Os Quase Completos

Os Quase Completos Felippe Barbosa


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Resenhas - Os Quase Perfeitos


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Brenda.Silviero 08/01/2019

Legal!
Me prendeu bastante, porém achei um tanto quanto viajado. Srsrsrsrsrs mais foi muito útil, pois nos ensina a amar nossa verdadeira essência e ser quem nós queremos ser, não o que os outros esperam que sejamos.
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tillouco 07/01/2019

Tive a honra de poder ser indicado como finalista com minha história junto a esse livro incrível. Não falo apenas pelo Felippe ter se tornado um amigo, mas porque a história caiu em um momento muito peculiar da minha vida e foi um ótimo aprendizado para mim mesmo. A viagem da história é realmente bastante intensa, algumas vezes extremamente fantástica, mas que mesmo assim não decepciona. Os personagens são todos muito bem construídos e cativam muito, o ponto mais forte do livro. A escrita também é muito fluida, me fez ficar totalmente preso. Prêmio merecido, e sem hesitar um dos meus livros favoritos.
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Alana 06/01/2019

Um livro que ensina.
Eu não esperava uma história tão brilhante, quando comecei a ler percebi que era algo totalmente diferente do que eu tinha imaginado! História fascinante com personagens inesquecíveis! Cada página é repleta de ensinamentos. Me senti com vontade de viver lendo todas essas linhas. Tudo se encaixa tão perfeitamente, a história me prendeu do começo ao fim. O livro mais real de fantasia que li. Espero poder encontrar o oitavo reino um dia, ou nem precisar dele. Esse livro já me ensinou o suficiente!
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Lorena 20/12/2018

Amei!!
Se um estranho lhe propusesse sair completamente do roteiro de sua vida para viver uma aventura, você o acompanharia?
O quase doutor embarcou em um ônibus para um destino desconhecido.

Será que realmente sabemos o que queremos para nossa vida, o que nos completa e faz felizes?
A quase viúva pôde refletir a respeito enquanto aguardava seu noivo acordar do coma.

Quantas vezes na vida nos deparamos com o passado, que nos impede de continuar até que tudo esteja devidamente resolvido?
O quase repórter tenta descobrir o real motivo da morte de sua esposa, enquanto tenta seguir em frente.

Esses três personagens se intercalam ao longo da história em narrativas envolventes provocando reflexões sobre sonhos, identidade, amor, sobre viver verdadeira e intensamente. O livro mistura vários estilos criando uma montanha russa deliciosa! Aventura, investigação, romance, fantasia, ação, drama, mistério... Tudo isso colocado na medida certa culminando em um final que me surpreendeu. Sabe aquele livro que, quando termina ficamos abraçados a ele pensando a respeito? Então adicione a isso aquele "calorzinho no coração" deixado por mensagens positivas. Então, convido vocês a embarcarem no A307 para uma viagem rumo ao encontro de si mesmos para que assim, façam de seus dias, ótimos dias.

Os Quase Completos venceu o Prêmio Pólen de Literatura e foi publicado pela editora Arqueiro em 2018. Recomendadíssimo!

Boas leituras!!
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Ju Machado 10/12/2018

Diferente de tudo que eu já li.
Neste livro, com uma incrível leveza, vamos conhecer a história de 3 personagens: o quase doutor, que é o principal, o quase repórter e a quase viúva. A vida dos 3 de alguma forma é incompleta, o que limita a felicidade de cada um deles, porém, acontecimentos "sobrenaturais" acabam interligando essas vidas, fazendo-os se questionarem sobre o que realmente importa na vida. A mágica desse livro é que quanto menos o leitor souber, mais maravilhoso o livro se torna. É necessário que o leitor esteja preparado para uma história incrivelmente leve e complexa, retratando as dificuldades da vida adulta, e também, para passar uma boa parte do livro sem entender os acontecimentos, apesar das pequenas dicas que são dadas durante a leitura. A minha única reclamação, é que no início do livro os capítulos narrados pelo quase doutor foram exaustivos, pela grande discrição do cenário, o que me desanimou um pouco na leitura, por isso o livro não ganhou as minhas 5 estrelas. Porém, ainda assim, é um livro que te prende do início ao fim, e que faz valer cada centavo pago.
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Matt 27/10/2018

