Foi pesquisando a realidade histórica e mítica de uma Amazônia tão mal conhecida, que Márcio de Souza se deparou com as aventuras de Galvez e a conquista do Acre. Concebido inicialmente como roteiro de filme, o assunto foi trabalhado de forma inventiva e original, até transformar-se neste romance irreverente e burlesco, que muito deve ao espírito do folhetim popular. A obra projetou seu autor nas letras brasileiras, valendo-lhe o aplauso unânime da crítica e a consagração do público, que manteve Galvez, imperador do Acre durante um ano inteiro na lista dos mais vendidos.





