Hoje falaremos sobre Ferrugem, o mais recente livro do carioca Marcelo Moutinho. A obra traz treze contos com histórias cotidianas contadas de forma simples. Algumas mais divertidas, outras com um pouco mais de drama.
Pensem em uma leitura rápida e super fluida. O primeiro conto, Xodó, foi um mix de riso (de nervoso, talvez) e perplexidade, começamos bem com a história de uma boneca, um irmão e ok... O resto eu deixo para vocês.
“362” tem a cara do cotidiano, a narradora é a cobradora de ônibus que dá conselhos amorosos a um passageiro interessado em uma nova passageira da linha. Sabe o famoso crush do ônibus? Então, quer mais dia a dia que isso?
“Gandula” e o sonho do protagonista em ser jogador profissional no time do coração me fez rir com seu desfecho em apenas uma frase. E, novamente, uma situação completamente possível e eu diria que, até certo ponto, muito comum.
“Jantar a dois” traz uma situação normal nos dias atuais: o distanciamento nas relações. E, apesar de ser algo corriqueiro, assistir (ler) aquilo me deu uma pontinha de angústia.
“As praias desertas” é o mais bonito e sensível. Traz um ar nostálgico e romântico bastante forte de quem se lembra de um amor do passado, e, por conta disso, possui um clima melancólico. O que eu achei bem interessante, pois contrastou com os contos anteriores mostrando a versatilidade do autor.
RESENHA COMPLETA NO BLOG: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/resenha-ferrugem-marcelo-moutinho