Os Quase Completos

Os Quase Completos Felippe Barbosa




Resenhas - Os Quase Perfeitos


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Fernando @sabioleitor 31/05/2018

Muito bom
Em Os Quase Completos iremos acompanhar três histórias, aparentemente, distintas entre si. 3 pessoas que por algum motivo não estão completas e realmente felizes.

O Quase Doutor é um médico cardiologista muito bom e comprometido com a profissão, mas que na realidade deixou de correr atrás do sonho de artista. A Quase viúva sofre com seu noivo em coma no hospital, a poucos dias do casamento. O Quase Repórter, por sua vez, se encontra infeliz por não ser o jornalista que deseja e sente a ausência da esposa que cometeu suicídio.

O Quase Doutor é convidado por um senhor, a embarcar no enigmático ônibus A307, para uma viagem que também desconhece o destino. Ao encarar este convite, o cardiologista se vê no mundo dos sonhos, mas uma aventura que também pode se mostrar perigosa e impossível de prever o que virá a seguir.

A partir disso, Felippe Barbosa, leva o leitor para um passeio por diversos gêneros. Adentramos no território da fantasia, passamos pela aventura e mistério, nos encontramos com uma dose de romance, somos surpreendidos pelo sobrenatural e ainda temos direito a verdadeiras reflexões. Isso pode até parecer uma verdadeira bagunça, mas o autor conseguiu trabalhar muito bem e montou um ótimo enredo.

Paralelamente aos eventos citados, o Quase Repórter descobre fatos nada comuns ligados a morte de sua esposa, indicando que a mesma pode ter sido assassinada. Tudo isso estabelece possíveis ligações, e a Quase Viúva teme ainda mais pela vida de seu marido.

Um livro com personagens cativantes, sobre sonhos, escolhas e que nos leva a intensas reflexões. O desfecho foi incrível, a melhor parte da obra. Mas preciso apontar um ponto negativo, para mim, a leitura foi lenta e com pouca fluidez, melhorando após a metade do livro, fato pelo qual eu não dei 5 estrelas, contudo apresenta esses inúmeros pontos positivos citados, e sem dúvidas, vale a pena a leitura.

Resenha postada originalmente no Instagram @sabioleitor.
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Ricardo Brandes 22/05/2018

Os quase completos
Olá! Quem nunca teve vontade de mudar algo do seu passado? Refazer sua vida, corrigindo antigas escolhas? Os quase completos, romance de estréia de Felippe Barbosa, traz a chave desta questão!
Publicada pela Editora Arqueiro, a obra foi vencedora do Prêmio Pólen de literatura. A capa é muito bonita, e merece elogios. Já a diagramação, deixou a desejar. Muito carregada, com excesso de texto por página, torna a leitura cansativa.
O livro traz 382 páginas das histórias do quase doutor, da quase viúva e do quase repórter, que acabam se entrelaçando em seus relatos de vida. Não posso deixar de elogiar a escrita do Felippe Barbosa, que muito me surpreendeu em vários pontos. Principalmente na questão do antagonista, que me despertou raiva e comoção, ao findar da leitura. (Todo cuidado é pouco, ao entrar em um ônibus velho com um desconhecido, sem um destino final!)
Bom, este é um livro para ser lido sem pressa, com toda calma, curtindo cada momento. Por vezes, a história dos quase completos torna-se lenta e cansativa, parecendo querer sair do rumo. Mas é aí que entra a habilidade e talento do autor, que puxa as rédeas e chama o roteiro para a razão, comovendo e despertando a curiosidade dos leitores. Um processo bem interessante!
Interessante notar que os personagens tem histórias tão diferentes, e ao mesmo tempo, o destino acaba mudando seus caminhos, jogando-os em um jogo de aventura, mistério e suspense, com toques de ocultismo e de fé.
Neste livro, além de um bom romance, o leitor poderá encontrar um caminho para sua vida, inspirando-se nos personagens e seus dilemas.
Vamos acompanhar os próximos trabalhos do Felippe Barbosa, este promissor autor da nova literatura brasileira!
Por RicBrandes

site: http://www.amoreselivros.com.br/2018/05/os-quase-completos-felippe-barbosa.html
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Lorrane Fortunato 20/05/2018

Resenha: Os Quase Completos / Dreams & Books
“— Talvez... você não estivesse feliz, mas estivesse no caminho para a felicidade, ainda que não soubesse.”

Os Quase Completos é aquele tipo de livro que encanta desde a capa. A capa lindíssima transmite toda a atmosfera mágica e envolvente da história de Felippe Barbosa.

O livro, vencedor do Prêmio Polén de Literatura, logo nas primeiras páginas mostra ao leitor porque foi o vencedor.

"Todos os seus pedidos mais sinceros o trazem até aqui, o local onde as estrelas caem."

