A Espada e A Pena - Como atingir o desenvolvimento humano pelo racional e o intuitivo pelo Yin e o Yang

    Mauro Monteiro de Andrade

    Nobel
    1999
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-10: 8521310706
    Português Brasileiro

    Existe um reconhecimento geral da necessidade de inovar para garantir a sobrevivência de pessoas e organizações humanas. Aí, começam colocações e cobranças para que as pessoas sejam criativas em suas atividades diárias. Há nisto um conflito básico. O modelo civilizatório e por consequência o modelo educacional que permitiu o enorme progresso material dos últimos seis séculos é baseado na racionalidade, padronização e exclusão da diferença pelo exercício da autoridade. Nada mais contrário à liberação da criatividade pessoal. A recuperação dessa característica pede a retomada de formas de absorção e desenvolvimento de conhecimento, abandonadas ou jamais exercitadas em nossos sistemas educacional e administrativo. Partindo da própria vivência, o autor propõe reflexões e ações para o uso de técnicas alternativas de busca do conhecimento, com ênfase na necessidade de experimentação pessoal em contraponto à simples absorção do conhecimento que estão disponíveis, sem utilização. Práticas simples da vida diária dentro de casa ou do ambiente de trabalho e também do trabalho sistemático de autoconhecimento com o uso de técnicas ocidentais e orientais.

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    Nara Porto28/06/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Leitura Rápida e Fácil

    Comprei o livro em um Sebo por um preço muito bom. A capa não é atraente, mas o que me atraiu foi o titulo e o subtitulo que deixaram evidente que o livro abordaria pontos emocionais e racionais no âmbito do desenvolvimento pessoal e dentro da cultural organizacional. O autor utiliza exemplos (muitos de visão oriental) pra justificar e sugerir pontos importantes que funcionaram dentro de algumas empresas. Inclusive sugere o uso da meditação para que os indivíduos desenvolvam uma visão de futuro tanto pessoal quanto à nível de organizações públicas e privadas. Ainda comenta que o defeito das empresas ocidentais é que elas privilegia muito a ação e pouco a observação, o que faz que os resultados esperados não correspondam aos alcançados. Apesar do autor apontar sugestões que deram certo, ressalta que cada um tem sua própria caminhada e tropeços pessoais, pois o desenvolvimento da pessoa é um processo individual.

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