Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições8
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas404
    • Leitores9224
    • Similares2

    Os relógios - Um caso de Hercule Poirot

    Agatha Christie

    Globo Livros
    2014
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-13: 9788525057020
    Português Brasileiro
    3.7
    3716 avaliações
    Leram6663Lendo166Querem2303Relendo6Abandonos86Resenhas404
    Favoritos48Desejados2303Avaliaram3716

    Colin Lamb é um agente do serviço secreto. Ao visitar o condomínio Wilbraham Crescent, na cidadezinha de Crowdean, acaba sendo envolvido na investigação de um estranho assassinato ocorrido naquele lugar: um homem desconhecido foi encontrado apunhalado na sala da casa número 19, cuja proprietária é uma senhora cega, Mrs. Pebmarsh. Na cena do crime são encontrados quatro relógios que marcam todos a mesma hora, 4h13, mas que não pertencem à dona da casa. Quem descobriu o corpo foi a estenógrafa Sheila Webb, que tinha recebido ordens de trabalhar para a senhorita Pebmarsh, só que esta não tinha solicitado nenhum serviço de estenografia. O caso parece complexo e Colin Lamb decide desafiar o seu amigo Hercule Poirot a desvendá-lo sem se levantar de sua poltrona. Somente com as informações recebidas do amigo, Poirot consegue sugerir uma hipótese viável para a solução do enigma.

    Edições (8)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (404)Ver mais
    Fabio Shiva picture
    Fabio Shiva19/02/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Cuco!

    Esse foi um dos primeiros livros de Agatha Christie que li, ainda aos 11 anos de idade. Sei disso porque, coisa curiosa, tenho a lembrança da casa onde eu morava ao ler o livro, e da qual me mudei antes de completar 12 anos. Contudo a respeito da história em si eu não guardava a menor recordação, além de um inexplicável papagaio que ficava berrando na cena do crime. Qual não foi a minha surpresa ao descobrir agora, ao finalmente reler “Os Relógios”, que o tal papagaio era na verdade o cuco... de um relógio! Coisa estranha é a memória da gente... Nessa segunda leitura, achei a trama razoavelmente divertida, embora esteja bem distante dos maiores êxitos da autora. Talvez para acrescentar algum tempero ao enredo um pouco insosso, Agatha inseriu alguns elementos de espionagem em sua história de assassinato. Eu, que amo tanto os romances policiais de Agatha Christie ao ponto de ter lido a maioria duas ou três vezes, confesso que não gosto nem um pouco de suas histórias de espionagem, que considero por demais ingênuas e inverossímeis. Sempre me intrigou muito o fato de uma mente tão ardilosa e maquiavélica para conceber mistérios de assassinato chegar a ser simplória ao elaborar suas tramas de espionagem. Por sorte, em “Os Relógios” a espionagem é apenas coadjuvante. Achei especialmente interessante encontrarmos aqui um Poirot já bem velhinho e quase inválido, empenhado na leitura dos principais autores de histórias policiais. Isso rendeu um inesperado comentário de Poirot a respeito de Sherlock Holmes e de seu criador, Arthur Conan Doyle: “– As aventuras de Sherlock Holmes – murmurou, com afeto. E então pronunciou só uma palavra, com reverência: – Maître! – Sherlock Holmes? – perguntei. – Ah, non, non, nada de Sherlock Holmes! É o autor, Sir Arthur Conan Doyle, a quem eu reverencio. As histórias de Sherlock Holmes são, na verdade, espichadas, cheias de tolices e muito artificiais. Mas a arte de escrever, ah, isso é outra coisa. O prazer da língua e, acima de tudo, a criação desse tipo formidável, que é o Dr. Watson. Ah, isso sim é que é triunfo.” Pincei ainda essas duas tiradas, que achei bem legais: “Não há nada mais insípido do que a pornografia explícita.” “As pessoas rígidas sempre cedem ante a lisonja.” E viva Agatha Christie! https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2021/02/os-relogios-agatha-christie.html

    106 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 3716
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas35%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas1%
    Agatha May Clarissa Miller  profile picture

    Agatha May Clarissa Miller

    Dame Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, Devon, Inglaterra, Reino Unido, 15 de setembro de 1890 — Wallingford, Oxfordshire, Inglaterra, Reino Unido, 12 de janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas. Conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros tútulos, criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne, entre outros. Agatha Christie escreveu também sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.

    480 Livros
    10.737 Seguidores
    Devon, Inglaterra

    Agatha May Clarissa Miller