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    História escrita nos Espelhos - Princípios de Comunicação Cósmica

    Trigueirinho

    Pensamento
    1992
    185 páginas
    6h 10m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
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    Nos antigos mosteiros tibetanos havia um trabalho consciente de comunicação com o cosmos que envolvia os planos sutis extraplanetários e usava como receptores, transformadores e transmissores as energias, as entidades e os seres de diferentes planos de vida – desde o físico até os imateriais. Vários povos antigos também desenvolveram importantes coligações extraterrestres e colaboraram na estruturação de contatos extrassistêmicos. As Américas aguardaram, preservadas, a chegada de sua maturidade energética para que no momento cíclico correto sua tarefa pudesse emergir de forma pura – o que está começando a acontecer agora. No passado esse trabalho era hermético para a humanidade em geral, mas na futura Terra haverá maior participação nele por parte dos indivíduos da superfície do planeta. Hoje os maiores Centros-Espelhos planetários são intraterrenos, e cabe a eles o treinamento silencioso, interno e quase imperceptível dos novos e atuais candidatos a esses trabalhos. Este livro pioneiro aborda esse tema por meio da experiência direta de um grupo e oferece importantes chaves aos que têm afinidade com essa sublime rede de comunicações: os Espelhos do Cosmos.

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    Carla Parreira14/10/2023Resenhou um livro
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    História escrita nos espelhos

    ... princípios de comunicação cósmica O caminho evolutivo vê a necessidade própria de cada ser, individualmente e dentro do conjunto a que pertence. Devemos compreender a essência das diferenças ao invés de deixar que as forças da separatividade, da competição e da desunião invadam todas as formas de relacionamento, gerando a discórdia, a incompreensão, o conflito e o caos. Um ser-Espelho é naturalmente um devoto, um cooperador do Plano Evolutivo em diferentes níveis de manifestação. A religião é algo que exprime vida interior; portanto, não pode manifestar-se como organização estruturada, fixa e cristalizada em dogmas e conceitos. A vida interior, base para o conhecimento da religião, é uma atualização permanente de atitudes e estados; é a renovação constante, seguindo Leis Superiores, das respostas dadas pela consciência às situações surgidas como provas. O caminho religioso não é um caminho típico, de obtenção de segurança pessoal; é o retorno ao estado essencial da consciência. Tampouco é um caminho de experiências paliativas, mas a vivência de uma entrega tão inteira, que leve o ser a nada esperar no momento seguinte. Busquemos em primeiro lugar a Fonte da Vida, e assim nosso Regente coordenará o nosso ser. Ao doarmos completamente nossa vida ao Divino, saberemos que, tendonos perdido para nós mesmos, descobriremo-nos em essência e verdade na consciência de Deus. Os ensinamentos são revelados aos poucos e não podemos estar presos às primeiras informações, pois isso pode impedir-nos de aceitar as informações posteriores. Muito se excede a capacidade de compreensão daqueles que se detêm apenas nos conceitos passíveis de comprovação material. Uma informação não produz o mesmo efeito em todos os seres que a recebem. Cada um absorve segundo sua própria necessidade, condicionamentos e graus de abertura para o novo. Tais limitações podem ser transcendidas por meio da neutralidade. É quando se permanece neutro perante uma informação, recebendo-a sem aceitá-la e sem recusá-la a priori, que pode emergir do próprio interior a compreensão para aquele dado momento ou para uma situação específica. Tudo o que de real um indivíduo chega a saber não lhe é ensinado externamente, pois o conhecimento verdadeiro brota é do seu próprio íntimo. O contato com fontes externas pode estimular a emersão, em sua consciência, de algo, já pronto; entretanto, quando as informações são meramente intelectuais, ficam na periferia do ser e, não encontrando ressonância com o mundo interior, não são por ele absorvidas. A realização interna permanece secreta, em algum ponto entre a consciência e o Supremo. Não pode ser partilhada com outros, e o caminho para conhecê-la só pode ser trilhado na solidão. A vida interior oferece a cada ser o que lhe cabe. Sem pátria, sem dogmas e sem credo, caminha o verdadeiro peregrino. Do seu passado, nada tem a dizer; do seu futuro, nada a esperar. Um ser-espelho se expressa por meio do corpo de luz ligado a uma hierarquia. Temos que viver entre imagens (projeção da forma) sabendo que não somos imagens. Quando um ser ou uma hierarquia apresenta-se à nossa percepção em forma humana e assim se dirige a nós (seja no plano físico ou ouro mais sutil), tal imagem certamente é apenas um instrumento criado para contatarmos o plano de ilusão em que estamos polarizados no momento do contato. Por isso os antigos ensinamentos tibetanos e as escolas filosóficas pretéritas apresentavam a existência material como uma ilusão. Isso é verdadeiro, pois iludida está a consciência quando identificada com as imagens. Os arquétipos são, portanto, imagens-padrão criadas pela mente universal; o eu, a prisão da consciência na forma. O ego, existência do eu, é o encanto a que a vida autoconsciente se submete quando se introduz nos planos materiais. Como descrevem os mitos, esse encanto tem de ser quebrado para que o ser possa finalmente despertar para a realidade. O trabalho dos Espelhos é captar o arquétipo para um plano ou para um setor da vida manifestada, e eliminar possíveis obstáculos à sua realização. A vida material é uma mera projeção da mente de Deus. Cada pensamento dessa mente suprema determina um ciclo de existência para o objeto da sua atenção. A evolução é, portanto, uma seqüência de pensamentos encadeados segundo a lógica divina. Assim, também a vida material do homem é uma fantasia projetada pelo espírito (mônada) que, por sua vez, é uma projeção do regente monádico.

