Frankenstein e outras histórias de horror

Frankenstein e outras histórias de horror Junji Ito




Resenhas - Frankenstein


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Rick 13/02/2022

Muito show
Tô começando a ficar viciado nas obras de Junji Ito, esse mangá é realmente muito bom.

Não sei muito o que falar, é basicamente a história de Frankenstein com as ilustrações incríveis do Ito.

É isso, eu curti bastante e recomendo.
KERR 13/02/2022minha estante
Oi. Tudo bem? Talvez você já tenha me visto por aqui. Desculpe o incomodo. Me chamo Rafael Kerr e sou escritor.  Se puder me ajudar a divulgar meu primeiro Livro. Ficção Medieval A Lenda de Sáuria  - O oráculo.  Ja está aqui Skoob. No Instagram @lenda.de.sauria. se gostar do tema e puder me ajudar obrigado.


Rick 13/02/2022minha estante
Vou dar uma olhada sim ;)


KERR 13/02/2022minha estante
Obrigado!




oiinatalia 29/11/2021

A melhor leitura de 2021? Aaaaaaa
Não esperava que a minha melhor leitura de 2021 fosse ser um quadrinho, e cá estou eu com esta bela surpresa do meu mangaká favorito especialmente para mim [CERTEZA] ?

Li tudo em um dia, porque o Ito pode escrever 1000 páginas e eu vou engolir tudo em um piscar de olhos.

Os primeiros contos são incríveis, e foi tão legal girar em torno de um protagonista... Deu uma saudade de Uzumaki imensa. Os contos finais são extremamente curtos, mas ótimos também.

Com certeza a cereja do bolo é FRANKENSTEIN, conto que dá nome ao mangá, tudo inspirado e adaptado na obra original. O que o Junji Ito fez ilustrando o Victor e o Monstro foi obra de arte, simplesmente.

Eu nem sei mais o que falar, eu só quero que todo mundo leia este homem. ?
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Mandy do @blogsobrealeitura 17/02/2022

Eu só queria ler umas histórias de terror
Que raiva, Junji Ito, eu terminei essa joça chorando. As histórias de terror são ótimas, especialmente a adaptação de Frankenstein, mas as últimas histórias são reais e tristes pra um zaralho. Não dei 5 estrelas só por isso.
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lytarium 06/01/2022

Mestre do terror e não à toa
Junji Ito trás novamente sua atmosfera sombria com seus contos e adaptação de Frankenstein de Mary Shelley.

Frankenstein: A mudança de visual da criatura, com o corpo putrefado, corpo desproporcional e traços disformes trouxe o incomodo que o autor buscava. A relação entre Victor e a criatura é tão no incomoda e disfuncional quanto o livro. Aqui ainda mais pois a criatura cria requintes de crueldade como forma de lidar com todo sofrimento que viveu.

Contos de Oshikiri: Oshikiri e suas desventuras me conquistou completamente! A forma como os contos se amarram no final, simplesmente, perfeito!

"Funeral da Boneca do Inferno": foi ótimo, mas gostaria que fosse maior.

E os dois mini-contos de Non-non: admito que deu uma leve vontadezinha de chorar com o desfecho.

Enfim, recomendo fortemente o mangá.
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Gi 25/03/2020

Frankenstein e contos de terror
Foi uma experiência interessante ler o Frankenstein em forma de mangá. O começo é bem fiel ao original, mas depois o autor modificou bastante a história, embora não tenha ficado ruim.
Alguns dos contos de terror são bem confusos, mas não são ruins.
Parte deles se passam em torno de uma mesma casa com acontecimentos incomuns, embora se liguem uns aos outros. Esses são os melhores do livro, interessantes e prendem o leitor.
Recomendo a leitura pra quem gosta de terror ou do Frankenstein propriamente dito e queira ler algo com um formato diferente.
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Nanda Lima 15/11/2021

Ito em sua melhor forma
Depois de No longer human, é o melhor quadrinho que li do Ito, talvez por ser outra adaptação. Sou muito mais fã do traço dele do que de seus roteiros, que são viajados demais para o meu gosto. E aqui o Ito desenha absurdamente, é de uma expressividade e força muito impactantes. Gibizão.
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Beatrizaag 12/12/2021

Frankenstein
Sem tantas informações sobre a obra, fui pensando que ela seria continua, porém não, é um compilado de contos bizarros, do jeitinho que a gente gosta. 

Os contos que precedem o que dá o nome à obra, seguem de uma maneira bastante familiar para quem já leu Tomie. Neles acompanhamos Toru Oshikiri, um adolescente com um ar bizarro (com o qual eu simpatizei bem pouco) que vive histórias macabras em sua mansão, na qual vive sozinho uma vez que seus pais foram viajar. Um tema recorrente nesses primeiros contos foi a existência de outras dimensões que (é claro) podem ser acessadas pela casa do nosso protagonista.

