Segundo a editora: "Diário de um monstro e crônica de intrigas de uma suntuosa corte italiana na Renascença, O Anão (1944) é um retrato exemplar da perversidade humana e uma exímia dissecação do mal."
Segundo a editora: "Diário de um monstro e crônica de intrigas de uma suntuosa corte italiana na Renascença, O Anão (1944) é um retrato exemplar da perversidade humana e uma exímia dissecação do mal."

Romancista, poeta e dramaturgo sueco (1891-1974), é uma das grandes figuras literárias da primeira metade do século XX do seu país. Foi homenageado com o Prémio Nobel da Literatura em 1951. As suas obras incluem poesia ( Ångest - Angústia , 1916), drama e romance ( Gäst hos verkligheten - Convidado da Realidade , 1925).