Esse é um livro que envolve e encanta o leitor a cada página. O autor tem uma forma de escrever fluída e cativante.

A história em nenhum momento se torna monótona ou cansativa. Seus elementos mágicos tornam impossível a tarefa de não agradar o leitor. Além de ser um daqueles livros impossíveis de largar.

Ótima escrita, roteiro original e história envolvente, são os elementos que tornam Os Quase Completos um livro tão bom.
Leitura recomendada!

“— A questão é que utopias muitas vezes não se realizam. Só que não é para isso que elas servem. Afinal, se elas se realizassem, deixariam de ser utopias.
Elas nos motivam. Essa é a finalidade. Saber que por mais que uma realidade perfeita possa ser inalcançável, enquanto viver dispostas correr atrás dela, estará vivendo plenamente.”


site: www.dreamsandbooks.com
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Quel 20/05/2018

#ResenhaQueliivro
O Quase Doutor é um renomado cardiologista que no fundo queria ser pintor.
A Quase Viúva está em um hospital com seu noivo após ele sofrer um grave acidente.
O Quase Repórter é um jornalista está sofrendo por não poder escrever o que deseja e mais ainda pelo suicídio da esposa a mais de um ano.
O Quase Doutor é convidado para uma viagem, apenas uma aventura, e ele aceita! Só que ao embarcar ele percebe que não é uma simples viagem!
A Quase Viúva começa a suspeitar que tenha sido alguém dentro do hospital o causador do acidente de seu noivo.
O Quase Repórter começa a juntar provas para provar que sua esposa não se suicidou, ela fora assassinada!!
O que eles têm em comum? Nada aparentemente!
E tudo se você olhar mais a fundo!
.
Após terminar de ler esse livro eu não tive condições de resenha-lo pois a emoção que estava sentindo foi muito forte! Após isso a emoção e a lição de vida continua, e vim falar o quanto que eu amei e me emocionei com esse livro.

Pela sinopse você pode pensar que é apenas uma história sem muito sentido, mas não se deixe enganar, conforme eu fui lendo o livro eu não entendia muito bem se estavam falando de três histórias distintas ou se elas se relacionavam. Mas segui a leitura porque o livro prende muito você. E no final fui recompensada por um final incrível.

Os personagens são tão reais, que isso nos faz sentir parte do livro, confesso que por causa deles eu me perguntava várias vezes as mesmas dúvidas que eles tinham. Preciso ressaltar aqui, a forma como o autor não fez personagens clichês e óbvio, conforme você vai lendo você percebe o cuidado que ele teve em mostrar que podemos ser mais do que os outros acha que podemos!

Dizer que amei a escrita do Felippe é eufemismo, eu espero que ele escreva mais livros para eu continuar lendo e aprendendo ao longo das histórias dele! Obrigada por esse livro ser totalmente completo!

Ao longo da leitura eu pensei em tantas pessoas que deveriam ler ele! Venha descobrir o porque ser quase completo não é o suficiente!

site: https://www.instagram.com/p/BgfAJBnDfdE/?taken-by=queliivro
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Cami @leiturizar 11/05/2018

O médico é um cardiologista frustrado por não ter seguido como artista. °

Ela abandonou seus sonhos para que o noivo realizasse os dele e agora ele encontra-se em coma.

O Repórter está deprimido com o fato de não poder escrever o que quer e além disso, não se conforma com a possibilidade de sua esposa ter cometido o suicídio. °

Esses são os "quase", O Quase Doutor, a Quase Viúva e o Quase Repórter.

Até que o Quase Doutor é convidado por um idoso peculiar a embarcar em uma viagem que vai lhe fazer refletir toda a sua vida e viverá momentos inusitados. O Quase Repórter vai descobrir que sua esposa não cometeu suicídio e sim foi assassinada e a Quase Viúva será informada que o acidente com o noivo pode ter relação com a morte da esposa do Quase Repórter.

Em suma parece uma obra promissora e cheia de reviravoltas espetaculares. A realidade, na minha opinião foi bem diferente disso. °

Embarquei em uma jornada bizarra numa mistura grotesca entre Alice No País das Maravilhas e Coração de Tinta onde nada fazia sentido e por assim ficou até mais ou menos a página 170 onde o livro dá uma guinada interessante, mas depois me fez perder o interesse novamente pela obra, que para mim foi uma leitura cansativa e maçante, me fazendo pular páginas e páginas para ver se conseguia logo chegar ao final da estória.