Novamente, para mim o que mais salta aos olhos nas narrativas do Junji Ito não são os roteiros em si, e sim as imagens e artifícios criados para causar agonia e espanto (parabéns, conseguiu). O que as obras dele me passam é que definitivamente nada nelas foi feito para você ler e ficar confortável. Desde os acontecimentos e as decisões dos personagens, até os traços, tudo foi criado para fazer você ficar ao menos angustiado. O mangaká sabe manipular sua experiência de leitura, criando imagens fortes que com certeza vão te acompanhar por algum tempo. E por falar nisso, o que dizer de Frankenstein?

Depois de cerca de 200 páginas, finalmente chega o conto principal. Uma surpresa bastante agradável foi ver a maneira do autor de representar personagens ocidentais, algo que eu ainda não tinha visto. Foi nesse ponto que eu tive certeza de que o traço dele é completamente proposital (não é atoa que essa é uma obra premiada né?). O conto começa com um tom bastante diferente (diria até que contido), e aos poucos vai assumindo a identidade que estamos tão acostumados, com um toque de loucura e imagens grotescas, cheias de sombras que criam a atmosfera doentia que a história pede. A versão de Junji Ito do monstro criado pelo Dr. Frankenstein é a melhor que eu já vi até o momento (não que eu tenha visto várias, mas vamo que vamo), até porque, convenhamos, espera-se que um ser criado totalmente com partes de cadáveres não seja nada além de nojento e assustador. Por vezes, somos "presenteados" com imagens grandes e detalhadas do monstro que complementam bem os momentos de tensão que vão surgindo ao decorrer da história. Em resumo, você só vai largar o conto quando terminar.

Lembra quando eu disse lá em cima que, pra mim, o foco do Junji Ito não é exatamente a narrativa e sim a forma inventiva com que ele passa o que ele quer passar? Pois é, um dos últimos contos, Funeral da boneca do inferno, representa bem o que eu estou dizendo. Uma história que começa assim como termina: sem sentido, porém extremamente grotesca (isso é um elogio, tá?).

Outro conto que eu particularmente amei foi o Imobilizador Facial. Acho super inteligente ver um medo ou receio do "dia a dia" servindo de base para uma história de horror. Enfim, vai la ler que você vai entender. 

Por fim, os dois últimos contos foram uma surpresa, tão divertidos e sensíveis que os senti como um presente do mangaká, uma forma de nos aproximar dele.

No mais, não tem como não citar a qualidade do trabalho do Pipoca e Nanquim, que está arrasando principalmente nessa série do Junji Ito (na moral, que capa maravilhosa, tô até agora admirando). Já queremos a obra completa. Bora trabalhar porque em 2022 a carteira vai cantar.
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Ga 22/11/2021

Nojento e assustador
Acho que não teria uma pessoa que eu ficaria tão animado em ler a versão em quadrinhos desse clássico como junji ito, você começa a leitura imaginando como ele vai desenhar o monstro, o homem que talvez seja o melhor desenhista de coisas nojentas do mundo, a barra era alta, e ele não chegou mas superou.
O ritmo da história é ótimo, ao contrário de suas histórias originais, na adaptação os balões diminuem e a história embala de uma maneira alucinante, e quando o monstro aparece tudo melhora e muito
Todas as coisas nojentas se amplificam muito pelo traço do junji ito, no final da história tive sustos ao virar as páginas, os closes no rosto são de assustar, adaptação incrível
PS: O livro tem alguns outros contos, os iniciais do oshikiri começam meio sem sal e ganham fôlego conforme passam, o final é muito bom, as outras admito ter achado bem fracas
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Diego / @blogdiscolivro 25/02/2022

"Consegui desvendar o segredo da vida! Ó Deus... esta noite eu me equiparei a você!"
Nascido em 1963, na província de Gifu, no Japão, Junji Ito está para o mangá assim como Stephen King está para a literatura, ou seja, é um mestre do gênero de terror contemporâneo. Inspirada em autores como Kazuo Umezu e Shinichi Koga, e com toques lovecraftianos, sua obra tem como marca registrada o tratamento do bizarro e a obsessão de personagens mentalmente perturbados. Sua arte é mundialmente conhecida por incomodar e chocar seus leitores. "Tomie", sua primeira obra, começou a ser publicada em 1987. Depois, vieram "Uzumaki", "Gyo", "Remina" e muitas outras bizarrices que desgraçaram a cabeça dos fãs ao redor do globo e que hoje já podem ser consideradas verdadeiros clássicos do horror. Em 2019, Junji Ito foi agraciado com o Prêmio Eisner por sua adaptação da obra máxima de Mary Shelley.

