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    Monsenhor Quixote - Monsignor Quixote

    Graham Greene

    Record
    1982
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    100 avaliações
    Leram168Lendo7Querem74Relendo1Abandonos2Resenhas11
    Favoritos6Desejados74Avaliaram100

    Monsignor Quixote vivia em El Toboso, uma aldeia de la Mancha, perdida nos confins da Espanha, uma vida simples e tranquila, a conversar com o prefeito comunista, a ouvir críticas do bispo e a discutir com Teresa, sua velha empregada.Um dia socorre outro bispo cujo Mercedes enguiçara na estrada.Leva-o para casa no seu velho Seat 600, a que derta o nome Rocinante, em memória ao cavalo de seu famoso ancestral pelo menos no nome-Dom Quixote; E a partir daí sua vida muda. |...| [Wikipedia] Monsenhor Quixote (Monsignor Quixote no original em inglês) é uma novela escrita por Graham Greene, e publicada em 1982. O livro faz uma reconstituição da novela espanhola Don Quixote de Miguel de Cervantes com várias cenas cômicas, mas também entra em discussão no que diz respeito à vida pós-ditadura, comunismo, e a fé católica. |...| Padre Quixote, um paroquial da pequena cidade de El Toboso, na região espanhola de La Mancha, acredita ser um descedente do personagem de mesmo nome de Cervantes e tenta se aproximar da vida dele, mesmo que as pessoas insistam-lhe que Dom Quixote é apenas um personagem fictício. Ele batiza seu Seat 600 de Rocinante, e a santa de sua devoção vira uma Dulcinéia. O padre vivia uma vida simples e tranqüila, a conversar com o prefeito comunista, a ouvir as críticas do bispo, a discutir com Teresa, sua velha empregada. Um dia ele ajuda um bispo italiano aflito cujo carro enguiçara na estrada. Semanas depois, ele recebe o título de monsenhor do próprio Papa, surpreendendo seu bispo que desconfiava de seus atos. A partir daí sua vida toma outro rumo, com diversas aventuras e situações pouco comuns a um padre.

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    Waldir Figueiredo Reccanello picture
    Waldir Figueiredo Reccanello19/05/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Não há mais balões!

    Nessa história leve e comovente, muito gostosa de se ler, conhecemos Monsenhor Quixote e seu amigo Sancho: um, o humilde pároco da pequena e simples cidade de El Toboso; o outro, seu ex-prefeito, comunista e ateu. Uma amizade improvável que cresce e é reforçada quando, depois de ser involuntariamente elevado ao título de Monsenhor por ter ajudado um Bispo italiano em apuros, o padre resolve levar seu amigo e fiel escudeiro em uma viagem de férias pelas estradas da Espanha em seu velho carro, a quem chama Rocinante, nome dado em homenagem ao cavalo de seu dito ancestral - ao menos em espírito -, o célebre Dom Quixote de La Mancha, cuja história afirma ter sido apenas biografada por Cervantes. Regados a bastante vinho manchego, os diálogos dos dois amigos são verdadeiras aulas de tolerância e respeito mútuo, com suas crenças sendo constantemente desafiadas e questionadas, cabendo à fé de cada um o trabalho de manter firmes as suas convicções políticas e religiosas. === Transplantada para os dias "atuais", a história de Dom Quixote, Sancho e suas aventuras contra os moinhos de vento nos faz pensar e refletir sobre a importância dos valores da amizade, do respeito ao próximo, da tolerância e do perdão. === Um dos livros mais divertidos que li, mesmo assim, também é um dos mais profundos e, por isso, recomendo a leitura.

    15 curtidas

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    Avaliações

    3.9 / 100
    • 5 estrelas31%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas2%
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    Graham Greene

    Henry Graham Greene nasceu na Inglaterra, em 1904. Aos 13 anos, vai para um colégio interno; solitário e humilhado pelos colegas, tenta o suicídio várias vezes. É então mandado para Londres, onde faz tratamento psiquiátrico por seis meses. Seu analista o encoraja a escrever e o introduz no seu círculo literário. Em 1925, publica seu primeiro livro, de poesia. Estuda em Oxford e, em 1926, converte-se ao catolicismo por influência de sua namorada, Vivien, com quem se casaria no ano seguinte. Entre 1926 e 1930, trabalha como editor no jornal The Times, de Londres. Seu primeiro romance, O Homem Interior, é de 1929. No mesmo ano, deixa o The Times e passa a atuar como crítico literário e de cinema no Espectator, onde fica até 1940. Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalha para o governo inglês nos ministérios da Informação e do Exterior -e também como agente secreto. Nas décadas seguintes, continuaria a escrever ficção e exercer o jornalismo. Morre em Vevey, na Suíça, em 1991. Greene é um dos escritores ingleses mais lidos do século 20. Publicou mais de 60 livros, entre romances, contos, peças de teatro, relatos de viagem, ensaios, roteiros de cinema e biografias. Teve muitos de seus livros adaptados para o cinema, como Expresso do Oriente (1932) e O Terceiro Homem (1949). Entre outros livros de renome mundial, ele é o autor de O Poder e a Glória (1940), O Americano Tranqüilo (1955) e O Cônsul Honorário (1973), sem falar em Nosso Homem em Havana (1958).

    85 Livros
    90 Seguidores

    Graham Greene