Zorba the Greek, Nikos Kazantzakis' most popular and enduring novel, has its origins in the author's own experiences of mining and harvesting in the Peleponnesus in the 1920s. His swashbuckling hero has its legions of literary fans across the world and his adventures are as exhilarating and havoc-making now as they were on first publication in the 1950s.
Zorba the Greek -
Nikos Kazantzakis
Zorba
Vamos lá. Zorba é um senhor que chamou a atenção do narrador da estória, após um breve contato entre eles ainda no continente. Assim eles partem juntos para a ilha de Creta para trabalharem numa mina de carvão, recém adquirida pelo jovem. Ainda sobre Zorba, ele é uma figura muito pitoresca, forte, grisalho, experiente, rude e com uma visão da vida bem peculiar. Já em Creta, conhecem a senhora Hortência, uma senhora bem vivida e experiente, a qual Zorba tem um chamego. Então, eles acabam se hospedando na casa dela. Interrompendo a narrativa, vou lhes contar algo interessante. Antes de ler este romance, eu também li o livro: A doutrina de Buda e Otelo de Shekespeare e por uma sinergia espacial e temporal, estes dois livros são mencionados pelo autor. Coincidência? Provavelmente. Retomando a estória, eles chegam a ilha e se instalam. Trabalham duro na mina de carvão, pelo menos o velho. Zorba, com muito atitude, toma a frente e gerencia o empreendimento, o jovem fica meio de lado com sua leitura e sua filosofia. O narrador se preocupa com o aspecto social do trabalho, cria-se um leve conflito ideológico entre os homens. O narrador se sente mais vivo, com sua rotina na ilha e com o bom papo e a companhia do grego, cujo homem provoca uma profunda admiração ao jovem. Em dado momento Zorba vai comprar alguns mantimentos para um grande projeto na mina. Ele fica lá alguns dias a mais que o combinado. Na volta, ele chega conta as aventuras que viveu e volta a trabalhar com muito afinco, no projeto do teleférico. Eles sobem ao monastério para negociar a autorização do projeto. Passado um tempo, um incidente acontece na comunidade, em plena comemoração da Páscoa. Talvez este seja o final do segundo ato. Há uma ruptura uma perda bem sentida pelos dois amigos. O tempo passa, muitas conversas acontecem ao luar e sob a brisa da praia. O projeto não dá muito certo. Mas, há outro acontecimento importante. O narrador recebeu algumas notícias do estrangeiro e numa determinado momento partiu. Sendo assim, ficaram as saudades, as lembranças, a dor e os momentos de felicidade também. Neste momento, preparem o lenço. Vida que segue. Pra mim é um livro surpreendente, simples, tocante, emociona bastante, principalmente no terceiro ato. Gostei muito. Facilmente, coloco no Top 3. Viva Zorba, o grego. PS assisti também ao filme, há um tempo atrás, com Anthony Quinn no papel principal, então guardei a imagem dele ao ler o romance. Estou muito satisfeito.
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