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    O Trem e a Cidade -

    Thomas Wolfe

    Iluminuras
    2009
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9788585219291
    Português Brasileiro
    4.3
    14 avaliações
    Leram20Lendo2Querem65Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos2Desejados65Avaliaram14

    E eu pretendo descarregar minha alma sobre as pessoas e expressá-la de todo. É isso que minha vida significa para mim: estou à mercê dessa coisa, e é fazer ou morrer. É por isso que acho que vou ser um artista. As coisas que realmente importam calaram no espírito e deixaram sua marca às vezes um sorriso peculiar; às vezes o cheiro de dentes-de-lão na primavera... certa vez amor. Irei a todos os lugares e verei tudo. Conhecerei todas as pessoas que puder. Pensarei todos os pensamentos, sentirei todas as emoções de que for capaz, e escreverei, escreverei...

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    Resenhas (1)Ver mais
    Matheus picture
    Matheus31/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Para quem está em duvida sobre a leitura, aqui vai um trecho:

    "Pois há uma crença, uma fé que é a glória do homem, seu triunfo, sua imortalidade - é a sua crença na vida. O homem ama a vida; e por amar a vida odeia a morte; e por isso ele é grande, ele é glorioso, é belo e sua beleza é eterna. Ele vive sob as estrelas insensatas e nelas inscreve seus propósitos. Ele vive com medo, na agonia, em tumulto infindável; mas se, ferido nos pulmões, estivesse a espumar sangue a cada suspiro que desse, ainda assim amaria a vida mais intensamente do que o cessar de sua respiração. Na morte, seus olhos iluminam-se maravilhosamente, e o antigo desejo brilha neles mais feroz - ele aguentou todo o cruel e inútil sofrimento, e ainda quer viver. Por isso é impossível desprezar esta criatura. Pois de sua inabalável fé na vida este homem franzino fez o amor. No melhor de si, ele é o amor. Sem ele não pode haver amor algum, fome alguma, desejo nenhum. Então, isto é o homem - o pior e o melhor dele -, esta coisa delicada e insignificante que vive sua vida, morre como todos os outros animais e é esquecido. Contudo, também é imortal, pois tanto o bem quanto o mal que pratica sobrevivem a ele."

    4 curtidas

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    4.3 / 14
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    Thomas Clayton Wolfe profile picture

    Thomas Clayton Wolfe

    Thomas Clayton Wolfe (3 de outubro de 1900 – 15 de setembro de 1938) foi um importante romancista estadunidense do início do século XX.[1] Thomas escreveu quatro longos romances, além de vários contos, trabalhos dramatúrgicos e novelas. É conhecido por misturar prosa extremamente original, poética, musical e impressionista com a escrita autobiográfica. Seus livros, escritos e publicados dos anos 20 aos anos 90, refletem vividamente sobre a cultura americana e demais temas do período, embora filtrados pela perspectiva sensível, sofisticada e super-analítica de Thomas. Ele se tornou muito famoso em vida. Depois da morte de Wolfe, seu principal contemporâneo, William Faulkner, disse que Thomas poderia ter sido o melhor talento de sua geração. A influência de Wolfe estende-se aos escritos do famoso autor beat Jack Kerouac, Ray Bradbury e Philip Roth, entre outros. Ele continua a ser um dos mais importantes autores na literatura americana, pois foi um dos primeiros mestres de ficção autobiográfica. Ele é considerado o escritor mais famoso da Carolina do Norte.

    9 Livros
    11 Seguidores
    Carolina do Norte, Estados Unidos

    Thomas Clayton Wolfe