Nós terminamos <strong>Sins of the Heart</strong> com a morte de um traidor, e iniciamos <strong>Sins of the Soul</strong> exatamente da mesma maneira, mas sob um diferente ponto de vista.
Alastor, irmão de Dagan, está determinado, assim como seus irmãos, a encontrar as partes de Lokan para trazê-lo de volta à vida e descobrir quem diabos o assassinou ou tramou tudo. Eles ainda suspeitam que os Setnakhts não tem apenas um dedo, mas a mão inteira na história, e o fato de que eles continuam esbarrando em pessoas do culto enquanto tentam encontrar pistas é suspeito demais para ser ignorado.
Esse livro nos mostra apenas um pouquinho de Dagan e Roxy, temos uma rápida ideia do que está acontecendo no lado deles em apenas um capítulo, mas o centro da história é Alastor e sua companheira: Naphré. Naphré é uma mistura, literalmente falando. Ela era uma das Filhas de Aset, tem uma herança sanguínea pela qual foi prometida para outro deus do Underworld e fez uma barganha com um outro. O quão bagunçado isso pode ficar? Bem... Pode ficar ainda mais quando ela se vê envolvida com um lindo homem que viu num clube de strip-tease—pouco antes de matar seu próprio mestre, além de tudo—, um filho de Sutekh, Alastor.
A partir daí, a história nos mostra pouco sobre o principal problema da série: a morte de Lokan. O problema que o casal principal tem é um pouco diferente, mas enquanto isso vários importantes detalhes nos são mostrados. É um livro intermediário, mas pode te fazer abrir os olhos para o que realmente está acontecendo se você for esperto.
Alastor é absolutamente maravilhoso e, como eu disse pra Maeva ontem, eu adoraria ser seu bichinho de estimação, a qualquer hora. Ele tem um humor ótimo e é um cara sarcástico, então, admito, acho que eu terminei <strong>Sins of the Soul</strong> um pouquinho apaixonada por ele. Que vergonha!