Enredo fascinante
Essa narrativa trouxe leveza e personagens únicos, valeu cada centavo e cada parágrafo, sou grato por ter lido.
Mira>>>
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Tati Iegoroff (Blog das Tatianices) 16/10/2018

Comprei pela capa e amei o conteúdo
Em os quase completos temos três histórias que, de alguma forma, se cruzam e se completam. É difícil, por isso, falar muito sobre esse livro sem dar spoilers. E, para dificultar ainda mais, Felippe Barbosa escreve de um jeito muito interessante, dando as informações aos poucos. Há mistérios por toda a parte e o tempo todo ficamos com aquela sensação de “o que vai acontecer agora?”.
O livro vai se alternando entre as histórias do “Quase doutor”, do “Quase repórter” e da “Quase viúva”. O “quase doutor” e a “quase viúva” narram suas partes, enquanto o “quase repórter” tem sua história narrada. Não sei se compreendi muito bem porque foi feito assim, mas talvez seja porque a história do “quase doutor” e da “quase viúva” sejam centrais. E bem, tem o plot twist do final também…
O “quase repórter” chama-se Victor. Por mais que ele não apareça tanto ao longo do livro, suas aparições são bem importantes (e gostosas de ler, apesar da melancolia).
A “quase viúva”, por outro lado, chama-se Verônica. Seu marido está internado e, como se isso já não fosse drama suficiente na vida de alguém, ela começa a ter algumas crises existenciais, agravadas pelas falas do paciente que está dividindo o quarto com seu marido.
Por fim, o “quase doutor” passa boa parte do livro, digamos… Em outro plano.
Há ainda outros personagens importantes nessa história, como Mira, o dr. Carlos, Celina e a família do “quase doutor”, mas se eu começar a falar de cada um deles, talvez vocês só terminem de ler essa resenha amanhã…
O que os três personagens têm em comum é o fato de estarem insatisfeitos com suas vidas. O “quase doutor”, por exemplo, vai aos poucos descobrindo que vive a vida que sonharam para ele, e não a vida que ele sempre sonhou para si. Verônica, por sua vez, passa por descobertas bem parecidas, enquanto Victor tem consciência de que seu emprego não lhe agrada, mas não parece fazer muito para mudar de vida.
Os quase completos é um livro que fala sobre buscarmos nossos sonhos e nossa felicidade. Acreditar que aquilo que nos faz feliz é possível. E a maneira como tudo isso é mostrado na história é bem interessante.
E por mais que não seja exatamente uma história de amor, esse sentimento aparece em abundância no livro, sem soar clichê. Muito pelo contrário, aliás: aparecem muitas dúvidas, medos, brigas, perdas, escolhas…
A linguagem de Os quase completos não é de difícil compreensão e por mais que a história narrada possa ser a história de qualquer um de nós (e, realmente, há muitos elementos com os quais podemos nos identificar, muitas situações que já vivemos ou poderemos viver) é preciso ler com a mente aberta e enxergar para além das metáforas que estão ali presentes. E se assim for, é possível aprender e compreender muito sobre a vida e sobre nós mesmos.

site: https://blogdastatianices.wordpress.com/
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giovannacardosol 30/09/2018

A história começa quando o Quase Doutor é convencido a entrar em um ônibus pelo Sr. Piposê, onde o destino é uma espécie de Paraíso, onde todas as coisas que ele sonha/sonhava se torna realidade
A Quase Viúva desconfia que algo está tentando matar seu noivo dentro do hospital
E o Quase Repórter encontra pistas que ele precisava para comprovar que sua esposa na verdade não tirou a própria vida
Ao longo da trama, tudo fica mais interessante quando o destino dos três se cruza de uma maneira surpreendente, o final do livro é maravilhoso e inimaginável, só não dei 5 🌟's porque em alguns momentos a leitura fica mais lenta e arrastada, fora isso eu amei o livro
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Prih Saroa 29/09/2018

Impossível não se emocionar!
Comprei esse livro na Bienal, por indicação de alguns booktubers e realmente me surpreendeu. Que livro amor, eu me emocionei diversas vezes e me fez refletir sobre como conduzimos nossa vida.
Recomendo a todas as pessoas!
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Ana | Entre Páginas 19/09/2018

Resenha: Os Quase Completos (Blog Entre Páginas)
Sabe o livro que te conquista pela capa e te ganha pelo conteúdo? Essa foi a minha relação de amor sem fim por Os Quase Completos. Que livro, que mensagem, que forma linda de contar uma história que poderia ser a de qualquer um de nós, de qualquer pessoa que se arrepende de não ter corrido atrás de um sonho, de não ter feito o que queria, de não levar a vida que gostaria.

