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    Sleepless -

    Terri Clark

    HarperTeen
    2008
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-2: 13
    3.8
    128 avaliações
    Leram195Lendo0Querem85Relendo0Abandonos2Resenhas1
    Favoritos17Desejados85Avaliaram128

    Trinity Michaels de dezoito anos tem a habilidade de caminhar nos sonhos. É um poder que ela não quer, mas altera sua vida para sempre quando ela se torna incapaz de encontrar uma adolescente raptada antes de ela ser morta. Ela ajuda a policia a capturar o assassino Rafe Stevens, mas seu envolvimento faz dela um alvo. Stevens apela para a insanidade e com uma atuação convincente ajudado por um advogado desprezível, consegue uma sentença em um instituto mental, onde um medico diabólico passa a fazer experiências nele. Agora Rafe escapou do hospital e ele esta atrás da Trinity. Como ela, ela agora também tem uma habilidade especial, uma que permite que ele persiga Trinity através dos sonhos. Se ele a matar enquanto ela dorme, ela ira morrer de verdade. Para sobreviver ela precisa encontrá-lo primeiro e a única pessoa disposta a ajudá-la é Dan Devlin, o filho desiludido do inescrupuloso advogado que conscientemente ajudou Rafe á fugir da acusação de assassinato. Ela poderá confiar sua segurança em Dan, sem mencionar seu coração? **** Eu não posso ir dormir!!! E não é por causa do cara bonito deitado ao meu lado. É por que tem um assassino me perseguindo em meus sonhos. E se depender dele... Nunca mais vou acordar. Tenho que achar uma maneira de encontrá-lo, antes que ele me pegue.

    Resenhas (1)Ver mais
    Tayane Cristie picture
    Tayane Cristie22/04/2014Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    A Hora do Pesadelo para YAs #fail

    Trinity Michaels tem um dom, que ela prefere chamar de maldição. Em seus sonhos, ela é capaz de receber visitas de pessoas pedindo por sua ajuda. Após várias recusas em aceitar sua habilidade, ela acaba cedendo em ajudar a jovem Kiri, que conheceu algum tempo antes. Mas o assassino da menina levou a melhor. Mesmo assim, a polícia conseguiu prender Rafe Stevens, que foi diagnosticado erroneamente com esquizofrenia, indo parar em um hospital psiquiátrico. Mas agora Rafe fugiu, e Trinity é seu próximo alvo. Rafe conseguiu adquirir a habilidade de entrar nos sonhos das pessoas – sabe-se lá como -, e assim pretende encurralar Trinity. E mais: ele também consegue tocar nas pessoas em seus sonhos, ou seja, se você se machucar ou morrer no sonho, isso acontece na vida real. Agora Trinity precisa descobrir onde Rafe está e arrumar uma maneira de não sonhar. A primeira coisa que pensei quando vi a proposta do livro foi “A Hora do Pesadelo para YAs”. Não há o que discutir sobre a provável inspiração da autora, não é? Mas no final da leitura, o que tive foi um “A Hora do Pesadelo para YAs #fail”. Mesmo com essa base, a autora poderia ter construído uma trama muito melhor elaborada, mas não é isso o que temos aqui. Começando por Trinity, a protagonista, que no início é definida como a garota gótica do colégio. Sinceramente, de gótica ela não tem nada. Sua melhor amiga, Coral, é aquele estereótipo de melhor amiga reluzente da protagonista. E, aliás, ela não faz diferença nenhuma para história, está apenas ali para dizer que a protagonista tem uma melhor amiga. A mãe de Trinity também é uma personagem que não foi bem trabalhada. O par romântico da protagonista é Dan, filho do advogado FDP que defendia Rafe. Um mês antes da fuga do assassino, ele foi a procura de Trin para pedir desculpas pelo pai corrupto que tem. Depois de um mês, quando Trin tem um sonho com Rafe e sai desesperada de casa (uma atitude meio impulsiva e estúpida, aliás), a primeira pessoa que ela pensa em chamar é Dan. o.Õ. Claro que suas razões era querer usar o nome dele para conseguir informações sobre Rafe, mas A MENINA NEM SEQUER LIGOU PARA A MÃE DELA PARA AVISAR! Sua mãe estava em uma viagem, e sua desculpa era não querer estragar o momento da mãe. Tá, isso é muito generoso e altruísta (já podemos mandá-la pra Abnegação? Sqñ), mas aquele não era o momento para ser boa, já que tinha um assassino louco e perigoso (não, não é o Sirius) atrás dela. E definitivamente um garoto que eu só tinha visto uma vez na vida não seria minha primeira opção de socorro. Tá, a história fica até legalzinha em uma certa parte, mas não foram convincentes as situações e o envolvimento de Trin e Dan. Eles passaram, sei lá, cinco dias juntos e já se amavam eternamente s2. Não gostei muito do final. As coisas aconteceram meio rápido de mais e não tinha ritmo pra isso. A protagonista conseguia ser estúpida algumas vezes, mas o livro é da época desses clichês dos YAs, mas poderia ter sido uma garota mais original. Vi algumas resenhas no Goodreads falando o quanto o Dan era maravilho e etc, mas sinceramente não vi motivos nenhum para achá-lo maravilhoso. Apesar da sua beleza descrita pela protagonista, ele não marcou presença, não conseguiu conquistar. Ele apenas estava na história. Sleepless não é o pior livro do mundo, mas com certeza não habitará a lista dos melhores. A trama poderia ter sido melhor elabora e trabalhada. Talvez eu leia mais algum livro da autora, mas para mim ela não causou uma boa primeira impressão.

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    Avaliações

    3.8 / 128
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas23%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas5%
    Terri Clark profile picture

    Terri Clark

    THE 411 Birthplace: Wheatridge, Colorado Birthdate: July 14 College: University of Northern Colorado Degree: B.A. in Psychology Hobbies: Crocheting, beading, photography and collecting fairies and fairy art. Day job: Teen Patron Services Specialist (I'm basically a librarian without a MLS degree). Fave TV shows: Supernatural, Survivor, Lost Girl, Hart of Dixie, Face Off, Castle. Motto: There are two things about me that have never changed. I've always been a bookworm and I've always been fascinated with the unexplained. One of my earliest memories is checking out "true" ghost stories in kindergarten. I still remember the creepy tale involved a severed hand and an heirloom ring. When we moved from Alaska to Kentucky (I was an Army brat) I became interested in the malicious Bell Witch. After that my obsession widened from ghosts to psychics and then to anything fang, fur or fey. I’m not sure WHY I've always been drawn to supernatural stories, but I think there's more to this world than meets the eye. I guess that's why I write the stories I do. Even when I don't write paranormals I try to write characters who are a little, um, different. After all, normal is a bit boring, isn't it? In high school—the 80's RULE!—I would lock myself in the bathroom to read. Why? During the Colorado winters, it was the warmest room in the house and it was the only place I could have complete privacy. (My bedroom didn't have a lock.) I would read in there for hours, or until my boyfriend came to pick me up for a date. My little sister always delighted in telling him I was in the bathroom A-GAIN. Now, as a writer, I hope my stories will make you want to lock yourself away and anything is possible. . . .

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    Terri Clark

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