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    O Retrato de Dorian Gray -

    Oscar Wilde

    L&PM Pocket
    2011
    266 páginas
    8h 52m
    ISBN-13: 9788525411259
    Português Brasileiro
    4.2
    62003 avaliações
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    O retrato de Dorian Gray, o único romance de Oscar Wilde, desde seu lançamento numa versão mais curta no Lippincott’s Magazine (1890), provocou reações simultâneas de ira e admiração entusiástica. Como desafio, resolveu publicar Dorian Gray em livro, acrescentando-lhe o prefácio e novos capítulos. A primeira edição saiu em abril de 1891. Escreveu ainda O príncipe feliz (1880), as pequenas novelas O crime de lorde Arthur Savile e O fantasma de Canterville, e a peça A importância de ser prudente, entre outras obras. Na prisão escreveu as obras A Balada do Cárcere de Reading e De Profundis, cuja versão integral só apareceu em 1962.

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    Dominique Sampaio picture
    Dominique Sampaio02/06/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um emaranhado de verdades, que teimamos em não enxergar...

    Fascínio! É a única palavra que me vem a mente quando me recordo da leitura de Dorian Gray. Como tudo na vida, o que nos é proibido, é gostoso, tentadoramente irresístivel. E Henry Wotton vem desmistificar para Dorian Gray, o pecado em toda a sua glória. Todos os desejos reprimidos, pensamentos ocultados sob o véu do medo e da moralidade, Henry expulsa com ideias totalmente insanas. Para ele, o que vale realmente é o agora, enquanto, somos jovens e belos, e possuímos o mundo a nossos pés. Li-o aos poucos como quem quer provar vagosamente algo realmente tentador... Henry não somente fascina Dorian, fascina ao leitor. Fascinou a mim. Suas ideias... ahh, se dessemos asas a elas, seriamos totalmente pervetidos e mundo seria um caos maior do que já é... Por outro lado, nossa alma, ahhh, essa sim, seria digna de análise. "Aquele retrato seria para êle o mais mágico dos espelhos. Do mesmo modo que lhe havia revelado seu próprio corpo, haveria de revelar-lhe sua própria alma." Em muitos momentos, durante a leitura, eu parei para refletir... se eu tivesse um retrato que mostrasse como minha alma realmente é, o que ele mostraria? Confesso que não gostaria de ver. Com Dorian não foi diferente, em diversas ocasiões, ele tinha nojo e medo de olhar-se no retrato e ver como sua alma estava manchada. Porém, em outros momentos, ele ficava enamorado por sua pervesidade e face manchada pelo pecado. Houve uma parte, no ápice da trama, em que eu tive que parar a leitura, foi demais para mim. Ele me causou nojo. Repugnância. Como Dorian pode machucar a única pessoa que se importou com ele? A única que indicou o caminho certo a percorrer e a única que acreditou que ele era um ser livre de pecados? Parei durante dois dias de ler, eu não conseguia chegar perto do livro tal foi minha dificuldade de compreender o que havia se passado. Cinco estrelas é pouco para classificar esse livro. Simplesmente, ele mostrou mais de mim mesma, do que jamais eu gostaria de ter lido. Há não ser que você seja santo, você também se identificará com Dorian Gray, o anjo caído.

    1193 curtidas

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