Não posso negar que o livro tem uma mensagem importante e até bem trabalhada pelo autor, falando sobre escolhas, sonhos e perspectivas, porém não consegui me conectar com os personagens e os que eu gostei, volta e meia a narrativa dava um jeito de mostrar que eu estava me afeiçoando aos errados. °

Em retrospecto penso que posso ter lido a obra do avesso, ou que não é um livro para mim, mas o fato é que não consegui me ver na estória em momento algum e o final foi previsível assim como a identidade do Quase Doutor que só é revelado quase no final (haja paciência).
°

Deixo claro que é apenas MINHA OPINIÃO e que se não serviu para mim pode ser perfeitamente uma obra maravilhosa para outra pessoa, mas a verdade é que infelizmente não gostei do livro.
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@sonhandoacordadacomlary 07/05/2018

Os quase completos Por: @sonhandoacordadacomlary (laryssa)
Olá sonhadores e sonhadoras, tudo bem com vocês ?
Instagram @sonhandoacordadacomlary

Hoje vim falar sobre livro de um autor parceiro. Um livro que se tornou bem especial.

Nome: Os quase completos
Autor: Felippe Barbosa @felippebarbosa96
Editora: Arqueiro @arqueiro
Páginas: 383
Nota: 5/5
Favorito: ?

Os quase completos é um livro narrado por três personagens e seus pontos de vistas.
O quase doutor, a quase viúva e o quase repórter.
O quase doutor é um cardiologista bem renomado e passas seus dias no hospital cuidando da saúde de seus pacientes.
Mas no fundo ele é um artista frustrado. Um dia em seu caminho para o trabalho se depara com um senhor e esse senhor lhe dá a oportunidade de ele viver o sonho dele como ele sempre desejou. A partir daí vários coisas acontece nesse caminho para alcançar sua felicidade.
Quando ele entra no ônibus começa a reviver coisas do seu passado, mas ele revivia tudo do jeito que ele sempre quis viver, todos os seus sonhos tinham se realizado, seus sonhos de infância, adolescência e adulto estava ali, bem nítido para que ele pudesse continuar realizando e sendo feliz. O único problema era que tinha uns soldados que estavam ali para lhe matar.
A quase viúva é professora que passa seus dias no hospital esperando ver alguma melhora no seu noivo que está em coma após um grave acidente. Em algum momento surge um senhor no quarto do seu noivo e esse senhor também está em coma. Esse senhor quando acorda, começa a questionar o que ela sente pelo seu noivo Otávio, e ela diz que ela ama. E o senhor pergunta o porquê,e ela começa a explicar. Enquanto seu marido está em coma ela começa a relembrar de seu passado com ele é contar sua história ao senhor, e assim percebe que não ama o seu noivo completamente, ela se contentou com isso pois era seu sonho desde pequena se casar com alguém e ter um lido relacionamento e tudo mais.

O quase Repórter é um jornalista decepcionado com a vida. Após o suicídio de sua esposa,ele tenta descobrir que marca e aquela que aparece na roupa de sua amada esposa e isso acaba ligando os três personagens.
Quando ele vê a marca na blusa da mulher, ele começa a pesquisar e tenta descobrir o que é aquilo, mas para isso ele tem que ir fazer uma visita a uma mulher que está disposta a abrir sua mente para que ele possa enxergar o que há no mundo além do que nossos olhos possam ver. Quando ele descobre ele vai atrás de Veronica para ajudar com o seu marido, que está passando pelo mesmo que sua esposa Celina passou.


Os três tem algo em comum, a sensação de estar incompleto, de algo que está faltando. Como o amor, o emprego dos sonhos, a felicidade e outras coisas.



O final desse livro é surpreendente, e esse livro todo é cheio de emoções, estou encantada com essa história e desejando muito uma continuação para saber o que houve com os personagens. Uma leitura super fácil com excelentes personagens que te deixa com um gostinho de quero mais.

O doutor acaba vivendo a vida como sempre sonhou, com a profissão que sempre desejou, e com a mulher que sempre amou. Deixando assim de ser quase completo, se tornando uma pessoa completa e satisfeita com o seu presente!

Já a quase viúva acaba vivendo muito bem também é indo correr atrás de seus sonhos, assim que o noivo acorda, eles se resolvem e ela decide que serão mais felizes se cada um seguir seu caminho e realizar seus sonhos. Deixando também de ser quase completa e indo em busca de se tornar toda completa ao correr atrás de seu sonho.

Já o quase repórter, bom logo depois de descobrir a causa da morte da esposa resolve dar uma chance para vida e recomeçar, mas será que ele está sendo completo e feliz nesse recomeço? Você simplesmente vai precisar ler para saber!


Ficaria dias aqui escrevendo sobre esse livro que me prendeu muito e que me fez ter várias emoções inesperadas, como crise de risos e até lágrimas.
Trás uma mensagem muito bonita sobre seguimos nossos sonhos e sermos completos.
Super indico sim, e virou o favoritinho do meu coração.
Tenho certeza que daqui um tempo irei voltar a ler esse livro é embarcar novamente na jornada do doutor, da viúva e do repórter.

