Uma Questão de Beleza -

    Zadie Smith

    Dom Quixote
    2007
    510 páginas
    17h 0m
    ISBN-10: 9722033115
    Português

    O que torna a vida verdadeiramente bela? Quais são as coisas verdadeiramente belas na vida? E até onde estamos dispostos a ir para as alcançar? Situado nos dois lados do Atlântico, em Londres e em Nova Inglaterra, o terceiro romance de Zadie Smith é uma magistral obra sobre a família, o casamento, o confronto entre o pessoal e o político e um olhar honesto sobre as ilusões de cada um. Colocando em confronto duas famílias rivais - os Belsey e os Kipps - e uma série de casos amorosos amaldiçoados, valores morais e ideais, este é um romance do nosso tempo - e absolutamente divertido.

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    Ari Machado picture
    Ari Machado08/04/2009Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O livro tem uma elegância no linguajar fenomenal, mas deixa a desejar na forma de condução da história. Os personagens são primorosos. A história dos conflitos entre as duas famílias intelectuais, do meio universitário, e das pessoas que os cercam é fascinante. Entretanto, a autora optou por nos conduzir através de eventos que levam a conflitos interessantes e que são cortados abruptamente ao final de um capítulo, quando você reinicia em outro capítulo o tempo já passou e aquele conflito já foi até mesmo esquecido e serve de alavanca para outro conflito que começa a surgir. A autora não aproveita os conflitos para desnudar seus personagens, deixa para a imaginação dos leitores descobrirem como os personagens superaram os conflitos. A única exceção é a explosão da personagem Zora ao descobrir que suas fantasias em relação ao personagem Carl não eram correspondidas, mesmo assim, a descrição desta explosão é relatada de forma tão patética que chega a ser cômica, sem um revelar dos personagens envolvidos sobre a situação acontecida. Aconteceu... Aconteceu e pronto, vamos em frente... Sobre a beleza mesmo, a autora passa por cima e nada diz. Apenas um soneto, roubado, segundo ela própria, de seu marido e colocado aleatoriamente no livro. O conflito entre os dois personagens (os patriarcas) que deveria ser central acaba sendo apenas uma discussão idiota e preconceituosa. Ao final do livro até pode-se entender porque eles se odiariam dali para frente, porém quando o livro inicia já se odeiam e isso não fica claro em momento algum do por que. Nas artes, a autora perde em poder analisar a musica e suas variações modernas, os patriarcas têm visões diferentes sobre a obra de Rembrand, porém a diferença não é exposta e nem debatida. É a típica cultura inútil que tem uma visão esfumaçada sobre tudo e não sabe nada de nada.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 93
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