Eu Sou o Último Judeu

Eu Sou o Último Judeu Chil Rajchman




Resenhas - Eu Sou o Último Judeu


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Grazi Duarte 16/01/2021

Perturbante
De todos os livros que já li de sobreviventes do Holocausto, este foi sem dúvida um dos que mais me deixou perturbada.
Recomendo a leitura? Sem dúvidas que sim.
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AnaCris 31/12/2020

O mais impressionante relato de sobrevivente do Holocausto
De todos os livros que li sobre o tema, este é o que mais me impressionou. Agudo, direto, sem nenhum tipo de enfeite, numa narrativa que flui fácil, mas é muito pesada pela perversidade e vilanidade que descortina. Por isso mesmo é que precisa ser contada e lida, para que nunca mais aconteça. Recomendo a leitura. Esteja preparado/a.
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Soraya 17/10/2020

Livro com fortes relatos sobre o Holocausto
Livro de literatura de testemunho, com relatos fortes e crus sobre as experiencias do autor nos campos de concentração. Livro histórico importantissimo!!
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Vee 17/10/2020

Chocante
Todos os livros com esse temática são quase sempre tensos, mas esse em especial é chocante, visceral, é inacreditável o quão cruel o ser humano pode ser. Um livro curto, direto e extremamente pesado.
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Fer Paimel 23/09/2020

Leitura pesada
Já li alguns livros sobre campos de concentração e extermínio nazistas e esse foi bem impactante. Uma escrita bem crua e sem delongas. Muito impactante e pesado, mas um livro bom para quem se interessa pela temática. Recomendo.
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Rê Lima 17/08/2020

Real, cruel e muito triste.Poucas vezes uma narrativa sobre o Holocausto foi de uma leitura tão dura. Chorei, me revoltei, me imaginei no ligar dessas pessoas. só não dei 5 estrelas porque queria saber mais sobre a vida do autor depois do campo.
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Brenda 01/07/2020

Não gostei da escrita!
Por se tratar de um campo de extermínio, o livro tem relatos únicos e chocantes, porém achei a escrita solta e um pouco desisteressante, a leitura não te prende (pelo menos no meu caso) e isso fez minha leitura se tornar lenta/arrastada. Não consegui me envolver com o autor, achei apenas alguns relatos super interessantes diferente de tudo que li sobre o assunto, porem, de todos os livros sobre essa temática, esse é o que menos me envolveu :/
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Kallyma 07/05/2020

O último judeu
O livro é baseado em uma história real , onde o autor é o protagonista de sua história , a obra se passa em plena Segunda Guerra Mundial , em um dos maiores campos de concentração Treblinka .
O autor conta como foi sua experiência no campo e seus desafios . Recomendo para aqueles que gostam de momentos históricos e histórias de superação.
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Paulascrap 28/03/2020

Intenso !..
📝" Mesmo quando terrível, o escritor deve dizer a verdade, o leitor, conhecê-la. Esquivar-se, fechar os olhos, passar adiante é insultar a memória dos que pereceram" Vassili Grossman. ........... 📝 Cada relato de testemunho que enfrentamos estamos fazendo realmente isso , não deixando que esse sofrimento seja esquecido.!!.........📝O campo de extermínio de Treblinka foi implantado em junho de 1942 e foi a receber incialmente judeus do gueto de Varsóvia, antes dos demais comboios....... 📝Dos 57 sobreviventes do campo , Chil Rajman foi um deles e nos narra todas as crueldades suportadas , o carregamento de cadáveres dos que não chegaram ao dia da revolta e posterior fuga , ele foi um dos últimos judeus a escapar de Treblinka em busca da sobrevivência.........📝 A cada história que conhecemos achamos que foi a pior de todas , mas erramos pois a cada nova o terror nos surpreendermos , inacreditável acreditar na sobrevivência dessas pessoas sob a mão de monstros alimentados pelo sofrimento alheio............📝Uma leitura de poucas paginas mas nada rápida , um texto denso com muitos detalhes desse período no campo e todos os castigos suportados até a elaboração do plano de revolta dos internos . ............
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Catarine Heiter 18/02/2020

Releitura realizada após 10 anos e o impacto é o mesmo! Um texto orgânico, visceral, escrito à luz da emoção e que foi responsável pelo meu interesse pela literatura de testemunho desde a primeira experiência de leitura. O autor revive a cada página, experiências diversas enquanto judeu prisioneiro em um campo de extermínio. Os capítulos são curtos, a linguagem utilizada é simples; mas a crueza com que o autor relata situações extremamente delicadas (e absurdas) transforma este livro curtinho em uma obra não adequada para pessoas mais sensíveis.