Bom essa foi minha resenha e espero que tenham gostado e se interessado por esse livro que ganhou um lugarzinho especial no meu coração. ?
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Aione 04/05/2018

Vencedor do Prêmio Pólen de Literatura promovido pela Editora Arqueiro, Os Quase Completos, de Felippe Barbosa, é uma obra que explora com leveza e sensibilidade as dificuldades sobre se viver plenamente.

O Quase Doutor é um renomado cardiologista que há muito tempo deixou para trás suas aspirações em se tornar um pintor. Ao aceitar o convite de um estranho senhor para embarcar em um ônibus misterioso, o Quase Doutor inicia uma verdadeira aventura de reconciliação com seu passado. O Quase Repórter, por sua vez, anda frustrado com a maneira de como vem exercendo sua profissão. Mais do que tudo, ele sofre com o luto pela morte da esposa e não desiste de sua busca em provar que ela, na realidade, não se suicidou, como foi constatado. Por fim, a Quase Viúva é uma professora que está de licença de suas atividades para fazer companhia ao noivo em coma no hospital.

Intercalando as narrativas das três personagens — em terceira pessoa na perspectiva do Quase Repórter e em primeira pessoa nas demais —, a história se desenvolve de maneira leve e instigante. Há lacunas em cada um dos diferentes enredos e desde o início somos convidados a prosseguir na leitura para preenchê-las. Mais do que tudo, desejamos prosseguir o virar de páginas para conhecer melhor as figuras que nos cativam desde suas primeiras aparições.

Felippe Barbosa foi muito bem sucedido na maneira de como desenvolveu cada aspecto de Os Quase Completos: o enredo é criativo e bem encadeado, assim como as personagens são cativantes e bem desenvolvidas. Não demoramos a compreender seus medos e anseios e, mais do que tudo, não demoramos a nos identificarmos com elas. Afinal, quem nunca se deixou influenciar pelas opiniões alheias em vez de encarar as próprias aspirações? Ou quem nunca teve medo de arriscar fazer o que queria diante de uma opção talvez menos desejada, mas muito mais segura? Ao trabalhar com questões como auto descoberta e amor próprio, o livro funciona como um lembrete para repensarmos nossas próprias escolhas sem deixar de lado os aspectos próprios de uma obra literária.

A trama de Os Quase Completos oferece pitadas de fantasia, aventura, suspense e romance sem se aprofundar demais em nenhuma delas, mas tornando cada uma essencial na leitura. Dessa maneira, o leitor é guiado por entre as páginas e motivado a prosseguir de acordo com cada aspecto presente. E entre as possíveis camadas de leitura, podemos ainda nos aprofundar na relação existente entre a fantasia apresentada e a maneira de como nosso próprio inconsciente, segundo a visão da psicanálise, atua em nossas mentes.

Em linhas gerais, Os Quase Completos foi capaz de me entreter, divertir e emocionar. Finalizei a leitura encantada pela maneira de como Felippe Barbosa trabalhou a mensagem do livro e saboreando as sensações que ela me provocou, desde a identificação com as personagens à surpresa com a descoberta dos mistérios da trama, passando pelos momentos mais divertidos e, especialmente, por aqueles que me trouxeram lágrimas de emoção. Uma leitura que, sem dúvida alguma, recomendo a todos.

site: https://www.minhavidaliteraria.com.br/2018/05/04/video-resenha-os-quase-completos-felippe-barbosa/
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Naia 04/05/2018

Não Interrompa Sonhos, Pause se Necessário For.
"O grande defeito dos seres humanos está em ter mais medo de alcançar seus sonhos do que vontade de conquistá-los."

Temos vivido nosso chamado ou aceito o coerente? Sonhos não advém da sensatez, mas da motivação que floresce nos corações quando vivenciam virtudes que trazem completude, mesmo que pré-julgamentos e provações surjam.

Após encontrar inesperadamente uma colega do passado, um médico aguarda o ônibus silenciosamente abatido, quando um idoso começa a questioná-lo. Mesmo sem conhecê-lo, o sr.“adivinha” suas inquietações, apontando sonhos abandonados, culpas e insatisfações. Aborrecido com a conversa, o doutor logo põe fim nas ousadias... Até que surge um ônibus caquético e nunca visto por ali. Impulsividade nunca foi seu forte, mas, algo inexplicável o faz subir a condução junto com o sr. ignorando o que o aguarda nessa viagem misteriosa e sem destino...

No hospital da cidade está Verônica e o noivo Otávio. Após um grave acidente ele fica coma. O atendimento do dr.Carlos é excelente, porém, substâncias venenosas surgem no resultado dos exames. Além desse sinistro acontecimento, ela estranha o outro paciente do quarto... Curiosamente é outro idoso que perscruta sobre o relacionamento do casal e seus anseios...

