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    Death Note Black Edition #6 -

    Tsugumi Ohba, Takeshi Obata

    Viz Media
    2011
    424 páginas
    14h 8m
    ISBN-10: 1421539691
    4.4
    210 avaliações
    Leram349Lendo7Querem187Relendo1Abandonos1Resenhas28
    Favoritos13Desejados187Avaliaram210

    Final Volume--Contains Volumes 11 and 12 of Death Note! Light Yagami is an ace student with great prospects--and he's bored out of his mind. But all that changes when he finds the Death Note, a notebook dropped by a rogue Shinigami death god. Any human whose name is written in the notebook dies, and now Light has vowed to use the power of the Death Note to rid the world of evil. Will Light's noble goal succeed, or will the Death Note turn him into the very thing he fights against?

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    Wendy Cristine  picture
    Wendy Cristine 20/04/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Kira é nada, Near, Mello e L são tudo

    A forma como o Kira morre no mangá é infinitamente mais satisfatório, coisa linda. A atmosfera de ler o mangá também é outra já que ele sempre foca no que cada personagem está pensando e suas verdadeiras intenções. E também, agora lendo com mais calma e sem aquele meu luto completo pelo L ter morrido já que ele era meu personagem preferido, consegui me afeiçoar bem mais ao Near já que ambos, com toda a certeza do universo, são autistas. Me deixou surpresa perceber o que seria o mundo ideal para pessoas autistas. Um trabalho tão inclusivo como esse, onde ele pode até brincar, mesmo já tendo 17/18 anos, e ninguém ligar. Ninguém zoar. Ele sendo apenas ele mesmo ali. Com o L foi a mesma coisa, tão lindo esse mundo utópico. Imagina se nos trabalhos que se dizem tão "inclusivos" fossem assim? Respeitassem mais o espaço do autista para ele ser quem ele é? Ou, no geral mesmo. Não precisássemos sempre nos esconder porque o que fazemos pode ser mal visto aos olhos de neurotípicos? É tão triste saber que os empregos onde falam que tem vaga para PCD, não há nem opção para nós. Ou, quando tem, nos exclui tanto. Isso é para neurodivergentes, no geral. Por mais personagens autistas bem feitos, como esses dois. O triste é que quando o personagem fala abertamente que é autista, automaticamente fica super estereotipado e horrível (o Dorama Uma Advogada Extraordinária que o diga), mas quando são personagens headcanons fica tão bom. E deixarei um último adendo em forma de pergunta: por que autistas retratados na mídia, que não são falados abertamente que são, são mais bem aceitos a ponto de ter neurotípicos querendo imitar seus trejeitos (vide L), enquanto nós mesmos autistas somos zoados e até repudiados por agirmos apenas normalmente? Quem ditou que o certo é apenas o jeito que vocês agem? Enfim, poderia ficar aqui escrevendo eternamente tudo que eu acho de mais escroto em um neurotípico, porem está ficando gigantesco já.

    5 curtidas

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