Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores37
    • Similares0

    A câmera que minha mãe me deu -

    Susanna Kaysen

    Imago
    2002
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    8 avaliações
    Leram13Lendo0Querem24Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados24Avaliaram8
    Resenhas (1)Ver mais
    Skooblover picture
    Skooblover15/11/2009Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Desperdício de papel (publicado originalmente em http://ohomem.wordpress.com/2009/02/02/critica-literaria)

    A câmera que minha mãe me deu, Susanna Kaysen, Imago, 2002, 2001, 152; tradução de Marcos Santarrita. Não quero perder tempo com esse. Resumidamente, a mulher fala do seu problema com a vagina, que dói até para andar e piora com a tensão. Não pode transar — o livro transcorre o tempo de dois anos — e, de ginecologia a biorretroalimentação, não sara. Uma história sem sal que gira em torno de um órgão genital incapacitado e uma mulher que tenta sê-lo além da sua vagina. Devia conhecer a máxima atribuída a John Witherspoon antes de ler: “Nunca termine a leitura de um livro apenas porque a começou.” Não entendi o título escolhido (“câmera” não parece uma boa conotação para vagina) e, pior, só reparei no que representa a imagem da capa quando fui tirar a foto dela para esta crítica — já deu para perceber que não sou atento a detalhes. TRECHO "Não separe a mente do corpo. Não separe nem o caráter — não é possível. Nossa unidade de existência é um corpo, uma entidade física, tangível, sensível, com percepções e reações que o manifestam e o formam ao mesmo tempo. A doença é uma das nossas linguagens. Os médicos entendem o que a doença tem a dizer sobre si mesma. Cabe à pessoa com a doença entender o que a doença tem a lhe dizer. Minha vagina continua querendo chamar a minha atenção. Tem uma coisa importante a me dizer. Estou escutando. Continuo escutando." Suma: Não fede nem cheira (sem trocadilhos) e tem um posfácio (transcrito) que passa uma mensagem bonita.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 8
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas0%
    Susanna Kaysen profile picture

    Susanna Kaysen

    Susanna Kaysen (Cambridge, Massachusetts, 11 de novembro de 1948) é uma escritora norte-americana, melhor conhecida por ser a autora do livro de memórias "Girl, Interrupted". Nessa obra, Kaysen relata suas experiências em um hospital psiquiátrico, na década de 1960. Adaptação feita para o cinema em 1999, interpretada pela atriz Winona Ryder. Susanna Kaysen nasceu e viveu em Cambridge, Massachusetts. Filha de Annette Neutra Kaysen e do economista Carl Kaysen[1], ex-professor de Harvard e MIT; e ex-assessor do presidente John F. Kennedy[2].Também viveu certo tempo em Ilhas Feroe, onde conta tais vivências no romance Far Afield. Kaysen frequentou Commonwealth School em Boston, e a Cambridge School antes de ser mandada para Hospital McLean em 1967 para submeter-se ao tratamento psicoterápico para depressão. E lá, foi diagnosticada com transtorno de personalidade limítrofe. Liberada depois de dezoito meses. Mais tarde, chama esta experiência em seu livro de memórias 1993 "Girl, Interrupted". E em 1999, ocorre a adaptação para o cinema, retratada por Winona Ryder .

    6 Livros
    14 Seguidores
    Massachusetts, Estados Unidos

    Susanna Kaysen