Capitão Silvino Jacques, afilhado de Getúlio Vargas, tornou-se um bandoleiro, cuja vida e façanhas este livro relata em detalhes de um romance histórico. Sua participação na Revolução de 32 foi decisiva, quando às margens do Rio Perdido fulminou os constitucionalistas, levando-os a uma derrota em Porto Murtinho (MS), fato que deu a vitória aos legalistas. Sem depor as armas de guerra, se colocou a serviço do latifúndio e dos interesses políticos do padrinho Presidente; este preocupado com a faixa de fronteira entre o Brasil e o Paraguai, palco de sangrentas disputas pela terra. Depois da trágica morte do paraguaio, Manoelito Coelho, formou-se uma captura, comandada pelo delegado Orcírio dos Santos, que moveu ferrenha perseguição ao bandoleiro, transformando a região num palco de entreveros e atropelos. Por contrariar interesses políticos e familiares, o livro “Silvino Jacques, o Último dos Bandoleiros” foi apreendido pela Justiça em 1986 e o escritor foi perseguido e ameaçado de morte, tendo que se exilar para o Pernambuco. Finalmente, a obra foi liberada pelo Tribunal do Estado, em 1992, quando o escritor foi, então, adotado pelo Pen Club International, organização ligada à ONU, em cerimônia realizada no Copacabana Palace Hotel, no Rio de Janeiro (RJ). Saboreie esta fascinante história tomando um gole do refrescante tererê... Está servido?
Silvino Jacques - O último dos bandoleiros
Brígido Ibanhes
Dinâmica
2007
243 páginas
8h 6m
ISBN-10: 8589375048
Português Brasileiro
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