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    A Ética da Psicanálise - Teoria e método de psicoterapia autônoma

    Thomas Szasz

    Zahar
    1975
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    2 avaliações
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    Resenhas (1)Ver mais
    Cibele Sandhofe picture
    Cibele Sandhofe07/11/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Estou na metade do livro. E adorando, apesar de ser um pouco mais difícil de entender a lógica psiquiatra que nesse livro em particular é mais densa e metodológica em se tratando de ética médica. Nos outros livros do autor ao qual tive o prazer de ler em O mito da doença mental, A fabricação da loucura e Dor e prazer, ele descreve mais o choque do controle sobree o indivíduo por parte da sociedade. Critica notavelmente o desmembramento do discurso psiquiatrico de controle de emoções que pertubam o outro o diferente. Voltei a lê-lo, por saber de sua morte no mês de setembro, ele fez parte das minhas leituras para escrever minha monografia e me identifico com que ele escreve. Esse não é o melhor livro na minha opinião, prefiro os outros que já nomei antes. Mas tem uma coisa que sempre fica na minha cabeça quando penso em psicanálise e na avaliação médico paciente e "moral". Trecho do livro "As técnicas psicoterapêuticas utilizam três atividades estreitamente relacionadas: comunicação verbal; comunicação não-verbal; e aceitação ou quebra de contratos ou promessas. Em outras palavras, a habilidade especial do psicoterapeuta reside em sua perícia no conduzir de seu relacionamento com os pacientes". (pag. 47) E eu penso se o objetivo terapêutico é revelar o passado e seu trauma, e fazê-lo aceita-las (o paciente), as técnicas enumeradas acima são subjetivas e interpretativas. Nossos valores estão estabelecidos em fatos, práticas, mas também no que é sugestivo, e aí cada um tem um jeito de lidar com as "memorias traumatizadas".

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    Thomas Stephen Szasz profile picture

    Thomas Stephen Szasz

    Thomas Stephen Szasz, em húngaro Szász Tamás István, foi um psiquiatra e acadêmico húngaro, residente nos Estados Unidos. Desde 1990 foi Professor Emérito de psiquiatria do Health Science Center ('Centro de Ciência da Saúde') da Universidade do Estado de Nova Iorque (SUNY), em Syracuse. Szasz foi uma figura proeminente entre os adversários da psiquiatria coercitiva e um conhecido crítico social dos fundamentos morais e científicos da psiquiatria e dos objetivos de controlo social da medicina na sociedade moderna, bem como do cientificismo, que considera como uma espécie de secularização da religião. Ele é bem conhecido por seus livros, O Mito da Doença Mental (1960) e A Fabricação da Loucura: Um Estudo Comparativo da Inquisição e do Movimento de Saúde Mental (1970), que definem alguns dos seus principais argumentos.

    8 Livros
    2 Seguidores

    Thomas Stephen Szasz