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    Historia de Cronopios y de Famas -

    Julio Cortázar

    Punto de Lectura
    2007
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-10: 9875780812
    Espanhol
    4
    22 avaliações
    Leram57Lendo3Querem25Relendo1Abandonos0Resenhas1
    Favoritos6Desejados25Avaliaram22

    Postulación de una mirada poética capaz de enfrentar las miserias de la rutina y del sentido común, Cortázar toma aquí partido por la imaginación creadora y el humor corrosivo de los surrealistas. Esta colección de cuentos y viñetas entrañables es una introducción privilegiada al mundo inagotable del escritor argentino.

    Resenhas (1)Ver mais
    Eduardo Menezes picture
    Eduardo Menezes04/01/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Diferente de tudo que li

    Histórias de cronópios e de famas é o primeiro livro que leio do Julio Cortázar e, por mais que seja um livro curto, a cada parte lida (pode ser dividido em quatro partes) é preciso parar e pensar sobre a mensagem contida. Algumas por um bom tempo. Das histórias que apresenta, antes do desfecho, chamou a minha atenção as instruções para se fazer coisas que fazemos no dia a dia - ou deveríamos fazer - e nem nos damos por conta, a forma como tratamos o tempo, os medos cotidianos, a necessidade de aprender a ver beleza mesmo nos piores momentos, a descrição da vida como uma sucessão de coincidências e o valor da escrita/leitura/interpretação para o início/fim do mundo. Ao final, o autor fala de três tipos de seres estranhos (espécie de micróbios flutuando no ar): os cronópios (desorganizados/contraditórios/despreocupados/inconsequentes/hedonistas/vaidosos), os famas (pessimistas/organizados/meticulosos/calculistas, porém descuidados e distraídos/compulsivos/obsessivos/libidinosos/inseguros/autoritários) e as esperanças (sedentárias/acomodadas/conformistas). Cada um pode interpretá-los ao seu modo, mas eu vejo características que se sobressaem - mais ou menos - em cada um de nós, dando uma explicação cheia de fantasia - e ao mesmo tempo tão real e poética - a quem nós somos e como nos relacionamos com o nosso universo (e isso inclui a nossa relação uns com os outros), sobretudo nós, latino-americanos.

    3 curtidas

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    Avaliações

    4 / 22
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    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas0%
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    Jules Florencio Cortázar

    Belga de pais argentinos, nasceu na embaixada da Argentina em Ixelles, distrito de Bruxelas, na Bélgica, e voltou a sua terra natal aos quatro anos de idade. É considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, mestre do conto curto e da prosa poética, comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Foi o criador de novelas que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo os moldes clássicos mediante narrações que escapam da linearidade temporal e onde os personagens adquirem autonomia e profundidade psicológica inéditas. Seu livro mais conhecido é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), de 1963, que permite várias leituras orientadas pelo próprio autor.

    123 Livros
    458 Seguidores

    Jules Florencio Cortázar