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    José Hipólito Trigueirinho Netto profile picture

    José Hipólito Trigueirinho Netto

    José Hipólito Trigueirinho Netto (São Paulo, 1931-2018), conhecido como José Trigueirinho Netto, Trigueirinho Netto ou simplesmente Trigueirinho, foi roteirista, diretor e produtor cinematográfico, e desde o início dos anos 80 atua como líder espiritual e filósofo espiritualista. Começou na área cinematográfica na Companhia Vera Cruz, como assistente de Alberto Cavalcanti. Com bolsa de estudos do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, estudou no Centro Sperimentale de Cinematografia, em Roma, onde viveu de 1953 a 1958. De volta ao Brasil, depois de realizado seu único filme, Bahia de Todos os Santos, em 1960, do gênero drama psicológico, filmado em Salvador(BA), Trigueirinho abandonou o cinema, partindo poucos anos depois novamente para a Europa. Como parte de sua busca interior, Trigueirinho viajou por vários países, conhecendo e interagindo com inúmeros mestres e instrutores ligados a diversas tradições místicas. Retornando ao Brasil, fundou, no início dos anos 80, o “Centro de Vivências Nazaré”, instalado no município de Nazaré Paulista, interior de São Paulo, deixando-o por volta de 1987 para fundar a comunidade espiritual “Figueira”1 , localizada na área rural e urbana da cidade mineira de Carmo da Cachoeira, na região do sul de Minas Gerais. A experiência mais "importante" pela qual passara – revelaria o próprio Trigueirinho mais tarde – ocorreu quando de sua visita ao vale de ERKS, na Argentina. Trigueirinho publicou mais de 70 livros, todos pela Editora Pensamento, com cerca de dois milhões de exemplares impressos até o momento. Parte dessa obra começa a ser lançada em inglês, pela Irdin Editora; em francês, pela Éditions Vesica Piscis (Espanha), e em alemão, pela Lichtwelle-Verlag. Além dos livros, Trigueirinho compartilha sua mensagem em palestras semanais que vêm sendo gravadas, organizadas em séries e publicadas pela Irdin Editora –- há mais de 1.600 títulos gravados. Algumas vêm sendo publicadas com tradução simultânea para o inglês e para o alemão. Outras foram traduzidas para o espanhol, o francês e o italiano ou gravadas nesses idiomas pelo próprio autor. Nestas palestras, que podem ser acessadas no site da editora, Trigueirinho procura estimular leitores e ouvintes a descobrirem o próprio eu profundo e a vida maior em que estão imersos, realidades das quais todos podemos estar cientes.

    66 Livros
    17 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    José Hipólito Trigueirinho Netto