La joven de esparta -

    Cristina Rodriguez

    Grijalbo Mondadori Sa
    2006
    544 páginas
    18h 8m
    ISBN-10: 8425340284
    Espanhol

    A Jovem de Esparta Esparta,481 a.C. O desejo de vingar a morte do irmão leva Thyia, jovem cidadã de Esparta, a se unir ao exército como servo de Anaxágoras,intrépido guerreiro, a quem odeia com toda sua alma, já que o considera culpado pela sua morte. Disfarçada de rapaz, ela se introduz em um universo proibido às mulherese, servindo a seu amo, começa a conhecê-lo de uma perspectiva bem mais favorável. Thyia participa da batalha de Termópilas,em que Anaxágoras acaba sendo preso e submetido à escravidão. Sempre sob seu disfarce,Thyia parte em busca do homem a quem aprendeu a amar e pelo qual está disposta apassar pelas mais perigosas aventuras

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    KARLA MARTINS06/06/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    VALE A LEITURA!

    Gostei muito. É um livro diferente, como disse antes, mas só por ser histórico (minha paixão) gostei muito! Estive fazendo umas pesquisas na net e a realidade em Esparta era bem próxima à daquela que a autora descreveu. É um livro centrado na mocinha, Thyia, que de início achei antipática e com pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, em especial sobre os homens espartanos. Com a morte do irmão, bola um plano de vingança contra aquele que ela achava que era responsável pelo fato. Em tempo, o irmão não valia nada, como ela vem a descobrir mais tarde. O plano dela não da certo, mas ela não se dá nada mal. O herói do livro é Anaxágoras, um guerreiro espartano que fazia parte dos 300 de esparta. Orgulhoso, sem ser frio ou cruel, bem diferendo dos ogros que vemos nos livros. O diferente no livro: o livro não é homo, é histórico. Mas retrata o comportamento homossexual comum em Esparta. Podemos ver que entre os espartanos a questão da homossexualidade girava em torno de implicações muito distantes das nossas. Ao invés de resultar em uma ideia de comportamento frágil ou feminino, a homossexualidade ganhava outro tratamento. Os comandantes militares acreditavam que o estreitamento dos laços entre dois guerreiros poderia fazer com que estes ficassem mais dispostos a lutar pela cidade-Estado. Além disso, o próprio envolvimento servia de estratégia ao impelir o soldado a continuar em batalha pelo seu companheiro (http://www.historiadomundo.com.br/grega/o-exercito-homossexual.htm). A primeira vez dos dois é diferente de todas as "primeiras-vezes" que já li nos livros (mesmo no livro Mel do Pecado da Brabara Leigh que tem a temática um pouco parecida), mas é perfeita para o livro. Acho que não poderia ser de outra forma levando-se em conta a história de vida dos dois personagens. Espero que se aventurem a ler. Vale a pena.

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