Obsidian Butterfly - Anita Blake, Vampire Hunter Series, Book 9

    Laurell K. Hamilton

    Jove
    2002
    608 páginas
    20h 16m
    ISBN-13: 9780515134506

    The Anita Blake, Vampire Hunter backlist takes flight with a whole new look. In her ninth adventure, vampire hunter Anita Blake owes a favor to a friend-a man almost as dangerous as the ancient evil she's about to face.

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    Caroline Leite 21/02/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    - Os gregos acreditavam que não existia o masculino e o feminino, que todas as almas eram uma só. Então, as almas foram dilaceradas e separadas. Eles pensavam que quando você encontrasse sua outra metade, sua alma gêmea, seria seu amante perfeito. Mas eu acho que se você encontrar sua outra metade, seria muito semelhante a ser amantes, vocês continuariam a ser companheiros de alma.(Edward) Eu estava lutando arduamente para manter meu rosto em branco e não demonstrar a surpresa por este pequeno discurso. Eu esperava ter sucesso. — O que você está tentando dizer? — Olaf perguntou. — Ela é como um pedaço da minha alma, Olaf. — Você está louco, — disse Olaf. — um lunático. Alma gêmea, bah! Eu tinha que concordar com ele. — Então porque uma das minhas maiores fantasias é dar-lhe uma arma e caçá-la? — Edward perguntou. ____ "— Você acha que é uma puta de uma durona? Pisquei para ele, perto o suficiente para que se eu tivesse subido na ponta dos pés, eu poderia te-lo beijado. — Eu não acho tenente. Eu sei." _____ "Edward me pergunta por que eu sou tão solidária com os monstros. A resposta é simples: Porque eu sou um." ____ Olaf olhou para Edward e franziu a testa. — Eu nunca vi você sorrir desse jeito Edward, a menos que esteja fingindo ser Ted. Você parece um professor orgulhoso cujo aluno está acertando as respostas. — É mais como Frankenstein e o monstro. — eu disse. Edward pensou por um segundo, em seguida acenou e sorriu satisfeito consigo mesmo. — Eu gosto disso. Olaf fez uma careta. — Você não a criou, Edward. — Não, mas ele me ajudou a me tornar a mulher que sou hoje. — eu disse. Edward e eu olhamos um para o outro e sorrimos solenemente. — Eu deveria me desculpar por isso? — ele perguntou. Eu balancei a cabeça. — Você se sente culpado? — Não. — ele disse. — Então não precisa. Eu estou viva, Edward, e estou aqui. — levantei da cadeira e não balancei. A vida era boa. _________ Meus olhos se fecharam e quando abriram Edward estava lá. Ele se inclinou sobre mim e sussurrou: — Se arrastar de barriga através dos arbustos e ameaçar cortar as bolas de um homem. Essa bunda dura. Minha voz saiu fraca mesmo para mim. — Era para salvar o seu rabo. Ele se inclinou e beijou minha testa, ou talvez eu tenha sonhado essa parte.

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