Por último conhecemos Victor, repórter do jornal local. Sua esposa morreu após um acidente, deixando dor e inconformismo pela investigação que afirmou suicídio. Insatisfeito também com seu trabalho, ele aproveita para publicar críticas à Polícia. Afrontados, os oficiais decidem remexer no caso e descobrem exames e provas enigmáticas dando ao repórter ímpeto de prosseguir na busca das respostas verdadeiras.

Viagens sobrenaturais, mortes misteriosas e seres incomuns unem vidas quase completas nesse romance que me lembrou das palavras de William Shakespeare: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que a vã filosofia dos homens possa imaginar."

Felippe Barbosa foi muitíssimo iluminado ao escrever esta história impregnada de reflexões sobre chamado, expectativa, destino e todas as interrogações que nos acompanha enquanto prossegue o fluxo normal dos dias, mesmo que estejamos adequados ao cotidiano ou dispersos em apenas “existir”.

“A vida não é infinita, mas é tolice pensar que temos prazo de validade. Mudar os rumos de suas ações é válido até o seu último segundo na Terra.”

A narrativa é frenética, cativante, impregnada de realidade paralela à fantasia, com reflexões simples e confrontantes sobre escolhas, destino e demais peculiares que permeiam a existência. Reviravoltas surpreendentes desequilibraram meu coração a cada ato inimaginável. Senti sofreguidão ao torcer, sofrer e até tentar lutar pelos personagens! Alias, é impossível escolher ou separar qual preferido pela presença humana em suas características. A trama não perde o ritmo nas trocas de ambiente, seja no mundo normal ou na dimensão sobrenatural, as imaginações são imprescindíveis.

“Há mais coisas sobrenaturais em seu mundo do que qualquer um de vocês imagina.”

Enfim, super-recomendo e ressalto que através dessa obra o autor recebeu o Prêmio Polén de Literatura e publicação pela Editora Arqueiro.

“Por mais que sejamos plenos, seremos sempre humanos.”

site: http://www.leiturasdapaty.com.br/2018/05/resenha-os-quase-completos.html#more
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Kamilla 04/05/2018

Foi uma grata surpresa!
Quase Doutor é um médico, mas que não se sente tão feliz com essa vida que está levando. Sempre teve um sonho de pintar, que acabou virando um "hobby", pelo menos é o que ele acha. Em um dia ele é convidado por um senhor a embarcar em um velho ônibus, apesar das ressalvas acaba aceitando. E embarca numa viagem imaginável.

“– Mas sabe... acho que a vida é como um ônibus, afinal. Se você não gosta do seu parceiro de viagem, é sempre possível trocar de poltrona.”

Quase Viúva é uma mulher que desde criança sonhou casar, construir uma família feliz e estava prestes a realizar esse desejo, quando seu noivo sofre um grande acidente e está em coma. Verônica está com medo, cansada e sofrendo diante das circunstâncias.

“– Acha mesmo que se apaixonar faz com que você se anule? Boneca, cada pessoa tem os próprios objetivos! Sonhos que são exclusivamente seus. Na minha humilde e patética opinião, usar algo como um namoro ou casamento como justificativa para não correr atrás de suas realizações é nada menos que uma desculpa para covardia.”

Quase Repórter é um homem em que está levando sua vida do jeito que dá, já não está feliz com o trabalho, principalmente após perder a mulher da sua vida - sua esposa, Celina - e que pela polícia foi dado como suicídio, mas ele sabe que não, Celina não se mataria. E vai em busca de respostas, pela verdade do que aconteceu com sua amada.

“É interessante indagar se a rotina pertence a um indivíduo ou se é o indivíduo que pertence à sua rotina.”

Eu não sabia bem o que esperar de Os Quase Completos, livro de estreia do autor Felippe Barbosa. Eu tinha adorado a premissa, por isso resolvi dá uma chance e foi completamente fisgada pela narrativa, pela história e pelos personagens.

Ao entrar no ônibus, o quase doutor vai para uma outra dimensão, conhecida também como o Oitavo Reino onde passa a viver como sempre quis. Os projetos, sonhos de crianças ganharam realidade nesse novo mundo. Mas será que a vida realmente funcionaria com todos esses sonhos virando realidade? ele sempre tendo tudo que desejou sem correr atrás? E a vida dele antes, como era? No decorrer da história vamos conhecendo um pouco mais desse personagem, aliás o foco maior da história é justamente nele.

“– Por mais que muitas vezes vivamos nossas vidas completamente perdidos e sem direção, a verdade é que cada um possui em sua consciência uma ideia exata daquilo que o faria feliz. Uma espécie de... modelo ideal de vida. Uma existência na qual se sentiria satisfeito por completo.”

