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    Teeth -

    Hannah Moskowitz

    Simon Pulse
    2013
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9781442465329
    4.4
    12 avaliações
    Leram11Lendo1Querem33Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados33Avaliaram12

    Be careful what you believe in. Rudy's life is flipped upside-down when his family moves to a remote island in a last attempt to save his sick younger brother. With nothing to do but worry, Rudy sinks deeper and deeper into loneliness and lies awake at night listening to the screams of the ocean beneath his family's rickety house. Then he meets Diana, who makes him wonder what he even knows about love, and Teeth, who makes him question what he knows about anything. Rudy can't remember the last time he felt so connected to someone, but being friends with Teeth is more than a little bit complicated. He soon learns that Teeth has terrible secrets. Violent secrets. Secrets that will force Rudy to choose between his own happiness and his brother's life.

    Resenhas (2)Ver mais
    Lorena Miyuki picture
    Lorena Miyuki31/01/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Polêmico e esquisito, mas bom?

    Essa resenha terá um tico de spoilers porque é impossível falar do Teeth sem falar... bem, dele.E ele já é um spoiler do próprio livro, acredite se quiser. O clima do livro inteiro é acinzentado, sombrio, então já se nota que não é uma leitura felizinha, né? A começar pela própria capa (que não poderia ser mais conectada ao enredo, sério) e pela motivação da trama: Rudy tem 16 (17? não me lembro) anos e teve que largar tudo porque sua família descobriu que um peixe, nascido e criado numa ilha deserta bem longe na sua casa, é o único remédio que pode retardar a doença do seu irmão mais novo, Dylan, de apenas cinco anos. Dylan tem uma doença pulmonar (fibrose cística) que faz com que os pulmões se infeccionem e se contraiam até que seja impossível respirar, fechando as vias aéreas, e é incurável pela medicina. Mas a família fica sabendo to tal peixe (sim, uma espécie de peixe) que consegue curar, ou pelo menos retardar, todo o processo de qualquer doença. Só que essa espécie só é encontrada em uma ilha muito distante, muito fria e quase deserta - a comunidade que vive por lá é composta basicamente de gente doente que se assentou lá e tem medo de sair e ficar sem o peixe e morrer. O que os pais de Rudy decidem fazer sem pensar duas vezes? Largar literalmente tudo e se mudar pra ilha também. [...] A ambientação desse romance é, de início, muito arrastada, mas a gente percebe que o trabalho foi bem feito depois: eu conseguia me imaginar na ilha, enxergá-la, sentir o frio congelante, a água da marina, as docas, o cheiro de peixe e do desespero que paira no ar por causa dos moradores. Eu sentia todas as emoções do Rudy como se fossem as minhas e é uma negócio de louco porque, apesar do livro ser contado em primeiro pessoa por ele mesmo, dá pra saber exatamente como os outros personagens estão se sentindo também. E é uma angústia enorme em 99% do tempo. Esse livro é de partir corações em níveis que eu não estava preparada. Rudy descobre que há outra adolescente na ilha, Diana, e que sua família guarda um segredo terrível. Mas a maior descoberta dele é o próprio Teeth, e atenção para spoilers: um "sereio", metade menino, metade peixe. Ele o apelida de "fishboy" (garoto-peixe) e é o único (além da "curandeira" do local) que sabe de sua existência. Rudy é o único que escuta seus gritos à noite, seu choro, e vê sua calda na água congelante. A história do Teeth é daquelas de te dilacerar por dentro, e a gente só consegue descobri-la do meio pro final mesmo, então o mistério se mantém vivo durante toda a história, praticamente. [...] Os personagens são muito críveis... [...] Aliás, aviso: definitivamente não é uma trama leve. Há diversas passagens bastante pesadas que falam de estupro e abuso da maneira mais cruel possível. [...] Esse livro traz diversos questionamentos polêmicos. Vou citar alguns, que peguei emprestado de uma resenha do goodreads, mas que foram me passando pela cabeça o tempo todo durante a leitura: • Responsabilidades. Como ser livre? Será que nós podemos, mesmo? • Diferenças de percepção de mundo e a busca pelo "nosso lugar". Pra quê, afinal de contas? Só para morrer "em paz"? • Família e doenças: estamos prontos pra salvar aqueles que amamos a todo custo mesmo? O que você faria pela sua família? Até que ponto iria? • Pensamento ético: o que faz os seres humanos serem "mais merecedores" de viver do que os outros seres do planeta? Será que merecemos mesmo? Por fim, acho que posso resumir assim: esse livro é esquisito, não tem uma lógica concisa, sabe? Tem umas coisas fora da lógica "natural", mas é uma trama que te faz questionar até o que é natural. É uma história bizarra e bastante pesada, mas bem interessante de se envolver. Se você é sensível a temas como estupro, mutilação, violência física e morte, porém, não leia. Sério. Eu adorei, mas também não gostei. Amei, mas depois odiei. Sentimentos, pra quê, né? Resenha completa no link

    1 curtida

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    Avaliações

    4.4 / 12
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Hannah Moskowitz profile picture

    Hannah Moskowitz

    Hannah Moskowitz is a YA and MG writer. She lives in Silver Spring, Maryland, with too many cats. She's afraid of escalators. Her books feature brothers, sexual ambiguity, and babies. She hates camping and was a very poor Girl Scout. She is an English major at the University of Maryland.

    14 Livros
    4 Seguidores
    Maryland, Estados Unidos

    Hannah Moskowitz