Explicações, referências e bela arte
Promethea #10 tem boas referências à strip-tease de Inanna, e claramente o personagem mago Faust é um "self insert" do próprio Moore. Que deve curtir tomar um "vinho venusiano". Tem também sexo tântrico e kama sutra, fugindo bastante do dito senso comum. Hellblazer #152 nos apresenta uns personagens muito peculiares, para dizer o mínimo. E no final temos um corte drástico, nos deixando mais confusos que o próprio Constantine. Planetary #25 se desdobra em tramas, uma contida na outra. Começa com um personagem e local recorrente: o Nick Fury genérico e o local místico. A conversa demonstra que um tipo de armadilha foi posta em funcionamento. Uma vez contido, o agente solta a segunda trama: a origem dos Quatro. O Reed Richards genérico lembra bastante o Adversário, a versão maligna vinda do Universo Ultimate. Ele é tão científico que se desconectou com sua família. Afinal, há todo um multiverso disponível para "colheita". A terceira trama atua como a estrutura dessa edição, que é o futuro confronto final entre o Planetary e os Quatro. Agora sabemos que em 2011 uma realidade iria tomar posse da realidade deles. Swamp Thing #8 conclui o arco "Elos Perdidos" com roteiro mediano e arte espetacular. Tem a reviravolta sobre quem é o verdadeiro vilão da trama: um anjo exilado que gosta de atuar como um vassalo, oculto nas sombras.

