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    O destino do erudito

    Johann Gottlieb Fichte

    Hedra
    2014
    136 páginas
    4h 32m
    ISBN-13: 9788577153558
    Português Brasileiro
    4.1
    5 avaliações
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    Os intelectuais ainda existem? Se existem, para que servem? A resposta do filósofo alemão Johann Fichte a estas perguntas, nas famosas conferências reunidas em O destino do erudito, não deixa de ser surpreendente, inclusive por sua contemporaneidade. “Ao erudito falta, com mais frequência, o agir que o saber”. Agir, intervir no mundo, a partir das próprias condições geradas pelo conhecimento, é ou deveria ser, então, a função do erudito (ou do acadêmico, como diríamos hoje): “Todo acréscimo que a ciência recebe, aumenta os deveres de seus servidores”. Talvez nunca antes essa consciência tenha sido tão necessária (não apenas para contribuir com os grandes debates da sociedade, mas com as grandes responsabilidades, como na questão ambiental). E também tão difícil de realizar. Estas preleções de Fichte fornecem parte importante das respostas. Tradução do alemão Ricardo Barbosa.

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    Fichte

    Johann Gottlieb Fichte (Rammenau, Saxônia, 19 de maio de 1762 — Berlim, 27 de janeiro de 1814) foi um filósofo alemão. Foi um dos criadores do movimento filosófico conhecido como idealismo alemão, que desenvolveu a partir dos escritos teóricos e éticos de Immanuel Kant. Sua obra é frequentemente considerada como uma ponte entre as ideias de Kant e as de Hegel. Assim como Descartes e Kant, interessou-se pelo problema da subjectividade e da consciência. Fichte também escreveu trabalhos de filosofia política e é considerado como um dos primeiros pensadores do pangermanismo.

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    Rammenau, Saxônia

    Fichte