Aqui acompanhamos a história de três personagens: o quase doutor, que é um médico bem sucedido, noivo da melhor amiga de infância, e que leva a vida que agrada aos outros e não a si mesmo; a quase viúva, que está com seu noivo em coma no hospital, e que abriu mão de muita coisa para acompanhá-lo nas suas escolhas de vida, para responder às expectativas da mãe, deixando de lado os seus sonhos; e o quase repórter, que trabalha em um jornal comprado, produzindo notícias que não o agradam, mas que está acomodado com a situação.

O quase repórter perdeu a esposa recentemente, e mesmo que todos digam que foi um acidente (alguns que foi suicídio), ele acredita que a esposa foi assassinada, e começa uma investigação por conta própria para provar a todos que esta certo e solucionar o mistério da morte de sua mulher. Essa investigação vai ligar as histórias dos três personagens de uma forma que ninguém pode esperar, mostrando que por trás de pequenos detalhes podem estar grandes segredos.

Esse livro é uma “fantasia” que aborda temas muito reais. São três pessoas em situações diferentes, lidando com questionamentos diferentes, mas que tem um ponto em comum: correr atrás dos próprios sonhos. E a forma como o autor resolveu abordar esse tema, nos instigando a pensar nas consequências das escolhas que fazemos, e em como seria a nossa vida se tivéssemos corrido atrás do que realmente queríamos... Posso dizer apenas que foi surpreendente!

Os personagens são bem interessantes. Achei o Quase Doutor inocente demais, e bem influenciável também. Confesso que não gostei muito do rumo da sua história, e a “amiga” dele não me desceu, mas entendi o rumo que a história tomou. A Quase Viúva foi a minha favorita, achei sua história libertadora, e torci muito para ela encontrar seu caminho. O final do Quase Repórter não podia ser melhor! Ele estava saindo de um buraco para cair em outro, precisava de um choque de realidade mesmo!

Felippe Barbosa escreveu um livro incrível, uma história cheia de ação, romance, aventura, que te da lições de vida de uma forma diferente. Soube abordar assuntos complicados de forma leve, com diálogos simples, tornando a leitura leve. Esse foi um livro que eu com certeza levarei para a vida, que ensina a nunca desistir, e como devemos correr atrás do que nos faz feliz!

🚌 “...escute o que eu digo: nunca se limite ao “quase”. Não há nada mais depressivo do que beirar um sonho e jamais tentar alcançá-lo. A arte é o que te completa. O que te preenche. Isso quer dizer que, se você escolher ser um “quase artista”, você será sempre um “quase completo”. E sendo um “quase completo”, você será sempre um quase feliz.”

site: www.entrepaginas.com.br
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Thalita - @mundodaspaginas 19/09/2018

