O Devorador de Sonhos

O Devorador de Sonhos Gordon Dahlquist


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O Devorador de Sonhos


Livro 1




A história de 'O Devorador de Sonhos' começa com um bilhete sucinto - uma carta de Roger Bascombe, noivo de Celeste Temple, escrita em papel timbrado e entregue pela criada numa bandeja de prata, dando fim ao relacionamento dos dois. Assim, sem maiores explicações e sob o clima austero da Inglaterra vitoriana, começa o romance de estreia do dramaturgo Gordon Dahlquist. A senhorita Temple que foi para Londres em busca de um marido, e não de aventuras, não se contenta com as explicações do bilhete e, tomada a decisão de investigar o motivo, vai parar num sinistro baile de máscaras. Este é apenas o ponto de partida de uma jornada para bem longe do mundo respeitável que Temple estava acostumada. Para a jovem, a inexplicada rejeição funciona como estopim de uma busca aflita e atordoante, capaz de colocá-la em perigo iminente. Para se proteger, Temple contará com aliados importantes. O Cardeal Chang, homem de reputação tão baixa que foi contratado para matar um homem, se vê surpreso ao descobrir que seu alvo mascarado já foi assassinado antes mesmo de ele alcançá-lo. Ao perceber que não pode mais confiar em quem o contratou, se lança à caça de quem quer que esteja se antecipando aos seus passos. E também o Doutor Svenson, que nunca pediu para ser anfitrião de um príncipe, mas se dedica ao posto da mesma forma. Até mesmo quando o gosto do príncipe pela devassidão o põe à mercê de tipos sinistros e de um processo diabólico que tem efeitos nefastos sobre a mente humana. O caminho destes três personagens os levará até o interior de uma propriedade em ruínas - a Mansão Harschmort. Palco de violência e libertinagem, a casa evoca as lembranças mais íntimas dos personagens de 'O Devorador de Sonhos', porque exatamente ali todos eles perderem alguém muito querido.

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Um bom editor faz toda diferença
on 9/5/11


Na orelha o autor diz que teve um sonho e começou a escrever este livro sem saber onde a estória o levaria. É, percebe-se. Este livro é o exemplo perfeito de uma idéia original, bastante promissora, mal utilizada por alguém que não sabe escrever e que tem um editor negligente. Metade deste livro deveria ter sido descartado, são parágrafos e mais parágarfos repetitivos, totalmente desnecessários e altamente maçantes. Fica bastante clara a inabilidade do autor em conduzir três personagen... leia mais

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João Victor Leite
cadastrou em:
14/02/2010 22:07:01