Roadie Crew #124 - Heavy metal & Classic Rock

    Equipe Roadie Crew

    Roadie Crew
    2009
    100 páginas
    3h 20m
    ISBN-19: ISSN:&nbsp1415–322X
    Português Brasileiro

    Clássico não tem idade A geração de artistas nascida no período entre os anos de 1935 a 1945, e que viveu a fase de adolescência ou da juventude na segunda metade dos anos 50 e início dos anos 60, mudaram não só o conceito e a definição de música popular, mas provocou a maior revolução cultural e comportamental da história do ser humano. Sem qualquer sombra de dúvida os Beatles são a maior expressão desse movimento que mudou a cara, e a cabeça, do mundo. É por causa do que essa geração construiu que hoje é possível vermos crianças que adoram músicas que foram gravadas quando nem mesmo seus pais haviam nascido - o que comprova a foto onde meninos e meninas aparecem com as pinturas dos personagens do Kiss - com pais e filhos presentes ao show da banda na turnê de celebra os 35 anos do lançamento do álbum Alive!. A evolução natural continuou e, em decorrência dos fabulosos anos dourados, no final dos anos 60 começaram a surgir os grupos que acrescentaram mais peso e agressividade ao Rock. Consta em registros históricos que o Deep Purple teve sua formação significativamente reformulada quando seus principais componentes na época - Jon Lord, Ian Paice e Ritchie Blackmore - ouviram o primeiro álbum do Led Zeppelin, e então trouxeram Ian Gillan e Roger Glover para mudar tudo no som que faziam. O Uriah Heep passou a seguir os passos do Deep Purple através do vocalista David Byron, que viu de perto os primeiros ensaios de Gillan e Glover com o Purple. Consta também que os riffs de Led Zeppelin e Jeff Beck Group inspiraram e deram origem a algo ainda mais pesado com Black Sabbath e o Budgie. Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath passaram a assumir papel de maior destaque, formando assim a santíssima trindade da música pesada, e foram eles que realmente definiram o que viria a ser o Heavy Metal e o Hard Rock. No mês de aniversário da Roadie Crew homenageamos vários dos monstros sagrados dedicando a edição ao Classic Rock em geral, e ao Deep Purple em especial, ao trazermos a banda na matéria de capa. Entrevistamos diversos membros de diferentes fases do grupo, que continua em plena atividade produzindo álbuns e realizando turnês constantemente pelo mundo. Ainda para provocar em nossos leitores aquela vontade de vasculhar a coleção de discos - que muitos ainda preservam desde o tempo dos preciosos "LPs" - estão incluídas entrevistas com Uriah Heep, John Lawton, Nazareth, Thin Lizzy, Grand Funk Railroad, Blue Öyster Cult, Triumph e Budgie, além das seções totalmente voltadas para o som que não envelhece nunca. Para manter a tradição de respeitar e valorizar o produto nacional, trazemos a entrevista com Rolando Castello Junior, da Patrulha do Espaço, banda originalmente criada pelo eterno e sagrado "Mutante" Arnaldo Dias Baptista. As seções também seguem o padrão de homenagem ao que é clássico, incluindo os "Live Evil" com as coberturas dos shows dos "vintage" Motörhead, Kiss e as brasileiras Os Incríveis e Casa das Máquinas. O Rock brazuca ainda está no "Blind Ear" com Oswaldo Vecchione do Made in Brazil e no "Profile" com Tony Babalu. Como diz todo jogador de futebol nas infalíveis entrevistas falando sobre os grandes jogos: CLÁSSICO É CLÁSSICO, e esta edição está repleta deles. Airton Diniz

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    Rodrigo Noé de Souza picture
    Rodrigo Noé de Souza15/05/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Olho no lance

    Futebol e rock podem andar lado a lado. Em época de copa do mundo, a revista deu um show de bola, com gente que tanto fala de futebol, quanto gostam de um bom Rock.

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