Porém sabemos um pouco mais sobre os outros dois, o quase repórter e a quase viúva, que inclusive são fundamentais na história. Sabemos um pouco mais sobre eles, seus desejos e até quando eles começam a lidar com alguns acontecidos. O início do livro é um pouco lento, porque vamos conhecendo os personagens aos poucos e tentando entender, mas depois disso, a narrativa fluí que é uma beleza.

Os Quase Completos trás uma história singular, que mistura doses sobrenaturais com a realidade. E tudo parece tão real, até a questão do oitavo reino sabe?! E fica a lição para o leitor, que talvez, todos nós temos o nosso oitavo reino. Pra mim, essa sensação durante a leitura, foi incrível... Um ponto do Oitavo Reino é que o Quase Doutor tem que reivindicá-lo, mas há um comandante que é completamente insano, quer matar todos e tomar o oitavo reino pra si. Será que ele consegue? será que ele desiste? será que é mesmo tudo tão real?

“O grande defeito dos seres humanos está em ter mais medo de alcançar seus sonhos do que a vontade de conquistá-los.”

Vocês devem estar se perguntando se esses três personagens tem algum tipo de ligação, e a resposta é sim, mas pra saber como só lendo mesmo a obra. No entanto, adianto que foi uma grande surpresa no momento em que caiu a ficha pra mim - foi um pouco antes da revelação, mas ainda tinha ficado com dúvidas. E sabe aquela sensação que estava bem a minha frente e eu não vi? Pois é... o Felippe Barbosa brincou comigo, mas eu amei isso! Só não gostei muito de algumas descrições dadas pelo autor, como "enfermeira obesa", isso me incomodou um pouco, mas não tirou o brilho da trama.

Sem dúvidas Os Quase Completos é um livro incrível, que trás uma mensagem que nos faz refletir sobre os nossos sonhos do passado, sobre o nosso presente e de como vamos viver nosso futuro. Como vamos tocando a vida, sem perceber que deixando os nosso sonhos, amores, desejos de lados pelas responsabilidades do dia a dia, das prioridades do momento e até mesmo das opinião das pessoas próximas.

“– A vida não é infinita, mas é tolice pensar que temos prazo de validade. Mudar os rumos de suas ações é válido até o seu último segundo na Terra. Nunca se é velho demais para admitir seus erros e jogar tudo para o alto. Nunca se é velho demais para recomeçar.”

Durante a obra teve momentos em que eu ri, outros que chorei e o tempo inteiro fiquei encantada com a narrativa e os personagens bem construídos. Quando cheguei ao final da obra, fiquei querendo saber mais dos outros personagens... A diagramação interna está ótima, não encontrei erros e o que dizer dessa capa? Apenas que é linda. No mais, super recomendo a obra, vale a pena!

“Nunca se limite ao "quase". Não há nada mais depressivo do que beirar um sonho e jamais tentar alcançá-lo.”

site: http://www.lendoeapreciando.com/2018/05/resenha-os-quase-completos-felippe-barbosa.html
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Mari 07/04/2018

|RESENHA| Os Quase Completos, Felippe Barbosa

Os quase completos é o livro de estréia do autor Felippe Barbosa, lançado pela Editora Arqueiro. Apesar de estar estreando como autor, Felippe já é bem conhecido por ser parte de um canal no YouTube chamado Toda Voadoa. Até então não o conhecia, mas ao saber deste lançamento literário não pude resistir, foi amor à primeira vista.

O livro conta a história de três personagens que estão ligados por uma coisa: o quase. Nenhum dele é completo em si, mas é isto que tornam parecidos estes seres extremamente distintos que sequer se conhecem. Só que coisas estranhas acontecem, em um momento eles se encontram e uma série de acontecimentos mágicos preenchem a narrativa.

O "quase doutor" é um cardiologista bem sucedido, possui seu próprio negócio, tem uma noiva e é o orgulho da família. É claro que é de se pensar que ele tem exatamente tudo o que uma pessoa precisa para ser feliz, não é? Mas não. Ele é quase completo, porque há coisas que ele deseja e que ficaram em seu passado, como o sonho de ser pintor.

O "quase repórter", Victor, como já diz é um repórter, não muito feliz, pois seu verdadeiro sonho é escrever reportagens em que possa realmente fazer críticas e demonstrar sua opinião, mas não é o que seu chefe deseja, então suas reportagens sempre ficam num nível superficial para ele. Entretanto, este não é foco, o quase repórter recentemente perdeu sua esposa e negasse a acreditar no que a polícia determinou ser a causa de sua morte: suicídio. Assim, ele passa a investigar sozinho a causa do suicídio, tentando assim se convencer de que foi realmente isso que aconteceu.

