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    Death of a Salesman -

    Arthur Miller

    VIKING
    1968
    139 páginas
    4h 38m
    ISBN-1: 0
    3.9
    182 avaliações
    Leram308Lendo5Querem106Relendo0Abandonos3Resenhas14
    Favoritos0Desejados106Avaliaram182

    Willy Loman, an old salesman, returns early from a business trip. After nearly crashing multiple times, Willy has a moment of enlightenment and realizes he shouldn’t be driving. Seeing that her husband is no longer able to do his job as a traveling salesman, Willy’s wife, Linda, suggests that he ask his boss, Howard, to give him a local office job at the New York headquarters. Willy thinks that getting the new job is a sure thing since he (wrongly) sees himself as a valuable salesman.

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    Clio picture
    Clio14/01/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    No Brasil, A Morte do Caixeiro Viajante não fez tanto sucesso no teatro, apesar de retratar uma realidade do meio do século XX que nos era bem familiar: uma família comum que tenta sobreviver no capitalismo selvagem e realmente acredita que com trabalho duro ainda vai enriquecer. Willy Loman, o personagem principal, é um homem idoso que já apresenta sinais de senilidade e o mais doloroso é sua não-percepção de que ele passou quase quarenta anos se enganando sobre a felicidade e o destino de seus filhos. Como um típico representante da época, ele é ingênuo, tirano, adúlteror e medíocre - ele é o pai/avô/tio que todo mundo conhece. Sua família - a mãe submissa, o primogênito subpar, o caçula carete - todos vivem em função do sonho americano, e sua ausência parece massacrá-los, tornando os diálogos dolorosos de tão verossímeis. Terminei a leitura pensando que talvez as pessoas do novo milênio tivessem dificuldade em empatizar com o texto, mas agora, sob reflexão, acho que poucos dramas são tão atuais.

    91 curtidas

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