Escolhemos nossos próprios caminhos, andando no escuro e lançando voo sobre a lucidez e outras farsas. Clamando acender uma lâmpada de realidade em nossas vidas de cegueira. A arte revela-se na inocência, no amor, no sarcasmo, no veneno destilado por uma sociedade louca e na memória do que talvez nem foi vivido.