Um livro que me tocou profundamente e me ensinou muita coisa!
Essa resenha foi postada originalmente no perfil literário no Instagram @mundodaspaginas
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📖 O quase Doutor deixou seu sonho de ser um pintor e se expressar através da arte de lado, passou a vida exercendo a medicina sem, no entanto, se sentir completo com isso. O quase Repórter é infeliz em sua carreira e, após a morte de sua esposa, começa uma investigação própria afim de provar que sua mulher não cometeu suicídio. A quase Viúva sempre sonhou com o príncipe encantado e quando o encontrou deixou de viver vários sonhos afim de viver esse relacionamento, agora ele está em coma e ela não sai de seu lado.
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📖 Juntas, essas três pessoas buscam respostas e, principalmente, buscam possuir aquele sentimento de completude mas, para isso, terão que lidar com os seus sentimentos, com seus medos e com os seus desejos mais profundos. Suas trajetórias se chocam de forma a transformar completamente suas vidas.
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❝ - Eu nunca disse que você estava infeliz em seu mundo, caro colega. Acontece que há uma grande diferença entre estar plenamente satisfeito com sua vida e estar meramente conformado.❞
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📝 Essa é uma resenha que foi muito difícil de escrever já que esse livro me emocionou bastante e que despertou diversos sentimentos em mim. Também pelo fato de ser uma história tão complexa que qualquer informação que eu colocasse aqui pareceria um spoiler. Acredito que esse seja um livro que tem o poder de tocar qualquer leitor já que todos nós em algum momento abandonamos um sonho, ou deixamos de viver nossa vida da forma como gostaríamos seja por qual motivo for. Acompanhar a jornada desses personagens é mergulhar de cabeça nos nossos próprios sentimentos e na nossa própria história.
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📝 A escrita é muito fluída, ele constrói os personagens de forma que se torna impossível largar o livro. A narrativa em terceira pessoa é intercalada entre cada um desses três personagens o que faz com que o livro não seja nem um pouco cansativo. Preciso dizer ainda que esse é aquele tipo de livro que você precisa estar completamente submerso para que seja uma experiência sensacional!
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Essa resenha foi postada originalmente no perfil literário no Instagram @mundodaspaginas
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GETTUB 02/09/2018

http://gettub.com.br/2018/09/02/os-quase-completos/
O livro OS QUASE COMPLETOS conta três histórias: o Quase Doutor, que é um renomado cardiologista, mas que seu sonho na verdade sempre foi ser um artista; o Quase Repórter, que tem o sonho de ser colunista e poder expressar suas opiniões sem ser repreendido e que continua tentando entender o suicídio da esposa; e por fim, temos a Quase Viúva, que está de licença no trabalho para ficar no hospital com o noivo, em coma, depois de sofrer um grave acidente. Um dia, esperando para pegar o ônibus para ir ao hospital realizar uma cirurgia, o Quase Doutor encontra um senhor que o convence a entrar com ele em um ônibus desconhecido. Indo contra tudo o que sempre havia feito até ali, ele segue o senhor, sem saber qual seria seu destino. E sem imaginar o quanto aquela simples decisão mudaria o curso da sua vida.

O que o Quase Doutor encontra quando o ônibus para, parece surreal, afinal, no lugar onde ele está, tudo é lindo. A casa da sua avó se tornou o tão sonhado hotel, repleto de pinturas que ele fez quando ainda era menino. Seus pais se amam e todos as brigas que ele presenciou parecem nunca ter acontecido, e Cila é apenas uma grande amiga e não mais sua noiva. Nesse mundo, chamando O Oitavo Reino, ele vê sua vida da forma que ele sempre sonhou.

A Quase Viúva passa os dias no hospital acompanhando seu noivo e esperando que ele acorde do coma, causado por um grave acidente semanas antes de seu casamento. Verônica está sofrendo tanto com toda a situação de Otávio, que desconta toda a sua raiva em si mesma e nas pessoas a sua volta. Sem aviso prévio, Otávio passa a dividir o quarto do hospital com um senhor, que começa a dizer coisas estranhas para Verônica. Mesmo não sabendo nada de sua vida, ele começa a dar palpites sobre o que ela deve ou não fazer quando Otávio acordar.

O Quase Repórter, depois de escrever uma reportagem em que questiona os serviços da polícia, recebe em sua sala uma amiga policial e lhe conta o que aconteceu com o caso da sua esposa. Apesar de terem dito que foi suicídio, Victor nunca se convenceu disso e com ajuda dessa sua amiga, que lhe entregou fotos da perícia, tudo indica que o caso deveria ter sido tratado como um homicídio. Ele começa a tentar juntar as pontas soltas para conseguir descobrir a verdade sobre o caso da sua mulher.

Os três personagens enfrentam dilemas existenciais, o que nos permite ver inúmeras possibilidades e alternativas diante de cada um de nós. O foco principal é na jornada do Quase Doutor, uma vez que, dentre os três, ele é repleto de “quases”. Ele tem dúvidas sobre sua profissão, sobre seus amores. Sua vida inteira é um “quase”. Presenciar cada uma das suas dúvidas e inseguranças e ver como ele lida com isso, fez com que eu me pegasse pensando em quantos “quases” existem na minha vida.

