Nesse volume é apresentada a primeira história do Fantasma. Já havia lido ela no volume Omnibus Piratas aéreos e outras histórias. Essa história foi publicada em tiras pela primeira vez a partir de 17 de fevereiro de 1936 nos jornais estadunidenses. A história é muito boa apresentando as primeiras características do fantasma e seu amor por Diana. Os traços são do Sy Barry. Agora temos aqui uma divergência. No volume dois é apresentado a história a infância e a juventude do Fantasma. Na história desse volume Diana conhece o Fantasma já como adulto enquanto na outra história ela tem os primeiros contatos com ele enquanto criança e adolescente e depois iria descobrir que ele era o Fantasma. No texto apresentado no final desse volume por Thiago Gardinali ele argumenta que as duas histórias não apresentam contradição. Uma, como dito anteriormente, ela o conhece enquanto era criança e adolescente e na outra ela conhece o mascarado. Mas temos outros elementos das histórias ainda são conflitantes e daí discordo do Gardinali. A impressão que tenho que como naquela época as tiras eram publicadas nos jornais semanalmente ou quinzenalmente, as pessoas as vezes acabavam esquecendo das primeiras histórias e com isso acho que Lee Frank tentou escrever uma nova história da infância e adolescência do Espírito Que Anda independente da primeira história para ficar como seria aceita. De um modo geral, essa história como a do volume 3 são muito boas. Mas cronologicamente prefiro me prender a essa, pois as outras que vieram depois, até onde eu sei, tiveram essa como referência. Portando considero que é nessa história que nasce a lenda do Espírito Que Anda.