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    As Últimas Quatro Coisas (A Mão Esquerda de Deus #2) - A Mão Esquerda de Deus #2

    Paul Hoffman

    Suma de Letras
    2011
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9788581050096
    Português Brasileiro
    3.8
    2895 avaliações
    Leram4577Lendo316Querem3418Relendo7Abandonos262Resenhas77
    Favoritos302Desejados3418Avaliaram2895

    Voltando ao Santuário dos Redentores, Thomas Cale é avisado pelo Lorde da Guerra que a destruição da humanidade é necessária, a única maneira de desfazer o maior erro de Deus. Cale aparentemente aceita o seu papel no fim do mundo: foi destinado a ser a Mão Esquerda de Deus, o Anjo da Morte. O poder absoluto está a seu alcance, o ardor aterrorizante e poderio militar dos Redentores é uma arma para ele utilizar tão simplesmente quanto uma vez utilizara uma faca. Mas talvez nem mesmo o poder sombrio que os Redentores detêm é suficiente para Cale – o menino que se transforma a partir do amor ao ódio venenoso num piscar de olhos, o menino que alterna entre a bondade e a violência pura em um piscar de olhos. O aniquilamento que os Redentores procuram pode estar nas mãos de Cale – mas sua alma é muito mais complexa do que poderiam imaginar.

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    Mauricio de Paula Rodrigues21/09/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Paul Hoffman tornou tudo MUITO mais intenso!

    Quando fiz o review de "A Mão Esquerda de Deus", do escritor (apenas uma de suas áreas) Paull Hoffman, fiquei imaginando o quanto de toda a história e de toda a "terra" poderiam ser melhorados. Não que o primeir tenha sido ruim, muito pelo contrário. Foi tão legal, que não consegui imaginar um rumo melhor para a trilogia, do que aquele que fora apresentado. Nesses casos, é tão bom estar errado! hehe... Além de melhorar, é muito bom ver a evolução dos personagens de acordo com o passar do tempo. Paul Hoffman tratou de alterar todos os aspectos da história. Quando conhecemos Thomas Cale, o menino que foi maltratado e treinado para ser uma máquina de ressentimento e malícia, não poderíamos acreditar no fato de que ele seria a Fúria de Deus enviada ao plano físico para destruir a humanidade e marcar um novo início dos tempos. Pois em "As Últimas Quatro Coisas", Cale não somente toma ciência disso, como também "abraça" seu destino. O menino, antes considerado maduro demais para sua idade, já deve estar com seus 15 ou 16 anos, e agora era considerado muito mais do que um simples homem. Reconhecido e temido graças as campanhas lideradas por ele a mando do Redentor Bosco, sua reputação precedia seu nome. Amargurado por conta da "traição" de seu grande amor, Arbell "Pescoço de Cisne" Materazzi, aquela que o ensinou muito mais que ele sequer imaginaria existir, ele se entrega de vez a sua tarefa. Seu amigo, Henri Embromador, e Kleist (nem tão amigo rs), também se separam. Agora, os três personagens que viveram toda a aventura do primeiro livro juntos, se encontram em locais e situações diferentes. O local mais importante deste livro é, sem dúvida, Chartres. A cidade é praticamente um Vaticano para os Redentores. E é nela, que uma imensa e macabra guerra política é travada em busca do poder. O Redentor Bosco, muito distante do poder, porém muito influente no meio, precisa colocar Thomas Cale a frente do exército dos Redentores para iniciar o plano de "purificação" da humanidade. Mas em sua atual posição política, não teria como executar tal plano. Mas Cale não é uma pessoa qualquer, e não pode ser simplesmente controlado. Dentro de si, a Fúria de Deus possui tanto uma grande raiva (que pode levar todos à morte, conforme a mensagem que Bosco teria recebido em sonho), quanto um grande amor e uma grande compaixão. Kleist agora está entre os cleptos, um povo que vive do roubo dos pertences de outro povo, os muçulmanos. Ele está lá porque salvou Daisy de uma cena de estupro e tortura. Não vou entrar em detalhes do porque, mas agora, Kleist tem uma enorme responsabilidade para com a menina por conta de algo que os dois possuem em comum. Henri Embromador tem seus primeiros envolvimentos com mulheres, depois que reencontra Cale. Mas, apesar de gostar do que tem sentido, a intenção é convencer Cale e fugir pra bem longe dos Redentores. Devo dizer, que as cenas de guerra estão absurdamente mais bem elaboradas e descritas. Paul Hoffman agora aborda todas as questões e situações de forma muito mais intensa. As morte são mais "feias", o sexo é explorado de forma muito mais aberta, a raiva e o amor são muito mais evidentes. Sinceramente, é praticamente uma versão do livro voltada para outro público. E isso foi, na minha opinião, sensacional. Isso porque nós podemos amadurecer junto com o arco de histórias. O intervalo de um livro para o outro, pode fazer com que queiramos algo mais elaborado. E é isso que Paul Hoffman nos apresenta. Bom, não vou dar mais detalhes para não estragar a ótima surpresa que "As Últimas Quatro Coisas" foi para mim. Como eu sempre digo, leiÃO!! \o/ Também disponível em: http://www.manjaki.com.br/index.php?/Geral/ManjaBooKi/review-as-ultimas-quatro-coisas.html

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    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas32%
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    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas3%
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    Paul Hoffman

    Paul Hoffman é um jornalista e biógrafo cujo trabalho explora a relação entre a genialidade, a loucura, obsessão, e criatividade.

    7 Livros
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    Paul Hoffman