Maria da Glória jamais levou a sério esta coisa interessante e caprichosa de que escarnecia, rindo, gargalhando na triste expressão de seu sentimentalismo doentio: VIDA! Que és tu, Vida? Sarcasmo, ironia, sofrimento, covardia, ciúme da grandeza do mundo? A pobre Maria da Glória, desventurada como tantas, mal sabia que a vida era o presente mais significativo que Deus pudera dar-lhe.
Há sempre uma esperança em cada vida - Quase romance
F. Silva Nobre
Jair e Lita
1995
105 páginas
3h 30m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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