Escolhi reler este livro para participar do desafio DLL 2020, como escolha para o tema Baseado em Fatos Reais.
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Peterson 17/02/2020

Infelizmente aconteceu
Intenso, triste... Como é possível seres humanos cometerem tantas atrocidades aos seus semelhantes?
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Camis Pinheiro 30/07/2019

Sem palavras pra tanta dor
Não tenho palavras para descrever a dor desse livro. Eu já tinha pegado ele pra ler antes, mas não consegui ler o relato. Dessa vez fui determinada a terminar. Pois bem, terminei em lágrimas.
O relato é doloroso demais. As coisas vividas pelos judeus em Treblinka são piores do que eu conseguia imaginar.
Apesar de sofrido, eu recomendo esse

site: https://www.instagram.com/eu_recomendolivros/
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Mario Miranda 10/06/2019

Sem dúvida, Eu sou o último Judeu, figura como um dos maiores relatos sobre o Nazismo. Não um relato frio, distante e desconhecido, mas de um dos poucos judeus que conseguiu sobreviver à Treblinka/Polônia, um dos maiores campos de extermínios nazista.

Eu um ambiente onde se exterminavam mais de 15 mil judeus por dia, e os poucos que eram eleitos a não serem confinados em câmaras de gás em um primeiro momento, ficando como mão-de-obra escrava para o trabalho de limpeza dos restos mortais, Chil Rajchman foi um herói não apenas por sua sobrevivência, mas sobretudo por manter-se lúcido a ponto de nos legar este relato dramático do dia-dia em um campo de extermínio.

Talvez o ponto mais dramático da leitura seja não as mortes - que são obviamente chocantes - mas o entendimento que os nazistas envolvidos no Campo de Concentração executavam suas atividades com um prazer e um voluntarismo sádico, sem haver a necessidade de uma estrutura hierárquica militar que os compelisse a realizar todas as suas atividades que culminaram, apenas em Treblinka, em centenas de milhares de judeus mortos.
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Elisabete Bastos @betebooks 19/08/2018

Sobreviver e testemunhar os horrores
O autor, por meio de um relato sem fôlego, narra a sua sobrevivência no campo de extermínio de Treblinka. É uma autobiografia descritiva sem tempo para emoção. Chil se forçou a contar de forma a descrever o máximo as suas tarefas, a rotina dura, a morte à espreita, o ritual dos assassinatos pelos nazistas e ucranianos. Chil ficou por dez meses no campo e saiu por meio de motim no campo em agosto de 1943.

O campo de extermínio era um fábrica de espoliar os bens, roupas, dentes de ouro, cabelos dos judeus.

Os nazistas organizavam perfeitamente com procedimentos em que as vítimas depositavam as suas roupas, amarravam os cadarços de seus sapatos e entravam nus nas câmeras de gás.

Após, os judeus (utilitários) retiravam os corpos e queimavam em grandes fogueiras. Os nazistas queriam reduzir em cinzas milhares de judeus (750.000 em Treblinka).

Alguns judeus eram escolhidos para sobreviver e serem usados como arrancar dentes de ouro, prótese dentárias, cortar os cabelos das mulheres (tosar), antes de matá-las.

Os nazistas eram pervertidos em atrocidades, ao cinismo, a mentira, espancar, matar, espoliar, ceifar vidas, foram muito mais de que simples soldados, foram tomados pelo ódio de judeus, a quem humilhavam, execravam, torturavam, sem acreditar que alguém sobrevivesse para testemunhar os horrores forjados por nazistas em campos de extermínio.

O horror e a barbárie constantes no nazismo devem abstrair qualquer tipo de exclusão de etnia, raça, crença e sim: o respeito ao ser humano.

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JOE 01/08/2018

Indústria de extermínio
Realmente, não é possível melhor definição para o que acontecia nesse campo do que indústria de extermínio. O autor relata toda a lógica de "aumento de produtividade" dos assassinatos, após os quais, como em um abatedouro, tudo se aproveitava, até mesmo os dentes de ouro das vítimas.

O ser humano sempre tenta encontrar uma lógica, uma padrão, naquilo que acontece. Com essas atrocidades não foi diferente. Uma das tentativas de justificativa foi a de que houve tamanha lavagem cerebral que fez com que se deixasse de ver os exterminados como seres humanos, ou pelo menos vê-los "menores" que isso, de forma que retiraria a imoralidade das condutas praticadas.

No entanto, o livro mostra que não havia uma "utilidade" para o que era feito, era, sim, uma tentativa, pura e simples, de apagar, definitivamente, a existência daquelas pessoas. Da mesma forma, se "retirar a humanidade" tornava moralmente justificável os assassinatos, por qual motivo haveria a necessidade de evitar que os "excessos" fossem descobertos?

O relato feito por Chil Rajchman sobre o ano que passou em Treblinka é irretocável, cru e forte, como só poderia ser, tendo em vista ter sido escrito junto ao desenrolar dos fatos. Mostra a crueldade dos assassinos, que não se contentavam somente em matar, mas em fazer da pior forma que poderia ser feito.

É, por fim, muito triste ver também o dilema moral pelo qual passam os "personagens", que são, ao mesmo tempo, engrenagens na máquina e seus prováveis "insumos".
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