitos, muito, MUITOS erros de digitação. Isso me incomodou demais durante a leitura.. E acho inconcebível um livro que custa mais de 80 reais ter esse tipo de falha.
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leila.goncalves 11/07/2018

As Disputas Religiosas Na França Absolutista
?A Rainha Margot" é um romance histórico, de Alexandre Dumas. Publicado em 1845, é o primeiro volume de uma trilogia da qual também fazem parte "A Dama de Monsoreau" e os "Quarenta e Cinco".

Esses livros vão do final do reinado de Carlos IX até a morte de Henrique III, último rei da dinastia Valois. Aconselho a quem não estiver familiarizado com esse período, conhecer ao menos a biografia de Catarina de Médici cujo papel foi determinante para traçar o rumo da história, visto que ela dedicou a vida para perpetuar sua linhagem, o que custou muito caro para a França.

Catarina foi mãe de nove filhos, três reis e Margot, a única que herdou sua robustez, saúde inabalável e gênio difícil. Acusada de frívola e ninfomaníaca, a jovem é uma personagem polêmica, escolhida sob medida por Dumas para protagonizar a narrativa. Aliás, uma narrativa que também enfoca as disputas religiosas, em especial, "A Noite de São Bartolomeu", ocorrida durante a festa comemorativa desse santo em 24 de agosto de 1570.

Responsável por 30.000 mortes, esse episódio foi um massacre liderado pela maioria católica contra os huguenotes. Planejado pela Família Real, seu intuito era cessar com a onda de violência protestante após a tentativa de assassinato do seu líder, Almirante Gaspar de Coligny, ordenado pela própria Catarina. No entanto, a situação saiu do controle e a carnificina só foi contida meses depois.

Na realidade, a situação vinha se agravando desde a semana anterior, com as bodas de Margot e Henrique de Navarra, chefe da dinastia huguenote. Tendo como objetivo selar a paz religiosa, esse casamento desgostou a todos e acabou anulado após o casal ficar conhecido pela extensa lista de amantes. Curiosamente, Henrique de Navarra acabou sendo coroado rei, iniciou a dinastia dos Bourbon e pacificou a França.

Apesar do romance ser baseado em personagens e fatos reais, o leitor mais atento encontrará alguns aspectos inconsistentes com os registros históricos. Eles podem ser encarados como mera licença artística ou consequência de uma visão deturpada do passado.

Enfim, existe uma adaptação do livro para o cinema, vencedora da "Palma de Ouro" em Cannes, que recomendo. "A Rainha Margot" (2004) apresenta um bom desempenho de Isabele Adjani, todavia, são as cenas de extrema crueldade da "Noite de São Bartolomeu" que roubam atenção. Aliás, foram elas, que me levaram a conhecer a trilogia.
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Marina Elisa 26/09/2017

Margot
Um livro fascinante. Incrível como Dumas conseguiu mesclar história e fantasia na medida certa!O tipo de livro delicioso de ler (mesmo aos poucos) e difícil de largar.
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Juliana Santos 20/08/2017

Narrativa dinâmica com muitos diálogos. Personagens femininas muito interessantes (Margot, Catarina). Um livro sobre política e ambição, rsrs.
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dalemos 31/12/2012

O poder não tem limites. Nem o amor.
Estou viciado em Alexandre Dumas, pelo seu estilo dinâmico de narrativa, críticas da situação política e criações de situações cômicas, sob variados momentos da história francesa. Ao melhor estilo, aprende-se muito com este livro quanto aos bastidores da busca pelo poder no mais alto escalão político, algo muito atual nos dias de hoje. Catarina de Médicis pode muito bem ser considerada uma das maiores vilãs da literatura após esse romance. E Marguerite de Valois, a Rainha Margot, uma grande heroína, a frente do seu tempo, astuta, perspicaz e uma fervorosa amante. Vale cada linha.
Caroline.Demantova 22/06/2016minha estante
Amei este livro, fui atrás dele, quando assisti ao filme, pois me apaixonei pela história da Rainha Margot. Foi aí que comecei a ler os livros de Alexandre Dumas, que são muito bons e que nos permite conhecer a história da França.


Manini 13/01/2017minha estante
saiu uma edição da editora manole, porem tem 830 paginas, voce sabe o que muda dessa edição que voce leu para da editora manole?


Cleuzita 01/06/2017minha estante
Eu acabei de comprar essa edição. Descobri que não se trata do livro original mas sim de uma adaptação infanto juvenil, fiquei triste.


Manini 06/06/2017minha estante
O ideal e comprar a edição da Manole.


Cleuzita 06/06/2017minha estante
Vou procurar essa edição. Obrigada pela dica ;)


Manini 06/06/2017minha estante
Por nada.



Cleuzita 08/06/2017minha estante
Valeu, obrigada.


Manini 14/06/2017minha estante
Por nada.




Vida 29/08/2011

Um livro maravilhoso e sangrento! Eu fiquei chocada em alguns capítulos. A sede e a obcessão pelo poder enlouquece qualquer ser humano!!!
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Gláucia 08/02/2011

Romance histórico.
Adoro esse tipo de literatura que mistura história e ficção e considero esse um dos melhores no estilo. Alexandre Dumas é mestre na criação de um enredo apaixonante, cheio de suspense, intrigas, vingança, romance, perfídia e até magia negra.
Catarina de Médicis era o que poderíamos chamar de jararaca, caninana. E ainda com ajuda de um bruxo... pobre La Mole.
Romances também podem instruir, foi aqui que aprendi para nunca mais esquecer sobre a noite das garrafadas, ou de São Bartolomeu.
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