[CONTINUAÇÃO DA RESENHA NO BLOG]

site: http://anneandcia.blogspot.com.br/2018/04/quase-completos-de-felippe-barbosa.html
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Greice Negrini 04/04/2018

Um lição de vida!
O Quase Doutor estava no seu dia escolhido para tirar a folga de seu trabalho exaustivo. Começara a considerar que aproveitar aquele dia mágico seria tudo até receber um telefonema do hospital para que ele voltasse. Foi assim que começou a conversar com um senhor estranho no ponto do ônibus que parecia saber algo sobre a sua vida. E naquele momento quando um ônibus A307 enferrujado e laranja parou na sua frente e o senhor embarcou oferecendo uma carona e uma aventura, o Quase Doutor resolveu que seria uma nova opção e seguiu em frente.

O Quase Repórter não consegue mais fazer o seu trabalho direito. Há um ano sua esposa foi atropelada por um ônibus e veio a falecer. Mas ele acreditava que ela não poderia ter se suicidado porque conhecia a sua mulher muito bem. Mas as investigações tinham terminado e o resultado final era este. Só que não era possível aceitar e ele iria investigar até onde fosse necessário.

A Quase Viúva estava cansada. Diretamente junto ao leito de seu noivo há alguns dias, deprimida e sofrendo, pensava como iria conseguir continuar com aquela dor em seu peito. Desde criança sonhava com o casamento perfeito e ver seu noivo naquele estado de coma e todo machucado não era nada fácil. Mas ele tinha sido atropelado e agora estava entre a vida e a morte e precisava aguentar firme.

O que ninguém sabia é que aquele senhor chamado Barfabel, na verdade estava levando o Quase Doutor para um mundo diferente, para o Oitavo Reino, onde tudo era como o Doutor desejava que fosse na sua vida real. As coisas aconteciam exatamente como ele sempre desejou desde a sua infância. Os sonhos virando realidade. Um mundo completamente perfeito de acordo com o seu coração.

Mas tudo o que parece perfeito demais tem sempre o seu outro lado. Lutar pela perfeição traz consequências às vezes devastadoras e para isso muitas outras pessoas podem sofrer e outras mais terão que lutar para manter a realidade acesa. Basta saber se tudo o que se sonha é realmente um reino perdido ou um fruto verdadeiro.
Este autor foi uma grande descoberta da Arqueiro. De início eu fiquei meio ressabiada com a leitura pelo estilo de fantasia ao qual a trama ia se encaixando e até os personagens se encaixarem perfeitamente achei um pouco lento o contexto. Mas isto durou somente poucos capítulos. Bem poucos na verdade, porque depois que consegui captar a verdade por trás de tudo o que foi criado por Felippe Barbosa, não consegui mais parar de ler.

A escrita do autor é bem do jeito que eu gosto. Tem uma desenvoltura bem culta e estruturada, com diálogos inteligentes e cheios de contexto. O cenário é bastante descrito e não deixa a desejar já que quando se cria um mundo de fantasia todo e qualquer pedaço que falte vai fazer desmoronar um pouco a mente do leitor.
Cada personagem tem a história contada em capítulos que são alternados com o do Quase Doutor que posso dizer ser o personagem principal da trama. Aos poucos fui me familiarizando com cada um até o ponto em que cada segredo vai sendo recontado desde o princípio. É então que ao ver a vida dos personagens desde a infância até o momento da trama atual traçada, que se tem um vislumbre da totalidade exata do que a obra quer relatar.

E é quando eu tomei um choque de emoção. Quando percebi que até aquele momento não tinha reparado na verdade que o autor tinha colocado à minha frente. Como não tinha reparado naquilo? Queria tanto poder contar para vocês o que é, mas aí eu iria dar um grande spoiler e estragar a leitura, mas foi um momento de grande revelação que quase gritei de emoção.

A partir deste momento meu coração se apertou e eu comecei a rever o meu passado e a perceber que eu também queria estar naquele ônibus, também queria viver aquela viagem e também queria poder escolher aqueles momentos. Que lição de vida! Que lição de amizade! Que lição de amor!

E como se um livro pudesse te fazer refletir sobre tudo aquilo que eu já tivesse escolhido para toda a minha vida, eu repensei em como as escolhas algumas vezes podem fazer a diferença. Mas nunca são definitivas. Tudo pode ser reiniciado. Nada tem fim. O errado é sermos incompletos.

Um livro que merece aplausos de pé de um autor que mereceu o prêmio Pólen de Literatura e que merece ter este livro levado às telas de cinema ou transformado em seriado para que todos possam perceber o quanto suas vidas devem ser transformadas naquilo que sempre sonharam. Na infância, na juventude e onde quer que estejam neste momento!

Obrigada, Felippe! Muito obrigada!

site: www.blogandolivros.com
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Helana O'hara 30/03/2018

Um livro encantador pela busca da felicidade
Os Quase Completos chama atenção por sua capa belíssima, cores vibrantes e um ônibus da década de 60/70 estampado na capa. Outra questão que chama atenção é que o livro não tem capítulos habituais, ele é divido entre os três protagonistas e geralmente capítulos curtos.

