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    Gargantua -

    François Rabelais

    Atena
    1957
    282 páginas
    9h 24m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    52 avaliações
    Leram48Lendo4Querem22Relendo0Abandonos5Resenhas7
    Favoritos0Desejados22Avaliaram52

    A narrativa do nascimento de Gargântua, filho de Grandgonicer e de Gargamelle, da sua infância e educação, da sua vinda para Paris, da sua guerra contra Picrochole. Vencedor deste último, constrói a abadia de Thélemé, que representa uma reação contra o excesso do rigorismo do ideal da Idade Média. A primeira educação de Gargântua é a mesma que Rabelais recebeu na infância.

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    Resenhas (7)Ver mais
    Antonio Aresta picture
    Antonio Aresta16/11/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Grande apetite e pequena utopia

    Li o livro porque está referenciado como literatura utópica. Mas o livro de Rabelais é bem mais conhecido por seu personagem gigantesco, cujo apetite corresponde ao tamanho e só é comparável a sua sede por vinho. A história, carregada de exageros em quantidade de comida e bebida ingeridas e descrições escatológicas, é satírica, divertida e agradável de ler. Narra a trajetória de Gargântua, cujo pai, Grandgousier, é forçado à guerra com Picrochole por causa de uma desavença relativa a quatro ou cinco dúzias de fogaças que alguns súditos deste levavam ao mercado. Gargântua, em defesa do pai, recebe a ajuda de Frade Jean, que se revela fundamental para a vitória. Como recompensa, é oferecida ao frade a região de Teleme, junto do Rio Loire, onde este funda sua utopia. Em poucas páginas, Rabelais descreve como viviam os moradores do local, os “telemitas”, cuja única cláusula de vida era: “Faze aquilo que te apetecer”.

    2 curtidas

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