Publicado pela primeira vez em 1818, "Frankenstein" é, além de clássico absoluto do terror e da literatura gótica, um dos precursores da ficção científica. A obra, que narra a nefasta saga de Victor Frankenstein, um jovem estudante que, levado por sua ambição, resolve brincar de Deus e concede o dom da vida a uma criatura composta de restos mortais, transcendeu o campo da literatura e passou a integrar parte da cultura pop, ganhando adaptações para o cinema, a música e o teatro. Claro que os mangás não ficaram de fora dessa e, entre os anos 1994 e 1998, coube a Junji Ito a difícil tarefa de adaptá-la. Seu trabalho foi tão bem executado e aclamado pela crítica que, ao ser publicado nos EUA, acabou lhe rendendo o cobiçado prêmio máximo dos quadrinhos.

O que sempre me chamou a atenção no romance de Shelley, e que faz dele um dos meus favoritos, são as várias camadas que a obra possui. Terror, scifi, elementos góticos e filosofia, sendo esse último o tema que mais me atrai em "Frankenstein". A questão do livre-arbítrio e da criatura versus criador me impactou bastante quando abri o livro pela primeira vez, esperando encontrar ali apenas mais uma história de terror. E, lendo o mangá, fui mais uma vez surpreendido! Pelo fato do autor ser um dos mestres do horror, esperava que, em benefício deste, a parte mais filosófica da obra fosse ficar em segundo plano, mas isso não acontece. Claro que o autor deu toda uma ênfase às passagens mais grotescas, dotando-as com seu característico e assombroso traço, mas todas as camadas da obra original estão presentes aqui, sem perda! Junji Ito conseguiu trazer para a nona arte um dos romances mais complexos e profundos da literatura mundial, sem abrir mão de nenhum de seus elementos. Não por acaso seu mangá é considerado por muitos um dos melhores trabalhos de adaptação já feitos. Eisner mais do que merecido, não é mesmo?

Está tudo aqui: a tensão que cresce página a página conforme a ambição de Victor toma ares de loucura, os questionamentos que a criatura levanta em torno de sua existência e, claro, o choque nas cenas de horror. Junji Ito não alivia nem um pouco e, abrindo sua caixa de ferramentas, pesa a mão nas cenas de violação de túmulos, destrinchamento de cadáveres e aparições da medonha criatura. O grotesco e a repugnância tomam conta das páginas (não recomendado para os mais sensíveis!). Para aqueles que, assim como eu, apreciam a obra frankenstaniana, o mangá é um prato cheio e segue à risca os desdobramentos do romance, com exceção das últimas páginas. Sim, Junji Ito deixa sua assinatura e reserva uma surpresa até mesmo para aqueles que já leram a obra de Shelley.

A primorosa edição do Pipoca & Nanquim, que conta com papel de alta gramatura, sobrecapa e marcador de páginas e acabamento que favorece o manuseio, segue o padrão da edição japonesa, ou seja, traz ainda uma série de contos de Toru Oshikiri, um adolescente sempre envolvido em estranhos acontecimentos e situações bizarras. São seis contos interligados que exploram temas como loucura, universos alternativos, paredes que devoram pessoas e coisas do tipo. Destaque para "Amizade por Correspondência", aquele terror clássico que deixa a gente com a dúvida: o que aconteceu aqui obra da loucura ou do sobrenatural? Fechando o volume, temos ainda quatro minicontos (acho que posso chamá-los assim) que destoam completamente do restante da obra. Mas não se apegue tanto a isso, só "Frankenstein" já vale a aquisição. E a editora já confirmou: vem mais Junji Ito por ai!

site: https://discolivro.blogspot.com/
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Icarolino 16/01/2022

O melhor manga de Junji Ito que li até agr, a história do Frankenstein que ele adaptou é ótima, super divertida, a melhor do manga, mas os outros contos como por exemplo os do Oshikiri tbm são ótimos, e o manga encerra com uma pequena homenagem bem legal, enfim, recomendo dms adorei essa leitura.
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Isabelle.Cagega 25/04/2022

INCRÍVEL
Esse livro não me deixou dormir enquanto eu não terminasse ele, o autor trabalhou de forma incrível o terror gótico em sua obra, se passou um tempo já que eu li e eu não esqueço a sensação de ler ele pela primeira vez
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Elvis 28/03/2022

Obra prima
Como assim consideram Uzumaki sua obra prima? Essa é sua obra prima.

Simplesmente não há um defeito nesta obra de arte, inclusive é uma boa pedida pra quem não quer ler a obra original do Frankstein, já que é muito fiel na maior parte do tempo.

Tá virando um dos meus mangaká's favoritos da vida.
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nick 08/02/2022

gostei muito da releitura de Frankenstein, foi bem fiel ao que me lembro do livro com um toquinho do Junji Ito. mas, os contos do início, não chamaram minha atenção, devo ter gostado de um ou dois, no máximo kkkkkk em compensação os dois do final foram bem fofos
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