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    Contos Franceses Eternos -

    Prosper Mérimée, Paul Verlaine, Charles Perrault, Guy de Maupassant, Stendhal, Honoré de Balzac

    Bom Texto
    2003
    343 páginas
    11h 26m
    ISBN-11: _8587723383
    Português Brasileiro
    4.3
    8 avaliações
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    Contos franceses eternos reúne uma seleção de contos primorosos de autores clássicos que entraram para a história da literatura universal: Alfred de Musset, Alphonse Daudet, Anatole France, Barbey d’Aurevilly, Charles Baudelaire, Charles Perrault, Émile Zola, Flaubert, Guillaume Apollinaire, Guy de Maupassant, Honoré de Balzac, Paul Verlaine, Prosper Mérimée, Rémy de Gourmont, Stendhal, Théophile Gautier, Villiers de L’Isle-Adam e Voltaire. A seleção contemplou autores franceses dos séculos XVII ao XX, reunindo assim movimentos literários e artísticos diversos, como o romantismo, o realismo, o realismo fantástico, o naturalismo, o simbolismo etc., além de diferentes estilos. O leitor poderá acompanhar a evolução da sociedade francesa e seus costumes com narrativas que, apesar de escritas há muito tempo, mantêm-se atuais e, por isso, são eternas. A obra conta ainda com uma pequena biografia dos escritores.

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    jota 11 picture
    jota 1123/03/2013Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Seis em dezoito

    São dezoito contos dos seguintes autores: Charles Perrault, Théophile Gautier, Stendhal, Balzac, Prosper Mérimée, Alfred de Musset, Villiers de L’Isle-Adam, Alphonse Daudet, Émile Zola, Anatole France, Barbey d’Aurevilly, Maupassant, Guillaume Apollinaire, Paul Verlaine, Remy Gourmont , Voltaire, Baudelaire e Flaubert. Como informa a sinopse, “a seleção contemplou autores franceses dos séculos XVII ao XX, reunindo assim movimentos literários e artísticos diversos, como o romantismo, o realismo, o realismo fantástico, o naturalismo, o simbolismo etc.” Se tem essa utilidade, que pode favorecer quem se interessa academicamente por literatura francesa do passado, por outro lado alguns contos desta seleção serão tremendamente aborrecidos para aqueles leitores que procuram apenas um pouco de entretenimento em suas páginas. Eis as seis histórias que eu destacaria como bastante interessantes: A arca e a assombração: aventura espanhola (Stendhal), A missa do ateu (Balzac), Mimi Pinson: perfil de costureira (Musset), Nais Micoulin (Zola), O campo das oliveiras (Maupassant; sempre um grande contista) e Um coração simples (uma pequena obra-prima de Flaubert, que já havia lido ano passado). Os dezoito contos podem ser eternos, mas as doze histórias restantes você esquece imediatamente após a leitura. Lido entre 02 e 22/03/2013.

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    Prosper Mérimée

    Prosper Mérimée (1803-1870), escritor francês, estreou na literatura com <i>O teatro de Clara Gazul</i> (1825), um sucesso imediato, mas foi nas novelas e contos que produziu suas maiores obras-primas. Homem de interesses e conhecimentos múltiplos, poliglota, foi também arqueólogo, crítico de arte, historiador, filólogo e senador. Morreu em Cannes, França e ali foi sepultado no <i>Cimetière du Grand Jas</i>. Também aprendeu latim, grego, italiano, espanhol, inglês, e russo. Foi o primeiro a traduzir obras literárias russas para o francês. Ocupou diversos cargos públicos, em todos eles destacando-se pelo bom desempenho de seus deveres. Foi nomeado (1830) Inspetor dos Monumentos Históricos, revelando-se um arqueólogo nato, combinando suas habilidades lingüísticas, uma notável avaliação histórica e sincero devotamento às artes, desenho e arquitetura. Neste mister, seus relatórios vieram muitas vezes a merecer publicação, e destaque em sua produção, ao largo da literária. A ele se deve, em boa parte, a conservação do rico legado cultural, do qual tanto se orgulha o povo francês. Neste mesmo ano conheceu e auxiliou a Condessa de Montijo, espanhola. Quando a filha dela tornou-se a Imperatriz Eugénie, da França, em 1853, Mérimée foi honrado com o cargo de senador. Prosper Mérimée morreu em Cannes, França e ali foi sepultado no Cimetière du Grand Jas.

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    Prosper Mérimée