Os Quase Completos é narrado em terceira pessoa e trás três protagonistas: O Quase Doutor, um homem, médico cardiologista que trabalha demais e no final das coisas o que ele queria mesmo era ser um grande artista.
A Quase Viúva, uma professora que tira uma licença para ficar com seu noivo no hospital.
O Quase Repórter, um homem frustrado que não aceita a morte de sua esposa. Apesar de profissões diferentes os três tem algum em com um, a frustração com a vida e não saber o que estão fazendo aqui.
Em um dia qualquer, O Quase Doutor embarca em uma viagem mágica dentro de um ônibus velhos, a viagem faz com que ele tenha experiências novas, e fazendo com que ele comece a pensar em uma nova vida a si.
Enquanto isso, A Quase Viúva, acredita que alguma coisa tentar matar seu noivo no hospital. Já O Quase Repórter acha que sua esposa foi assassinada, enquanto eles precisam descobrir a verdade, algo leva a crer que as respostas que precisam estejam dentro do misterioso ônibus. Assim eles se reúnem em uma viagem mágica e cheia de reflexão sobre a vida, sua A SUA VIDA, encarar a realidade e a discussão que temos com nós mesmos todos os dias.

Os Quase Completos é um livro de causos, cada personagem tem sua frustração, seu medo , seus anseios, nos quais eles não querer encarar, o autor ainda colocado na obra flashbacks da vida dos protagonistas, para ajudar a entender melhor a situação que passam, e como eles chegaram em tais frustrações.
É impossível o leitor não conseguir se conectar com alguma história dos personagens, algum momento da vida, ou algum sentimento que eles tenham.

Felippe Barbosa, tem uma narrativa um tanto quanto peculiar, ora ela é um pouco arrastada, ora um pouco mais rápida subindo o nível da história rapidamente, e essa montanha-russa pode agradar muitos leitores, mas eu me senti cansada com isso.
Como já falei lá em cima, apesar da narrativa não ter me agradado muito, o livro é maravilhoso, ele faz o leitor refletir, o que estamos fazendo da vida, quais são nossos sonhos e nossos objetivos. É um livro que nos faz perguntar se estamos mesmos felizes, a busca da felicidade que tantos procuram freneticamente.

Uma história original, uma viagem mágica a busca da felicidade. Os Quase Completos, é aquele livro que merece um espaço no seu coração.

Todos os seus pedidos mais sinceros o trazem até aqui, o local onde as estrelas caem".
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Aline|@Meninatecária 27/03/2018

Um livro encantador.

“— A questão é que utopias muitas vezes não se realizam. Só que não é para isso que elas servem. Afinal, se elas se realizassem, deixariam de ser utopias. Elas nos motivam. Essa é a finalidade. Saber que por mais que uma realidade perfeita possa ser inalcançável, enquanto viver dispostas correr atrás dela, estará vivendo plenamente.” - pág 297

A utopia do quase doutor era ser um famoso pintor e viver da sua arte. A quase viúva se afastou do trabalho para ficar ao lado do noivo em coma, e o quase repórter vive decepcionado com o trabalho e lutando contra o luto pela morte da esposa, olhando assim o que esses três possuem em comum é a sensação de serem incompletos e de terem uma vida cheia de ilusões.

Até que algo impensável acontece com o quase doutor: uma jornada inesperada em um ônibus estranho o leva a uma aventura inimaginável, onde terá que enfrentar batalhas e eventos que mudarão sua vida para sempre, mas não só a dele, a da quase viúva e do quase repórter também, pois as respostas para solucionar os problemas de ambos podem estar dentro do ônibus A037.

Com seus destinos ligados em um lugar extraordinário, esse trio enfrentará seus piores fantasmas e para se tornarem completos precisarão lutar contra o seu pior inimigo: eles mesmos.

“— Não deixe que a pior versão de você mesmo o faça voltar a ser o ignorante que era no dia em que chegou aqui.” - pág 296

Após passar do meio da leitura a coisa realmente melhorou para mim, consegui captar a ideia do autor e a leitura fluiu bem melhor! É um livro que possui uma mensagem muito linda, e que com certeza eu irei reler com outra expectativa. A escrita do autor é encantadora e repleta de quotes lindos, como esses que coloquei.

Enfim, eu indico esse livro para pessoas que estejam afim de leituras que te façam parar e pensar sobre como você está vivendo a sua vida.

“— Talvez... você não estivesse feliz, mas estivesse no caminho para a felicidade, ainda que não soubesse.” - pág 295

site: https://www.instagram.com/meninatecaria/?hl=pt-br
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