O nome da morte

O nome da morte Klester Cavalcanti


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O nome da morte





Depois de matar, Júlio Santana reza dez ave-marias e vinte pai-nossos para pedir perdão. Tem medo de acabar no inferno. Sem ideologia, Júlio Santana mata por ofício. Uma profissão que aprendeu em família, com seu tio Cícero, que lhe passou um trabalho aos 17 anos. Depois de 35 anos de ofício, contabiliza quase 500 vítimas registradas num caderninho com a capa do Pato Donald. Sem compaixão ou ódio, Klester Cavalcanti faz o matador respirar e nos assombrar com sua frieza. Pela primeira vez, um pistoleiro mostra seu rosto e conta sua vida. Mais do que a denúncia da impunidade e o desnudamento das engrenagens da viciada máquina Brasil, "O Nome da Morte" quer chacoalhar o país, acordá-lo desse triste sonho que ele insiste em viver como se fosse a realidade. Júlio Santana existe e dorme tranqüilo.

Literatura Brasileira / Não-ficção

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on 18/1/09


O livro é bem escrito, entretanto o autor se perde em dar atenção a duas vítimas do personagem, isso o afasta do objetivo que seria descrever o homem que escolheu por profissão: matar pessoas. A intenção de merchandising com essa escolha é muito clara, mas não funcionou como recurso literário, a obra perdeu com isso. A alegação de que foi um trabalho de pesquisa também não convence, pois se restringe a esses dois personagens, já muito explorados pela mídia. Não ocorre com outros execu... leia mais

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Desejam97
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Lika
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04/01/2009 15:19:53