Muito Veneno e um Pouco de Lirismo

Muito Veneno e um Pouco de Lirismo Leandro Andreo




Muito Veneno e um Pouco de Lirismo





Com uma poesia castamente lírica e pavimentando uma forma conscientemente elaborada – tendo como matriz a tradição poética e retórica, contudo, não limitando seu notório impulso criativo e definitivamente se distanciando da mácula estética do anacronismo, Leandro Andreo articula a poíesis desta obra intitulada MUITO VENENO, POUCO LIRISMO – se posicionando opostamente aos modismos estilísticos contemporâneos, o poeta emancipa esta obra reflexivamente lírica, majoritariamente direcionada numa labuta rítmica por entre a temática do amor, porem um amor que não é ingênuo, transitando pelos saberes secularizados dos clássicos, no apreender e dispor sensivelmente musical dos sintagmas, sem comprometer seu discurso que se desdobra por vezes pela lente crítica da arte contemporânea, ressonante certamente como a conjugada extensão reflexiva do diâmetro contemplativo presenciado no público que a materializa, se firmando definitivamente na oposição dos modismos poéticos.

Humor, Comédia / Poemas, poesias / Literatura Brasileira / Ficção

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on 26/6/16


Sinal vermelho! Ele entra Em cena, olha pros lados, Ora a Deus e se concentra Nos malabares jogados Para o alto e, habilidoso, Não deixando de sorrir, Termina o show ansioso Para alguém lhe aplaudir. Já tive a oportunidade de ler a primeira obra de Leandro Andreo, Ivvi, e, quando recebi o convite para conhecer o seu segundo livro, sabia que coisa boa estava prestes a surgir. Foi melhor do que imaginava e me surpreendeu por não ser apenas poesias doces e tristes para a sua ete... leia mais

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Leandro
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10/12/2015 11:07:59