Dentre as três histórias, acabei me envolvendo mais com a do Quase Repórter e com a do o Quase Doutor. Quando chegavam os capítulos da Quase Viúva, a leitura se tornava arrastada e eu torcia para acabar logo. Verônica, pelo menos no início, não me cativou. Tudo o que ela fazia era se lamentar, ter crises de raiva e depois se repreender por isso. Apesar de não gostar da personagem, gostei do Doutor Carlos, médico de Otávio e personagem com quem Verônica acaba fazendo amizade. Em vários momentos, ele a conforta e tenta tornar a situação, como um todo, menos terrível.

O livro é muito bem desenvolvido, com personagens reais e cheios de questionamentos. É impossível terminar a leitura sem pensar em como estamos levando nossas vidas. Até que ponto estamos deixando nossos sonhos de lado e seguindo o que os outros querem ou apenas seguindo em frente?

A ideia desse livro é incrível e é fascinante ver como Felippe conseguiu construir esses personagens e suas jornadas individuais. O unico ponto negativo é que, em alguns momentos, não havia necessidade de tanta descrição, ele poderia ter deixado a leitura mais dinâmica.

Para aqueles que decidirem ler o livro, tenham a mente aberta, se preparem para uma jornada fantástica, que pode não só te levar para uma boa leitura, mas também pode te ajudar a ter um auto-conhecimento maior.

site: http://gettub.com.br/2018/09/02/os-quase-completos/
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Luana.Kraus 30/08/2018

Digno de 5 estrelas
Que leitura, meus amigos.

GENTE, senti o impacto!

SENSACIONAL, é a palavra que descreve muito bem esta leitura.

O ser humano que deixa os seus sonhos engavetados está fadado a viver uma vida infeliz e incompleta.
Não tem como explicar este livro, cada um deve ler e tirar as suas próprias lições.
Hoje, termino mais uma leitura encantadora que contribuiu para a constante construção do meu EU.
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Dayane.Franca 27/08/2018

Livro Incrível!
É um livro bem reflexivo, faz você rever pontos da sua própria vida. Os personagens são pessoas com vidas normais, iguais a nossa, que tem medos e anseios e são moldados pela sociedade e pelas vontades da família e amigos. Mas lá no fundo buscam alcançar seus sonhos.
Super recomendo.
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Kelly 16/08/2018

Não consegui me conectar
Antes de mais nada gostaria de fazer um desabafo e dizer o quanto estou me sentindo frustrada, frustrada por ter abandonado a leitura e frustrada por não ter conseguido me conectar com a história e encontrar a magia que vi em tantas resenhas, mas vamos lá ...
Em Os Quase Completos, Felippe nos apresentará três personagens destintos que terão suas vidas alteradas e entrelaçadas num mundo mágico porém confuso, pelo menos para mim. São eles:

O quase Doutor:
Um cardiologista renomado, que seguiu carreira com o objetivo de agradar seus familiares, cobrir o buraco deixado pela irmã falecida. O sonho dele sempre foi ser pintor, mas colocaram na cabeça dele que isso não valia o esforço. E assim ele se torna um médico frustrado que aceita a vida que tem e se força a acreditar que é feliz. Até que um belo dia ele conhece Barbafel, um velho curioso e excêntrico que o desfia a entrar no ônibus A307, rumo ao Oitavo Reino, um lugar fantástico onde todos os seus sonhos se realizaram.

A quase Viúva:
O noivo de Veronica sofreu um grave acidente, e agora está em coma, e seus dias se resumem a ficar no quarto do hospital velando o noivo esperando que ele acorde para que eles enfim se casem da forma mais linda e plena. Ela é amargurada, e a situação até seria o suficiente para justificar, afinal não é uma coisa bacana, mas conforme o livro vai passando, o leitor vai percebendo que é muito além disso, ela deixou toda uma vida de lado para deixar seu noivo se realizar, visando apenas um lindo casamento e esquecendo de se amar e se colocar em primeiro lugar.

O quase Repórter:
Victor poderia ser um excelente repórter, mas sua carreira começa a desandar quando ele fica viúvo e se recusa a aceitar o laudo policial. Cecília foi considerada suicida, mas ele não aceita, sua mulher não era dada a isso, e assim ele entra de corpo e alma em uma investigação que coloca toda sua carreira em perigo.

