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    Proust e os signos -

    Gilles Deleuze

    Forense Universitaria
    2003
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-10: 852180220X
    Português Brasileiro
    4.1
    30 avaliações
    Leram75Lendo11Querem158Relendo0Abandonos4Resenhas6
    Favoritos6Desejados158Avaliaram30

    Em Proust e os signos, esse grande filósofo interpreta À la recherche du temps perdu – obra que revolucionou as leis do romance por sua estrutura fragmentada, em que as partes, em vez de se unificarem, afirmam sua diferença – como uma busca inconsciente e involuntária da verdade que se opõe à filosofia da identidade e da representação e permite formular conceitualmente os princípios de uma filosofia da diferença e da repetição.

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    Resenhas (6)Ver mais
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    Luciano Duarte27/02/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Surpreendentemente entendível

    Foi uma leitura bem mais prazerosa do que eu esperava. Signos, autor aranha, pontos de vista... Sem dúvida foi uma experiência bem menos confusa do que a que estou tendo com o Mil Platôs.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 30
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas3%
    Gilles Deleuze profile picture

    Gilles Deleuze

    O trabalho de Deleuze se divide em dois grupos: por um lado, monografias interpretando filósofos modernos (Spinoza, Leibniz, Hume, Kant, Nietzsche, Bergson, Foucault) e por outro, interpretando obras de artistas (Proust, Kafka, Francis Bacon, este último o pintor moderno, não o filósofo renascentista); por outro lado, temas filosóficos ecléticos centrado na produção de conceitos como diferença, sentido, evento, rizoma, etc. O filósofo do Corpo-sem-Órgãos (figura estética de Antonin Artaud, retomada como conceito filosófico por Deleuze em parceria com Félix Guattari). Para ele, O ofício do filósofo é inventar conceitos. Assim como Nietzsche cria a personagem-conceito de Zaratustra, Deleuze afirma em L'abécédaire, entrevista dada a Claire Parnet, ter criado com Félix Guattari o conceito de ritornelo - refrão, forma de reterritorialização (povoamento), e desterritorializaçao. Uma filosofia da imanência, dos diagramas, dos acontecimentos. As principais influências filosóficas terão sido Nietzsche, Henri Bergson e Spinoza. Uma das grandes contribuições de Deleuze foi ter se utilizado do cinema para expor sua forma de pensamento, através dos conceitos de cinema-movimento e cinema-tempo. Deleuze foi um dos filósofos que teorizou as instâncias do atual e do virtual (já elaboradas por outros pensadores), construindo um olhar sobre o mundo a partir das possibilidades: "Um pouco de possível, senão sufoco"

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    Gilles Deleuze