Os Conspiradores (Coleção Saraiva #27) - Le Chevalier Des Touches

    Barbey D’Aurevilly

    Edições Saraiva
    1950
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-13: 9782070316236
    Português Brasileiro

    Os conspiradores (Barbey D'Aurevilly) [Setembro de 1950]. ==== https://capasdelivrosbrasil.blogspot.com.br/2015/07/capas-dos-livros-da-colecao-saraiva-da.html?m=1 http://naogostodeplagio.blogspot.com.br/2015/06/colecao-saraiva.html?m=1 http://naogostodeplagio.blogspot.com/2018/03/colecao-saraiva-traducoes.html http://boaleituraparavoces.blogspot.com.br/2013/11/os-conspiradores-barbey-daurevilly.html?m=1 '(...) A narrativa foi inspirada na vida do herói da Chouannerie, Jacques Destouches. Em 1966, o livro foi adaptado como telefilme pela televisão francesa. “Le Chevalier Des Touches” foi dirigido por Claude-Jean Bonnardot. (....) Apesar de ser uma história romantizada, os principais personagens do livro foram pessoas históricas que viveram na França durante a Chouannerie, uma guerra civil francesa, ocorrida entre 1792 e 1804 (durante a Revolução Francesa), que opôs os revolucionários republicanos e os realistas ocidentais (República versus Monarquia). A Chouannerie fez parte da Guerra da Vendeia, em conflitos que compuseram as chamadas Guerras do Oeste. O texto de Barbey D’Aurevilly foi publicado inicialmente em capítulos seriados em um jornal francês durante o verão (junho-agosto) de 1863. O texto foi publicado como livro no ano seguinte, 1864'.'

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    Miquéias Dias22/02/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Deus salve o Rei

    Sem dúvidas um ótimo achado para abrir meu ano de leituras. Meu primeiro contato com o volume em questão foi marcado por impressões vivas e poéticas, pinceladas por uma escrita em prosa bela e rica em detalhes e imagens. Barbey D'Aurevilly, sem dúvidas, entrou para o meu escopo de autores a conhecer melhor. A guerra cívil que serve de pano de fundo para as duas histórias, — a chouanerrie — cria uma atmosfera e uma tensão entre duas correntes ideológicas ideais para desenvolver temas como lealdade, honra, bravura, e os valores cristãos tradicionais, como fé, piedade, esperança. A disputa entre os cavaleiros do rei e os Azuis, sempre permeia as histórias dos personagens que também são profundamente, direta e indiretamente afetados pela guerra. O posicionamento do autor fica claro ao longo das páginas. O desprezo pelo ódio revolucionário dos republicanos é reproduzido por todos os protagonistas, e o amor a Igreja e a Coroa é uma máxima nas duas histórias, pois em ambas a figura de um abade chouan é retratada com mais ou menos ênfase. Por fim, fica marcado em minha memória, o conhecimento breve, porém importante sobre esse capítulo específico da história francesa. Concluo assim, que o autor cumpriu sua missão literária, e representou como ninguém a alma e o coração daqueles franceses que mantinham sua lealdade a Deus e ao rei.

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