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    The Complete Short Stories of Ernest Hemingway - The Finca Vigia Edition

    Ernest Hemingway

    Scribner Paperback
    1998
    650 páginas
    21h 40m
    ISBN-13: 9780684843322
    4.3
    10 avaliações
    Leram36Lendo9Querem32Relendo2Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados32Avaliaram10

    The subtitle of this monumental collection refers to the home (Lookout Farm) that Hemingway owned in Cuba from 1939 to 1959. That time frame accounts for most of the short fiction, published and unpublished, that followed the major collection issued in 1938, The First Forty-Nine. There are 60 stories in all. Of the 21 not included in the 1938 collection, the seven heretofore unpublished pieces will interest readers most. Three are especially good. "A Train Trip" and "The Porter" are self-contained excerpts from an abandoned novel that match in tone and appeal the early Hemingway work in which he explored the adolescent sensibility exposed to an adult world that is exciting but at the same time threatening and morally complex. Drawing from the author's experiences in Europe during World War II, "Black Ass at the Crossroads" is excellent in its detailing of violent action, portraying an ambush of German soldiers from the point of view of an American infantry officer, depressed and angry over the suffering he has inflicted in the course of battle. The other previously unpublished pieces include a Spanish Civil War story reminiscent of Hemingway's play, The Fifth Column; two quite touching stories about a father's disappointments with a troubled son; and a long section comprising four chapters from an early version of the novel, Islands in the Stream. Intrinsically readable, the collection is also significant in drawing together much that was unavailable or difficult to access. (Amazon.com)

    Resenhas (1)Ver mais
    Matheus Facure picture
    Matheus Facure25/02/2013Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Normalmente supõe-se que só fãs de carteirinha do autor devam ler este livro. Uma visão que discordo veementemente. Pule os contos e romances inacabados (e não se preocupe, eles estão bem indicados), e tem-se mais de seiscentas páginas da mais genial literatura! "They were seated in the boat. Nick in the stern, his father rowing. The sun was coming up over the hills. A bass jumped, making a circle in the water. Nick trailed his hand in the water. It felt warm in the sharp chill of the morning. In the early morning on the lake sitting in the stern of the boat with his father rowing; he felt quite sure that he would never die." Indian Camp, 1924 Eis uma amostra do delicioso estilo de Hemingway, provavelmente minha passagem preferida. Todos os contos seguem esse modelo imaginista, como se nos fossem apresentadas uma série de fotografia que juntas formam não um filme, mas um maravilhoso conto. Temas profundos, como morte, solidão e honra são os preferido do autor. Não me vem a memória um conto com o final feliz. E ainda assim, não há miséria. É tamanha a naturalidade e singeleza no sofrimento do seus personagens que somos forçados a aceitar até o maior dos sofrimentos como parte inerente à existência. É uma lição atrás da outra. Cada leitura amplia a consciência e a identidade do leitor e nisso reconheço a qualidade do verdadeiro gênio! Apesar de, no Brasil, Hemingway ser mais conhecido pelos seus romances, são seus contos que conferira-lhe o título de gênio na história da literatura. Estas pequenas estórias são tão influentes que é quase impossível ler um livro posterior a Hemingway sem encontrar neles ecos do estilo desse grande escritor. Como já disse, os contos abordam principalmente a luta (com o sentido de struggle) que trava o ser humano no seu dia a dia. Seja na guerra ou em uma pacata vila americana. Mas generalizar assim essas pequenas grandes obras seria uma desfeita que peço com todo fervor que que não levem em conta. Verdadeiramente o tema principal é a natureza humana e de tão ampla que essa é, eu não seria capaz de sintetizar um uma resenha - até porque quase nada conheço dela. Outro atrativo do livro que faz com que eu o recomende a qualquer um e não só aos fãs do autor é que a maioria dos contos são curtíssimos. No entanto, Hemingway é por definição paradoxal: ele não escreve mais do que a verdade que muitas vezes vivenciou, e ainda assim consegue dizer mais do que a verdade. Seus contos são de uma profundidade tamanha que cada nova leitura nos faz enxergar uma camada mais oculta do iceberg que são suas estórias. Alem do mais, Hemingway foi jornalista de formação. É treinado para dizer muito em poucas palavras e chamar a atenção do público. Pensará você agora que por isso os contos tem a frieza da profissão. Mas lembre-se de que estamos falando aqui de um escritor excepcional. Harold Bloom, o mais crítico americano da atualidade, o classificou como um dos 100 autores mais criativos da HISTÓRIA! A respeito do estilo de Hemingway o cítico comenta: "tal estrutura sugere à prosa um tom de distanciamento com respeito à emoção, enquanto, na verdade, esse mesmo distanciamento configura um investimento de emoção". Impossível explicar os paradoxos de Hemingway. É a insustentável leveza do ser, é dor que desatina sem doer, é um claro enigma... Só lendo mesmo para saber!

    1 curtida

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    Avaliações

    4.3 / 10
    • 5 estrelas70%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas0%
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    Ernest Miller Hemingway

    Considerado pela Academia Sueca como um dos maiores autores de nosso tempo, Hemingway foi o ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1954, feito em grande parte devido à sua obra-prima <i>O velho e o mar</i> (1952), que também foi vencedora do Prêmio Pulitzer de 1952. Sua prosa é admirada pelo seu estilo enxuto e despojado, com uso de frases e parágrafos curtos. Seu estilo é muitas vezes apontado como sua maior herança à Literatura e influenciou os padrões vigentes na época. Autor de uma obra prolífica, escreveu romances, contos, trabalhos de não-ficção e autobiográficos que foram publicados em vida ou postumamente.

    45 Livros
    1.093 Seguidores
    Illinois, Estados Unidos

    Ernest Miller Hemingway