"A cegueira também é isto: viver num mundo onde se tenha acabado a esperança."

Minhas Conclusões:
Os pontos em discussão são ótimos, e pelas resenhas imaginei que fosse encontrar aqui,um livro intenso e cheio de lições, mas acabei me deparando com uma história fantasiosa com a qual não consegui me conectar.
O médico vai parar em um Reino onde tudo que ele sempre idealizou existe, até mesmo um cachorro foca, que ele pintou e criou no ensino fundamental, lá ele é pintor, a irmã esta viva e ele namora a mulher que amou de verdade, e não aquela, com que sempre esperaram que ele ficasse, muita fantasia pro meu tamanho. E talvez tenha sido realmente a parte do Dr. que me incomodou, não consegui me conectar com o mundo criado pelo autor para representar os sonhos do médico que sempre quis ser pintor.

A quase viúva e o repórter ao meu ver, foram os mais reais, uma sofrendo a dor da quase morte do noivo e o outro tetando provar que sua esposa não era uma suicida e que o assassino está a solta, mas aí o negócio começa a virar um sci-fi. Algo de outra dimensão deu um pulo na terra e atrapalhou a vida dos dois, que aliás descobrem que existe uma ligação entre os acidentes.

Eu tentei de verdade, mas não me conectei, não entendi nada e senti que estava me torturando, gastando tempo demais que podia estar sendo aproveitado com leituras mais bacanas, e por esse motivo eu abandonei. Pensando nisso, fui atrás de uma amiga que leu, para tentar entender o que foi que eu perdi na essência da leitura, e através das suas palavras pude perceber que o autor teve sim uma ideia genial para apontar e mostrar aos leitores como deixamos muitas coisas da nossa vida passar e como na maioria das vezes fazemos não aquilo que queremos e sim aquilo que esperam de nós, entristecendo por dentro e nos tornando pessoas infelizes apesar dos sorrisos no rosto.


"Sabe, por diferentes motivos, a maioria das pessoas é tão absorvida pelo cotidiano que a admiração pela vida acaba sendo completamente reprimida."


A mensagem é linda, e apesar de não ter funcionado comigo funcionou com inúmeras pessoas, então a falha aqui não está no livro e sim na leitora, sendo assim, arrisque-se, não apenas por ser um nacional, mas também por ter uma linda lição de vida no final da história, se aventure com esses personagens e mude o seu presente para ter um futuro mágico e feliz.

Apesar de não ter conseguido finalizar, o autor tem uma escrita muito bacana, com umas sacadas lindas e frases de efeito que merecem ser anotadas na agenda e divulgadas ao mundo. Além da capa linda que a Arqueiro deu pro livro, me forçando usar o mínimo de elementos possíveis na foto para não ocultar a arte.

"O grande defeito dos seres humanos está em ter mais medo de alcançar seus sonhos do que vontade de conquistá-los."


site: http://www.paraisodasideias.com
Nicole 17/08/2018minha estante
Não me conectei também miga, ideia incrível mas mal abordada. A parte do 8 reino eu sintia q tinha fumado algo não era possível kkkkkk


Kelly 18/08/2018minha estante
Que bom que não fui a única! A ideia era muito boa, mas aquele cachorro foca? Do por Deus!!! Muita brisa, pra mim não rolou e olha que gosto de fantasia.


Nathalia 26/08/2018minha estante
Também não consegui me conectar! Fiquei bem triste pois a expectativa era grande com esse livro. Chegou um momento que eu já estava irritada e querendo jogar o livro fora kkkkkk mas consegui finalizar e no final tudo foi explicado, porém, não compensou tanto a leitura


Kelly 26/08/2018minha estante
Hahahah também fui com altas expectativas! Todas as resenhas diziam coisas lindas, mas achei fantasioso demais! O o sétimo reino não me desceu de forma alguma é também achei que o final não compensou os meios!


Nathalia 27/08/2018minha estante
Pois é Kelly!!! Foi bem assim mesmo


Kelly 27/08/2018minha estante
Kkkkkkkk estamos juntas então kkkk


Nathalia 27/08/2018minha estante
Kkkkkkkkk sem duvidas!!!




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