O livro traz um narrador, no mínimo, inesperado: o “defunto autor”. A história segue do fim para o começo. Brás Cubas, o falecido, conta sua vida e confessa as ações que resultaram em prejuízo para si mesmo e para os outros.
O livro traz um narrador, no mínimo, inesperado: o “defunto autor”. A história segue do fim para o começo. Brás Cubas, o falecido, conta sua vida e confessa as ações que resultaram em prejuízo para si mesmo e para os outros.

Joaquim Maria Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.