Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores11
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Anfitrião, Outra Vez -

    Augusto Abelaira

    Moraes Editores
    1980
    81 páginas
    2h 42m
    ISBN-1: 0
    Português
    0
    0 avaliação
    Leram5Lendo0Querem6Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados6Avaliaram0

    O texto de Augusto Abelaira, Anfitrião, outra vez, escrito para teledramaturgia segue uma longa tradição teatral, que tem sua origem na comédia paliata, criada pelos romanos, no século III a.C. Esse gênero de comédia, que usava como vestimenta o pálio grego, mantinha estreitas ligações em sua origem com a comédia nova helênica, do século IV a.C. A comédia paliata buscava seus temas e histórias nos mitos gregos da Antigüidade. Assim aconteceu com o Amphitruo que, antes de ser um texto de Plauto, pertenceu à cultura helênica. É o primeiro de uma série de “Anfitriões”, cerca de 50, que serão escritos ao longo dos séculos. Também no teatro português a peça de Plauto teve seus seguidores, que trabalharam, à sua maneira, a seqüência dramática do texto romano. Camões escreveu o Auto dos Enfatriões para os salões do século XVI; Antônio José da Silva escreveu Anfitrião ou Júpiter e Alcmena, para o teatro de bonecos do século XVII, os bonifrates. Augusto Abelaira escreveu no século XX Anfitrião, outra vez para o teleteatro. Todos criam uma narrativa teatral para contar o mesmo mito, o nascimento de Hércules. Nos interessa examinar nesse trabalho as relações entre o Anfitrião da Antigüidade e o da Atualidade, buscando identidades e diferenças, pretendendo entender a recriação dessa comédia nos parâmetros do teatro do século XX.

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Augusto José de Freitas Abelaira profile picture

    Augusto José de Freitas Abelaira

    Augusto José de Freitas Abelaira, nascido em 18 de março de 1926, em Ançã no concelho de Cantanhede, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professor, tradutor, jornalista, no Diário Popular, em O Século onde assina a partir de janeiro de 1974 a rubrica “Entrelinhas”, cronista em O Jornal com uma crônica intitulada “Escrever na água” (1978-92) e no Jornal de Letras onde assinou de 1981 a 1996 a crônica “Ao pé das letras”. Exerceu igualmente os cargos de diretor de programas da RTP (1977-78), de diretor das revistas Vida Mundial (1974-75) e Seara Nova (1968-69) e de presidente da Associação Portuguesa de Escritores (1978-79), mas é sobretudo como dramaturgo e romancista que é recordado.

    7 Livros
    5 Seguidores

    Augusto José de Freitas Abelaira