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    A Garota-Corvo -

    Erik Axl Sund

    Companhia das Letras
    2017
    584 páginas
    19h 28m
    ISBN-13: 9788535928747
    Português Brasileiro
    3.9
    291 avaliações
    Leram390Lendo42Querem827Relendo0Abandonos53Resenhas48
    Favoritos38Desejados827Avaliaram291

    Tudo começa em um parque da cidade de Estocolmo, onde o corpo de um menino é encontrado. A detetive superintendente Jeanette Kihlberg lidera a investigação, lutando contra um promotor apático e uma força policial burocrática que não quer dedicar recursos para resolver o assassinato de uma criança imigrante. Todavia, com a descoberta dos cadáveres mutilados de mais duas crianças, fica claro que um serial killer está à solta. Kihlberg procura a psicóloga Sofia Zetterlund, uma especialista em recuperar crianças que sofreram violência, e as vidas das duas mulheres se entrelaçam de forma quase instantânea profissional e pessoalmente. À medida que se aproximam da verdade sobre os assassinatos, as duas vão aos poucos perceber que os crimes escondem um mal subterrâneo que parece abraçar toda sociedade sueca. Na veia da série Millenium, A Garota-Corvo é um thriller sombrio e de tirar o fôlego, e uma investigação dos recantos mais sombrios da mente humana.

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    Jeff Rodrigues picture
    Jeff Rodrigues30/05/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Resenha publicada no Leitor Compulsivo.com.br

    Na esteira de sucessos como a série Millenium ou o autor Jo Nesbo, as editoras brasileiras decidiram desbravar a Suécia, e a cada ano uma nova leva de romances policiais desembarca por aqui. A Garota Corvo é o mais recente lançamento e não foge à tradição de tramas complexas e temas pesados. Originalmente publicado como uma trilogia, a Companhia das Letras optou por lançar a obra completa em um único volume, com uma capa sensacional e ótima qualidade gráfica. A Garota Corvo é um livro denso que mergulha no psicológico humano de forma clínica. A história é uma intrincada teia de traumas, vingança, exploração e corrupção. De um lado a polícia, através da detetive Jeanette Kihlberg, tentando decifrar os assassinatos brutais de meninos imigrantes e lutando contra um Estado que não se importa muito com a morte de menores sem identidade. De outro, uma série de assassinatos envolvendo pessoas que, a princípio, não tem nenhuma conexão entre si. Mortes brutais com algumas cenas bem fortes, embora sem muito detalhamento nauseante. A reunião de tantos temas delicados, não muito comuns na literatura, como a exploração e o abuso infantil, aliada a um mistério bem construído e de difícil solução, prometiam muito para este livro. E de fato quando tudo é solucionado e conseguimos enxergar o imenso quebra-cabeças que compõe essa história levamos um bom soco na cara de surpresa. O problema está justamente em conseguir vencer as quase seiscentas páginas de uma narrativa pra lá de arrastada. A Garota Corvo tem uma excelente história, mas é um livro chato. A falta de ação se soma a ramificações sem fim em que dezenas de fatos vão sendo narrados entre passado e presente, com uma galeria infindável de personagens. Acompanhar tudo exige muita atenção, só que a narrativa não ajuda. Em diversos momentos me peguei no piloto automático, simplesmente lendo sem que meu cérebro assimilasse porque nem curiosidade para solucionar os casos o livro conseguiu me despertar. A trama não envolve e o que nos resta é se deixar levar por uma ou outra passagem um pouco mais interessante. Há uma “dica de sabedoria”, que falamos muito em agências de comunicação, que recomenda: às vezes, menos é mais! Acho que isso resume meu sentimento com relação à A Garota Corvo. A história foi tão bem imaginada e de forma tão complexa que ela acabou se perdendo, e o que poderia ter rendido um suspense do c… resultou num romance policial sem pegada. As duas personagens femininas que protagonizam a história, Jeanette e Sofia, são o grande destaque por sua construção sólida e verossímil. E o autor vai evidenciando a todo momento o preconceito que as figuras femininas sofrem nos ambientes de maioria masculina em que vivem. Preconceito que acaba perdendo espaço para a força de cada uma em desempenhar suas funções. Aos que se aventurarem pelas páginas de A Garota Corvo, eu espero que encontrem um livro diferente do que eu expus acima e venham me contar aqui e me tragam suas visões. Não fluiu comigo, mas é uma obra com seus méritos e que merece ser discutida.

    13 curtidas

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    Avaliações

    3.9 / 291
    • 5 estrelas35%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas4%
    Erik Axl Sund profile picture

    Erik Axl Sund

    Erik Axl Sund is the pen name of Swedish author duo Jerker Eriksson and Håkan Axlander Sundquist. Erik Axl Sund is the author of four novels so far: Crow Girl (2010), Hunger Fire (2011) and Pythia's Instructions (2012), that form the trilogy about Victoria Bergman, and Glass Bodies (2014), the first stand-alone novel in the new Melancholia trilogy. These dark and addictive novels became an immediate success in Sweden, both critical and commercial. The Victoria Bergman trilogy is the latest literary phenomenon in Swedish crime fiction and a milestone in contemporary crime fiction in general. In the US, UK, China, Korea, and several other countries, the three novels in the trilogy will be published merged into an explosive one-volume edition in Spring 2015. The Victoria Bergman trilogy received the '2012 Special Award' from the Swedish Academy of Crime Writers. The academy highlighted the trilogy's "hypnotically captivating psychoanalysis in crime fiction form." After publishing Glass Bodies in May 2014, Erik Axl Sund is now working on the second stand-alone installment in the new Melancholia trilogy, to be published in Sweden in 2015 by Swedish publisher Ordfront. Jerker Eriksson was born in Gävle in 1974. Among many other jobs, he has been the producer of Håkan's electro punk band i love you baby! and has toured with the band in many countries in Eastern Europe. He has also worked as a caretaker, loader, warehouse manager and prison librarian. He currently lives in Stockholm with his wife Sara. Håkan Axlander Sundquist was born in Linköping in 1965. Before starting his writing career with Jerker, he has worked as a sound engineer, musician and artist, with more than 50 art exhibitions in Scandinavia. With his band, he toured in many Easten European countries in the early 2000's. He currently lives in Stockholm with his girlfriend Nina and their one-year-old son Ante.

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    Erik Axl Sund